Conheça Derek. Ele nasceu em Londres, Reino Unido, e sua mãe enfrentava o alcoolismo e seu pai derekestava na cadeia. A série de namorados agressivos de sua mãe e os envolvimento de seus irmãos mais velhos com drogas, fizeram com que suas primeiras lembranças fossem violentas e perturbadoras. Não demorou muito até que ele fosse tirado dos cuidados da sua mãe e grande parte de sua infância fosse vivida em casas coletivas. Com poucos bons exemplos e nenhum apoio familiar, Derek se tornou hostil e manipulador. Há 6 mil crianças no Reino Unido em situação semelhante à de Derek – desesperadamente em busca de uma família bondosa e amorosa.
Felizmente isso é o que Derek finalmente encontrou: uma família acolhedora em Oxfordshire levou-o para a casa deles e, embora ele ainda esteja se adaptando à sua nova vida, seus pais acolhedores já veem mudanças positivas no comportamento dele.

FALE COM DEUS

UntitledOre para que as crianças que vivem sem famílias possam conhecer a Deus como seu Pai do céu e recebam seu amor, orientação e proteção

maoOre pelas crianças que vivem nas ruas, para que Deus as proteja da influência das drogas e do álcool, da violência das gangues e do risco de abuso ou exploração

maooOre para que nossas igrejas encontre meios de se tornar uma família para as crianças que não têm suas próprias famílias; talvez encorajando seus membros a acolher temporariamente ou adotar crianças, ou fundar ministérios que atendam a crianças em situação de risco na comunidade local, ou se comprometendo a orar por crianças regularmente

 

SAIBA OS FATOS

132 milhões de crianças ao redor do mundo constam nos registros como “orfãos”. Estudos demonstram que essas crianças não tutoreadas ou adotadas, mais de 10% cometerão suicídio antes de terem dezoito anos.

A cada 2,2 segundos um orfão “passa da idade” para as instituições de cuidado (completa 18 anos) sem ter família ou um lugar que chame de lar.

Estimativas sugerem que cerca de 50 milhões de crianças vivem nas ruas na América Latina. A maioria delas fugiu de casa ou foi abandonada pelos seus familiares.

No Zimbábue, aproximadamente 15% das crianças com idade abaixo de 15 anos perderam o pai ou a mãe, ou ambos.

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O Mutirão Mundial de Oração é  uma iniciativa da Viva, uma organização mundial com sede na Inglaterra e trabalhos na área da proteção infantil por todos os continentes. No Brasil, a Rede Mãos Dadas promove esta ação desde 2002. Para mais informações clique aqui.

Clique aqui e veja a cartilha completa.

Em 2013 o Mutirão Mundial de Oração pelas Crianças e Adolescentes que vivem em situação de vulnerabilidade social terá como tema central a família. É na família que aprendemos sobre a vida, sobre o mundo, sobre nossos relacionamentos, enfim, sobre tudo! Infelizmente, muitas crianças aprendem pela ótica da negligência, dos maus tratos, da violência. Vamos erguer a voz ao Pai pedindo o livramento, o resgate, a transformação que nossas famílias precisam. O Mutirão acontecerá este ano do dia 31 de maio a 2 de junho.

Conheça Geeta. Ela nasceu em uma família muito pobre em Patna, Índia. Os salgados que seu pai meninaivendia à beira da rodovia rendiam dinheiro suficiente apenas para Geeta e sua irmã, Sunita, terem as principais refeições, mas a situação delas era bem instável. Então os pais de Geeta decidiram arranjar casamento para a as duas filhas o mais rápido possível, para que outros fossem responsáveis pelo sustento delas. Como era a mais velha, Sunita, de 14 anos, se casou primeiro. Se ela engravidar com esta idade, tem cinco vezes mais chances de morrer durante a gravidez do que uma mulher com idade entre 20 e 24 anos. É claro que, como muitas noivas-criança, ela não terá escolha quanto a este assunto. Geeta, no entanto, entrou em contato com alguém de uma igreja local que pôde ajudá-la. Com o apoio deles, Geeta persuadiu seus pais a não arranjarem casamento para ela por enquanto. Ela ganhou uma vaga em uma escola local e sonha em um dia ir para a universidade. Continue lendo →

http://www.dreamstime.com/royalty-free-stock-photos-hope-image15721548Que fatores influenciam as pessoas na infância para fazê-las agirem da forma que agem quando adultas? Será possível prever quais características nas crianças poderiam protegê-las contra as adversidades da vida?

O estudo mais famoso e relevante sobre o que passou a ser conhecido como resiliência foi conduzido pela pesquisadora norte-americana Emmy Werner. Foi um estudo longitudinal que acompanhou todas as 698 crianças da ilha Kauai, Hawai, nascidas no ano de 1955 até os 40 anos.

Resultados surpreendentes

“Aproximadamente 30% dos sobreviventes na nossa população estudada nasceram e foram criados em pobreza;  experimentaram complicações pré ou pós natais; viveram em famílias marcadas por discórdia, divórcio ou patologias mentais presentes nos pais; e foram criados por mães com menos de 8 anos de escolaridade. Dois terços (2/3) destas crianças, que tinham experimentado pelo menos  4 destes fatores de risco até os 2 anos de idade, apresentaram dificuldades de aprendizado ou problemas comportamentais ao chegarem aos 10, ou tiveram relatos de delinquência e/ou doenças mentais ao chegarem aos 18 anos. Continue lendo →

Transcrevemos aqui um relato retirado do livro Teoria e Prática dos Conselhos TutelaresÉ muito mais complexo quando mãe e filha são portadoras de deficiência e Conselhos de Direitos da Criança e do Adolescente. É um relato importante para a nossa reflexão sobre o sofrimento invisível das crianças com necessidades especiais e a importância do envolvimento vários atores da sociedade na resolução desses problemas. Leia, pense, converse com alguém! Você conhece alguma criança que vive situação semelhante?

A história verídica de Ana e Jane (nomes fictícios), ocorrida no Rio de Janeiro, sinaliza as peculiaridades de um atendimento a uma família com uma pessoa com deficiência (CAVALCANTE et al., 2007a; 2007b).

Ana é uma mulher de 30 anos que sofre de transtorno mental e tem uma filha de nove anos, Jane, com paralisia cerebral desde o nascimento. O pai é usuário de drogas e a mãe usou drogas durante a gravidez.

A infância de Jane foi marcada por negligência desde os quatro anos, quando a avó paterna deixou de prestar cuidados diretos. Como Ana tem transtorno bipolar (doença em que há pertubação do afeto, caracterizada por alterações do humor que pode oscilar entre uma fase maníaca e outra depressiva), as fases depressivas eram ponto nevrálgico do cuidado de Jane, quando a mãe não tinha ânimo de levantar da cama e a filha ficava sem alimentação, banho ou cuidados. Nessas ocasiões, Ana perdia a noção do tempo e necessitava, ela própria, de cuidados. A medicação era usada de forma descontrolada ou era simplesmente abandonada, o que deixava Ana muito mal.

Mãe e filha residiam em uma casa de fundos, quarto e sala (sem divisória), cozinha e banheiro, num local perigoso. O telhado, feito de telha, tinha um buraco, que demandava o uso de balde em dias de chuva, e algumas janelas estavam quebradas, sendo fechadas com plástico. Embora o sogro e o irmão fossem pedreiros, esse problema persistiu por longo tempo e, simbolicamente, ele parecia refletir a mente “vazada” de Ana, sem um “telhado” de “contenção emocional” que lhe amparasse e sem janelas para barrar os ventos e as tempestades interiores. – “Ah , eu queria tanto que minha mãe cuidasse de mim” – dizia Ana, demandante de cuidados. Jane é acompanhada com regularidade num Centro de Reabilitação e Promoção Social. Continue lendo →

Em 2013 o Mutirão Mundial de Oração pelas Crianças e Adolescentes que vivem em situação de vulnerabilidade social terá como tema central a família. É quase impossível pensar nas situações que afligem as famílias sem perceber ao mesmo tempo que estas situações afetam com mais dureza as crianças ali inseridas. Participe, e influencie sua igreja, seu projeto social, seu grupo de oração, enfim, todos os cristãos que você puder influenciar.  Vamos erguer a voz ao Pai pedindo o livramento, o resgate, a transformação que nossas famílias precisam. O Mutirão acontecerá este ano do dia 31 de maio a 2 de junho.

Conheça Scovia. Ao crescer no distrito pobre de Karamoja, Uganda, fome e medo eram realidade meninade todo dia para Scovia e seu irmão mais novo, Bitalo. A mãe deles se esforçava para cuidar bem deles, mas o emprego estava escasso, então ela decidiu que a família se mudaria para Kampala na esperança de terem melhores oportunidades. No entanto, tentar construir uma vida na capital não foi fácil e a mãe de Scovia tinha de trabalhar longas horas, muitas vezes tendo de deixar Scovia e Bitalo sozinhos em casa. Scovia começou a sair pelas ruas com suas amigas, algumas vezes até ficava fora até de madrugada, o que a deixava mais vulnerável a todos os tipos de perigos. Sua saúde começava a ser comprometida também. Felizmente, Scovia foi encontrada por uma organização local de atenção a crianças. Agora eles ajudam a mãe dela a gerenciar seu próprio negócio e a garantir um lar mais tranquilo para Scovia e Bitalo.

FALE COM DEUS
UntitledOre pelas crianças que vivem em situações de guerra e conflito, pelas que estão desabrigadas e refugiadas, para que sejam protegidas e que Deus atenda às suas necessidades em meio à violência

maoOre pelas crianças que são forçadas a trabalhar e peça a Deus que envie pessoas para libertá-las dessa escravidão e exploração e à instabilidade

maooOre pelos governantes, pelos líderes e outras autoridades, para que tomem decisões sábias e boas que atendam bem as crianças e suas famílias

SAIBA OS FATOS

10,4 milhões de famílias refugiadas no mundo e metade de todas as pessoas em campos de refugiados são crianças.
Todo ano quase 40 mil crianças nascem na Tailândia sem receber uma certidão de nascimento, o que as deixa mais vulneráveis a exploração
e abuso e mais propensas a terem negado o direito a saúde e educação.
No Reino Unido há 3,6 milhões de crianças que vivem na pobreza, o que é mais de uma em cada quatro do total de crianças do país.
Embora as estimativas variem de 60 a 115 milhões, é amplamente aceito que a Índia tem a maior quantidade do mundo de crianças que trabalham. Essas crianças trabalham longas horas em condições precárias, forçadas a serem praticamente escravas para pagarem dívidas contraídas pelos seus pais ou tutores.

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O Mutirão Mundial de Oração é  uma iniciativa da Viva, uma organização mundial com sede na Inglaterra e trabalhos na área da proteção infantil por todos os continentes. No Brasil, a Rede Mãos Dadas promove esta ação desde 2002. Para mais informações clique aqui.

Clique aqui e veja a cartilha completa.

A corda arrebenta para o lado da criança!

Transcrevemos aqui um relato retirado do livro Teoria e Prática dos Conselhos Tutelares. A pergunta que exige resposta é: o que fazer para que relatos como este se tornem raros ou até inexistentes? A Rede Mãos Dadas acredita que os elos mais vulneráveis em qualquer situação de crise são as crianças. Como cidadãos com dupla cidadania (cidadãos brasileiros e cidadãos do Reino de Deus), cada um de nós precisa se preocupar e lutar para que as “viúvas” e os “órfãos” modernos sejam o alvo de medidas protetivas eficazes. Queremos que o choro de mulheres como a Jorgina se transforme em ações de graça a um Deus que protege os pequeninos e os livra do mal.

 
A história da Jorgina aconteceu na chegada do século XXI (CAVALCANTI, 2002). Ela mora em um morro do Rio de Janeiro com dois filhos, uma menina de dois anos e um menino de um ano e três meses. Durante o dia, deixava-os a sós dentro de casa e saía à procura de trabalho e comida. 
O pai do caçula era traficante e estava preso. O pai da menina, também envolvido com drogas e ex-presidiário, morava no morro com a mãe e a família.
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A reflexão de Edesio Sánchez Cetina transcrita abaixo revela o quanto nós precisamos avaliar melhor os heróis e anti-heróis a partir dos relatos da Bíblia. O texto foi retirado do livro Para Falar de Criança: Teologia, Bíblia e Pastoral para a Infância.

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Uma análise cuidadosa da narrativa mostrará que há dois tipos de personagens ao longo da história: os “heróis” e os “anti-heróis”. Os segundos se definem a partir de indivíduos e condutas que buscam manter as regras do jogo do status quo e de resolver os problemas pela via “mundo real”. Com eles como “ajudantes”, Naamã nunca alcançará a cura nem a restauração. Os primeiros, isto é, os “heróis” se definem a partir de indivíduos e condutas marcados pelo paradigma ou imagem da infância que vão, obviamente,  contra as regras e parâmetros do status quo. Em outras palavras, uns são “as crianças”, e os outros, “os adultos”. Entre esses “adultos” temos o rei da Síria e o rei de Israel; entre as “crianças”, a menina escrava, o profeta e os servos de Naamã. Naamã, na narrativa, começa do lado “adulto”, mas termina do lado “infantil”; diferentemente dele, Geazi começa como “criança”, mas termina como um anti-herói  “adulto”.

É bem eloquente constatar e comparar a conduta dos dois reis da narrativa. O rei da Síria – como seria de se esperar nesta narrativa – nos deslumbra com a insolência do poder e da riqueza desmedida: dá ordens precisas a Naamã, dá ordens precisas ao rei de Israel e envia Naamã com uma quantidade desproporcional de ouro, prata e roupas finas (vv.5, 6). O rei de Israel, por sua vez, ao receber a carta de seu colega se enche de angústia, o terror o invade e fica totalmente nulificado; sua conclusão não pode ser outra: ele procura um motivo para se desenteder comigo! (v.7). Ambos detêm o poder e têm o controle de seus respectivos povos, mas nesta narrativa o rei de Israel só pensa em si mesmo, em salvar a pele e, como consequência, não tem a capacidade de se lembrar – ou pelo menos de se informar – que há profeta em Israel (v.8). Continue lendo →

A equipe do Claves da Juventude para Cristo além do Park 17 de Febrero (“Parque 17 de Fevereiro no Uruguai”), e ainda os diretores do Campamento Jack Norment  (“Acampamento Jack Norment”)  do Paraguai e a equipe de Comunidad y Cambio (“Comunidade e Mudança) na Argentina, estão unindo forças para o curso “Bienaventurada la Recreación” (Bem-aventurada a recreação), destinada a maiores de 17 anos, que estão desenvolvendo um trabalho de liderança em uma igreja ou organização cristã (sem idade máxima).

As primeiras versões deste curso foram uma grande bênção para muitos irmãos e irmãs de diferentes tradições cristãs e de vários países latino-americanos. Acreditamos que “Bienaventurada la Recreación”  2013 que será realizada no Parque 17 de Fevereiro em Colonia, no Uruguai, será uma excelente oportunidade para os participantes capacitarem-se, desfrutarem de diversas oficinas e da unidade cristã.

Os acampamentos e encontros com crianças, adolescentes e jovens, são atividades privilegiadas de compartilhar a esperança que recebemos do nosso Senhor. Investir no treinamento de líderes que possam facilitar essas atividades, é, sem dúvida, a estratégia para o desenvolvimento do Reino de Deus.

Nós convidamos você a promover  a Bem-aventurada a Recreação 2013 entre os líderes da Igreja.

Fraternalmente em Cristo,

Luis Cesari  – CLAVES – JPC 

Mabel e Jorge Terol – Campamento Jack Norment

Leticia Pérez de Celis –  Comunidad y Cambio

Blanca Geymonat – Parque 17 de febrero

  

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Quézia, antes da doença, em uma Escola Bíblica de Férias

Quézia Queiroz é jornalista, mora em Brasília com seu marido David Magri e aos 30 anos, 7 anos após o seu casamento, descobriu que estava com câncer de ovário. Durante os 8 meses de luta contra a doença ela descobriu muitas coisas importantes que mudaram e continuam mudando sua forma de viver e de ver a vida. Entre elas está sua experiência com as crianças:

Passei a infância cantando “eu vou crescer, crescer para Jesus e quando eu estiver deste tamanho assim, eu quero trabalhar para meu Jesus sem fim”. Mal alcancei “este tamanho assim” e já estava envolvida na obra, afinal criança também pode e deve ser protagonista no Reino. Já na adolescência, comecei a dar aulas para as crianças na Escola Bíblica. Resultado? Não demorou muito e esbarrei com moças e rapazes me chamando de “tia”. Recentemente, num shopping da cidade, um deles – que rapaz enorme! – me viu e logo veio falando, animado: “Tia, que saudade! Vem aqui, quero te apresentar minha noiva”. A ficha caiu! É gratificante.

Quanta diferença alunos e ex-alunos fizeram na minha vida, em especial no momento mais difícil que vivi. Afastada da sala de aula, as outras professoras explicaram, com sinceridade, sobre a minha doença e o tratamento. Fiquei emocionada ao saber que o Espírito Santo estava levantando, no meio dos pequeninos, intercessores especiais. “As crianças não nos deixam esquecer de orar por você,  sempre. Elas pedem ao papai do céu que sare a Tia Quézia”, relatou-me uma das professoras. Continue lendo →

Minha filha, Victoria, ouvindo a história de Samuelito, contada pela educadora cristã, Darticlea

Minha filha, Victoria, ouvindo a história de Samuelito, contada pela educadora cristã, Darticlea

Nos meus tempos de criança, o modelo mais usado na educação cristã da maioria das igrejas históricas era o modelo escola. Na minha experiência, tive até que fazer provas. Como minha mãe era a líder da educação na igreja e em casa nos contava as histórias da Bíblia antes de dormirmos, eu era uma das melhores alunas. Memorizei capítulos inteiros da Bíblia usando as revistinhas dos Memorizadores da Bíblia(*). O primeiro versículo decorado foi “De eternidade à eternidade, tu és Deus.” Chorava todas as vezes que a minha mãe contava a história de José do Egito (ótima contadora de história, a minha mãe). Reclamava quando os personagens nas histórias em flanelógrafo(**) eram repetidos de uma história a outra. E fazia bastante bagunça quando a professora da escola dominical repetia uma história que eu já sabia–o que acontecia com muita frequência.

Métodos usados na educação cristã seguem modelos que estão na nossa sociedade. Cada modelo tem suas vantagens e desvantagens e eles são baseados, em parte, na forma como enxergamos as crianças. Existem outros modelos além do modelo escola. Na segunda parte do capítulo 1 do livro Children Matter, traduzido pela Rede Mãos Dadas para você, os autores discutem as vantagens e desvantagens de cada modelo. Desafiamos você a responder esta pergunta: qual é o modelo praticado na educação cristã da sua igreja? Quais são suas vantagens e desvantagens? Aproveite este recurso e ajude a sua igreja a proporcionar a melhor experiência de vida cristã para suas crianças!

Os modelos discutidos são:

  1. Modelo Escola
  2. Modelo Gincana
  3. Modelo Parque de Diversões
  4. Modelo Jornada dos Peregrinos

Qual desse é a sua igreja pratica? O último modelo, o modelo”Dança Divina” será publicado no último post desta série, aguarde! Veja pdf aqui!

 

 

(*) Memorizadores da Bíblia era uma missão norte-americana com trabalho no Brasil. O nome em inglês era Bible Memory Association, hoje Scripture Memory Fellowship.

(**) Não sabe o que é flanelógrafo? Visite o site da APEC, (Aliança Pró Evangelização de Crianças) eles ainda vendem flanelógrafos e lições completas.