Liderança

O pecado que todo pastor gosta de confessar

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Em algumas entrevistas de emprego é comum o entrevistador perguntar: qual a sua maior fraqueza? Geralmente a resposta é: sou muito cabeça-dura quando sei que estou certo, sou briguento pelos valores que acredito, dedico muito tempo ao trabalho, etc.

Esse tipo de confissão de “fraqueza” é muito propicio para uma entrevista de emprego, pois na verdade o candidato não está confessando um defeito e sim vendendo uma imagem de super trabalhador.

Vejo esse mesmo erro sendo cometido por muitos pastores que conheço e as vezes até por mim mesmo. Gastamos muito tempo nos ministérios, e sabemos que isso tem prejudicado nossas famílias, mas não levamos a sério esse pecado.

Às vezes os pastores são muito apaixonados pelos sonhos ministeriais, mas não se apaixonam pelos sonhos da família.

Temos grande facilidade de planejar os ministérios, de articular ideias, de nos debruçarmos nos detalhes de cada empreitada, mas quando chega na hora de planejar um momento de lazer em família, pensar numa estratégia para o culto familiar ou repensar a rotina da casa no próximo mês não conseguimos ter ânimo nem energia pra fazer.

Pastores “confessam” o tempo todo que estão se dedicando demais ao ministério e as pessoas ouvem e dão leves conselhos, como: “Toma cuidado pastor!” ou “Isso não é saudável”. Não percebem que a próxima confissão pode ser uma separação ou algo pior.

Se o pastor falha em algo no ministério é ruim, mas o pastor pode tentar de novo e refazer tudo, mas se ele falha na família, tudo se desmorona.

Por isso, quando um pastor “confessar” com um orgulho de canto de boca que tem se dedicado demais ao ministério e está cansado, olhe para ele seriamente e confronte-o em amor: Você está se confessando ou vendendo uma imagem?

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Em nome de quem?

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Hoje virou moda colocar frases de pessoas famosas na rede social, e se a pessoa acabou de morrer, aí vira febre.

No começo da popularização da internet no Brasil, tinha muita corrente de e-mails, me lembro do Luis Fernando Verissimo ter reclamado que as pessoas escreviam qualquer bobeira e assinavam o nome dele, logo o texto virava um viral e ele tinha que ir na mídia desmentir o texto.

As pessoas não buscam mais as fontes, o contexto ou o sentido das frases. O simples fato de colocar um nome de respeito na assinatura faz a baboseira ganhar audiência.

Acredito que isso acontece o tempo todo com o nome de Jesus, pessoas falam e oram em nome dele, mas o discurso não tem nada a ver com a pessoa e a mensagem do Cristo.  Mais >

Fazendo a paz com seus medos

  
O que tem te deixado com medo nos últimos dias? Saiba que geralmente com o medo vem a ansiedade e a paralisia.

Quando eu estava aprendendo a dirigir, às vezes eu trocava de marcha e acelerava sem tirar o pé da embreagem. O carro fazia o barulho de aceleração, mas não saia do lugar.

É assim que alguns medos fazem com a gente, mesmo colocando nossa potência máxima não saímos do lugar.

Ser corajoso não é não ter medo, é mesmo com medo continuar seguindo firmemente!

Entender melhor os perigos e ameaças nos ajuda a enfrentar nossos medos, mas acreditar que não vamos mais tê-los é uma ilusão.

Temos que aprender a conviver com os nossos medos, e a melhor forma de fazer isso é amar muito as coisas e pessoas dos quais o medo nos separa. Esse amor vai diminuir o medo e transformá-lo em companheiro e quem sabe em um amigo chamado prudência.

No amor não existe medo, antes o perfeito amor lança fora o medo. I João 4:18

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Ontem Esponja, Amanhã Peneira | Marcos Botelho e Victor Fontana

O mundo muda rapidamente e acompanhar as mudanças não tem nada a ver com a idade. Não é raro ver nas redes sociais adultos nadando de braçada e jovens se afogando.

Se antes a informação era escassa e guardá-la era uma ordem, hoje a memória se tornou inútil – estamos sempre conectados.

Como lidar com a informação sem se tornar escravo dela? É preciso saber filtrar, escolher, desligar.

É disso que trata Ontem Esponja, Amanhã Peneira.

Saiba mais do livro aqui!

ONDE NASCE A REVOLUÇÃO?

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Nos últimos anos estamos vendo revoluções estourarem em tudo quanto é lugar. No oriente médio contra as ditaduras que pareciam eternas, na Europa a luta por empregos, aqui no Brasil com um BASTA a corrupção e enganação. Em todos os lugares movimentos estão acontecendo, uns com causas bem claras e nobres, outras nem tanto. Uma coisa é certa: o mundo está indo para as ruas.

A pergunta que queremos responder é ONDE NASCE A REVOLUÇÃO? Mais >

A Morte e o Pastor – Peça do JV na Estrada

Peça realizada na no Encontro de Pastores da SEPAL 2013 em Aguas de Lindoia.

Marcos Botelho e Junior Machado – roteiro e atuação
Aguá Viva – captação e edição

Assine o canal Marcos Botelho no Youtube para assistir os videos antes de todos. Clique Aqui!

A sacralização das manifestações nas ruas

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Eu nunca estive tão feliz por ver tanta gente nas ruas reivindicando por menos corrupção, melhor desempenho dos nossos governantes, ou medidas específicas como a diminuição de uma taxa do transporte público.

Já ouvi e fiz varias críticas, uma delas sobre a falta de pauta de muitos nas ruas, mas entendo que a pauta estes dias é a indignação,  que levou centenas de milhares de pessoas às ruas. Também falei sobre a mídia televisiva que tem falado que a grande maioria das manifestações  é pacífica, mas  de forma esquizofrênica, só mostra violência e vandalismo, colocando medo nos que estão em casa, e manipulando a grande massa.

A manifestação nas ruas é uma peça do quebra-cabeça que estava faltando na democracia do brasil, de um povo engajado pela justiça social, de uma cobrança de eficácia e honestidade do nosso governo.

Mas, como falei acima, é uma peça de quebra-cabeça importante, mas é apenas mais uma peça do grande quadro. O meu medo é que com o encanto das ruas nós sacralizemos as ruas e desprezemos todas as outras peças importantes da construção democrática. Mais >