Liturgia 2.0 – Uma analise do legado de Lausanne III
Em uma palestra na FTL (Fraternidade Teológica Latino-Americana) juntamente com Pr Ricardo Barbosa, Pr Carlinhos Veiga e Pr. Thiago Thomé falamos de nossas observações de “Lausanne III” Cape Town, realizado em outubro de 2010.
Se você tem acompanhado os nossos esforços para uma liturgia mais contemporânea, aqui a gente pode expor um pouco do que aconteceu em Lausanne III e o legado revolucionário do programa que deixou para nossos congressos e igrejas.
Se quiser ter o DVD com todas as palestras entre em Missão na Integra.
| Este artigo foi postado por Marcos Botelho em 15 de fevereiro de 2011 às 21:07, e está arquivado em #Liturgia2ponto0, Blog, Pós-Modernidade. Siga quaisquer respostas a este artigo através do RSS 2.0. Você pode deixar uma resposta ou fazer um trackback do seu próprio site. |





há 1 ano atrás
Sensacional análise! É mais do que necessário refletir sobre a metodologia do discurso religioso na pós-modernidade.
há 1 ano atrás
A maior verdade é essa, estamos em 2.0.Só resta a igreja ver como trabalhar com essa novidade.Durante o culto do JV, conversávamos no bate papo ao mesmo tempo, e isso era uma coisa que eu achei totalmente interessante.Ver um culto e discutir com outras pessoas em tempo REAL.
há 1 ano atrás
Estive e estou pensando neste – na verdd preocupado – Tema. Temos que redesenhar nossa liturgia, não como um “exercício mental para poucos” mas como “uma nova prática pra todos”… com o risco de continuarmos longe do coração da galera!!
há 1 ano atrás
Já tem algum tempo que venho me incomodando com este tipo de liturgia, e não sabia que já existir um movimento para uma renovação ou reforma da liturgia atual.
Concordo que o tipo de liturgia atual é muito centralizador e coloca todo holofote no pregador e não em Cristo. Não podemos deixar de observar que este tipo de liturgia é responsável pelo surgimento de movimentos neopentecostais e outras bizarrices gospel, onde não há um diálogo, onde não existe a possiblidade de contrapor ao pensamento do pregador, dessa forma a massa é levada a pensar o que o pregador diz, e aqueles que poderiam ponderar o pregado, é impedido pela liturgia, assim a palavra de Deus vem sendo distorcida com o tempo.
Porém, a liturgia 2.0 não pode ser como uma EBD, seria chover no molhado, mas concordo que algo tem que ser feito para mudar a liturgia moderna, precisamos criar uma liturgia onde Cristo seja exaltado e não o homem.