Devocionais de Instagram

Os líderes religiosos vendidos ao estado


Reflexão em João 7:45-49

“Finalmente, os guardas do templo voltaram aos chefes dos sacerdotes e aos fariseus, os quais lhes perguntaram: “Por que vocês não o trouxeram (Jesus)?”
“Ninguém jamais falou da maneira como esse homem fala”, declararam os guardas.
“Será que vocês também foram enganados?”, perguntaram os fariseus. “Por acaso alguém das autoridades ou dos fariseus creu nele? Não! Mas essa ralé que nada entende da lei é maldita.”

Como os Sacerdotes e os Fariseus (líderes religiosos) tinham soldados romanos a seus serviços??? Lógico, fizeram um grande acordo com Roma (o estado dominador) para mesmo vendo o povo judeu ser esfolado na exploração, com violência e impostos, pudessem não ser incomodados nos seus atos religiosos, não profetizarem contra o império e também poder ter certas regalias como menos impostos e uma guarda pessoal.

Até os guardas romanos enxergaram o óbvio ululante, que Jesus tinha autoridade celestial ao ensinar as verdades eternas.

Essa loucura e ironia do evangelho, onde a maioria dos lideres religiosos não enxergarem o que Deus está fazendo, mas ao contrario, em nome de deus lutam contra o próprio Deus, não é privilégio do primeiro século com Jesus e os apóstolos. Vemos hoje claramente essa cegueira religiosa.

Cegueira que se completa com a arrogância da ultima frase: “essa ralé que nada entende da lei é maldita. Desmerecer com palavras preconceituosos, quem interpreta as coisas de Deus de forma diferente, com palavra pejorativas, argumento ad hominem, e maldições baratas é algo que vemos todos os dias hoje dos falsos profetas!

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A esperança ilusória do feliz ano novo!


Todo fim de ano invade uma esperança coletiva que nos toma e nos faz acreditar que o próximo ano será melhor, ela nos impulsiona coletivamente para fazermos novos planos, encararmos nossas mazelas de forma diferente e principalmente empreendermos para uma vida melhor.

O interessante é que no final do ano que vem pensaremos a mesma coisa, vamos querer deixar o ano para trás e com “fé” acreditar que o próximo será melhor.

Nesse loop infinito vamos vivendo de ano em ano, da ilusão para a decepção, que nos faz nos apegar a outra proposta ilusória, a de que no futuro virá algo melhor.

Essa é a consequência de uma sociedade que decidiu acreditar e se apegar no pensamento positivo, a acreditar em si mesmo. A “esperança ilusória do feliz ano novo”, porque o presente sempre é insuportável! Mais >

Fé no Reino de Cristo e não na política

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Com a politização nas redes sociais, vejo os meus amigos crentes se digladiando sobre cristianismo e visão política. Ouço coisas como “um cristão não pode ter essa ou aquela visão política”. Acredito que a discussão sobre política é saudável entre nós cristãos e temos que promove-la entre os nossos jovens, mas acredito também que para os que estão já vivendo a realidade do Reino de Cristo não podemos colocar nossa confiança na política, ela é menor que a nossa fé e nossa prática da sinalização do Reino.

Sempre recebo e-mails de missionários espalhados pelo mundo, isso é bem comum em missões, eles mandam notícias do lugar onde estão, falam das dificuldades e compartilham motivos de louvor. Mais >

Uma geração que trabalha para poder viajar

Ouço muito dessa geração, de 20 a 35 anos, a declaração de que trabalham na vida para poder viajar. Isso sempre me incomodou, não porque eu não goste de viajar, muito pelo contrário, gosto bastante, mas porque vejo um claro desvio de finalidade vocacional.

Antes que venham os MIMIMIs, quero deixar claro que não estou falando contra quem gosta de viajar e quer conhecer novos países, sei que vou mexer em um axioma dessa geração e a chance de sair faísca nos comentários é grande.

Confesso que essa obsessão em conhecer o mundo todo não é natural da minha geração, mas como sempre servi a próxima geração com meu trabalho, comecei a ouvir e observar mais os jovens e seus argumentos, sonhos e projetos de vida. O que me revelou essa obsessão? Mais >

Uma ajudinha nunca mais

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Nas últimas décadas as mulheres conquistaram muito o mercado de trabalho e se tornaram parceiras dos seus maridos no sustento da casa.

Hoje quando converso com novos casais vejo que quase não pensam mais no antigo formato do homem trabalhar fora e da mulher trabalhar em casa.
Como esse formato é novo, muitas lacunas não foram bem resolvidas ainda nas últimas décadas.

Uma delas é a educação e o cuidado dos filhos pequenos. A grande parte das mulheres quando são mães entram em uma crise logo depois que a licença maternidade acaba. Se vão se dedicar integralmente ao cuidado do filho nos primeiros anos ou de forma parcial.

Mas essa reflexão não é para falar das mães e sim dos pais. Mais >

A polarização da internet #Parte3

1909646_1045097355533382_6660039455669922386_n Uma das coisas que os polarizados não suportam são pessoas com opinião equilibrada, que não querem brigar e nem ficar tacando pedra na Geni.

Eles vão fazer de tudo para você perder a postura e se polarize, geralmente usam três falácias provocativas para você perder a postura de cautela e discernimento do Espírito.

1- “Você só fica em cima do muro.”

Alguém que se polarizou, não suporta alguém ponderado nas suas opiniões, eles preferem você até no polo oposto. Querem que você responda rápido, taxativo e de forma radical.

Usam até o versículo sem contexto do nem quente nem frio, mas morno. Mas não percebem que há tempo para tudo, e até o tolo, quando se cala, é reputado por sábio. Mais >

A solidão de opinião moderada

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Estar nas redes sociais é um eterno sentimento de solidão de opinião, ainda mais se sua opinião é moderada. Parece que todos pensam diferente e você está errado. Vou explicar o porquê.

Certa vez vi uma pesquisa mostrando que quando você posta sua opinião em alguma rede social, os que concordam simplesmente apertam curtir, os que discordam são muito mais propensos a comentar. Mais >