Ore conosco no Plantão de Oração da Rede Mãos Dadas!

Trata-se de um canal no youtube onde você pode registrar a sua oração por pedidos específicos de crianças. Estes pedidos foram enviados para nós durante o 21° Mutirão Mundial de Oração. Queremos honrar a cada criança e cada projeto social que se dispôs a participar enviando suas contribuições. Dedicaremos todas as sextas-feiras à intercessão.

Interceda pelos motivos de oração das crianças da Rebusca. Entre lá, e escreva sua oração!

Participe! Não pare de orar!

Ore pelas crianças do Rebusca!

Ser invisível só é legal quando se tem poderes especiais, como o de passar por uma porta fechada, levantar grande quantidade de peso ou voar! Os educadores sociais sofrem com a falta de reconhecimento e apoio pelo trabalho importante que realizam. São os heróis anônimos do reino… e se você busca o olhar especial possível aos que creem num Rei e num reino, busque também enxergá-los, parabenizá-los e apoiá-los ao menos no dia hoje!

Veja abaixo os recursos que a Rede Mãos Dadas postou por ocasião do Dia Nacional do Educador Social 2016.

2016.08.15_Invisibilidade_Campanha_Educadora_X-T1-72Por Elsie Gilbert

Invisibilidade contagiosa

Ele tem prazer em orientar, proteger, guiar e valorizar os esforços dos que vêem e se colocam ao lado dos “pequeninos” de Jesus.  Leia mais aqui!


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Por Thiago Costa e Dan Bianchin

Educador Social: irrigando desertos

Dificilmente alguém toparia encarar diariamente contextos vulneráveis e violentos, a não ser por uma grande cilada do ego ou por um grande senso de vocação. Leia mais aqui!


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Por James Gilbert

As parteiras do Egito: uma história contada do ponto de vista de Deus

A desobediência e engano praticados pelas parteiras são o menor dos males, pois elas arriscam suas vidas para salvar a vida das crianças. Leia mais aqui!


dnes_vid_cov2Dicas para celebrar o dia Nacional do Educador Social

Veja sugestões de atividades para serem feita com as crianças, com o intuito de que elas tenham mais consciência do papel dos educadores em suas vidas. Leia mais aqui!


2016.07.19_UPA_Ilha_Grande_X-T1-138

Por Elsie Gilbert

Dinâmica para crianças

Conheça a história de esperança da pequena Maria Gabriela de 4 anos, e veja as atividades especiais que a Rede Mãos Dadas preparou para você desenvolver em seu projeto! Leia mais aqui!


recursosMaterial Complementar

A Rede Mãos Dadas reuniu alguns recursos complementares para quem trabalham diretamente com os educadores sociais. Veja os materiais disponíveis. Leia mais aqui!

 

Educador social: irrigando desertos

 

10333700_1056604077714545_6599615491130154585_oPedimos a Thiago Costa e Dan Bianchin, ambos profundamente envolvidos com crianças e adolescentes socialmente vulneráveis, para que nos ajudassem a enxergar o Educador Social Cristão, entendido como a pessoa que se dedica à criança ou adolescente socialmente vulnerável como ocupação e que o faz motivado por sua fé cristã. Aqui está o depoimento deles:

Ouvimos com frequência “gente, que bonito esse trabalho!”, que quase sempre é seguido de “eu não sirvo pra isso não!”. Dificilmente alguém toparia encarar diariamente contextos vulneráveis e violentos, a não ser por uma grande cilada do ego ou por um grande senso de vocação. Não é gostoso lidar com pais negligentes, estado ausente e violência física e/ou sexual envolvendo crianças e adolescentes todo dia. E sinceramente, um sorriso não faz “tudo valer a pena”.

Escrever sobre a miséria humana enquanto tema de pesquisa é fácil, escrever sobre transformação de comunidades é fácil, culpar o capitalismo ou a cultura é fácil. Difícil é conviver com as consequências do pecado, ser ameaçado de morte por tentar trazer luz ao escuro e decidir continuar irrigando desertos, ainda que nenhum fruto aponte. O educador social é quem se dedica as práticas educativas não escolares; eles estão no território, nas praças, nas ruas, nas casas, nas igrejas, nos projetos e sabem muito bem que educar é – dentre tantas coisas – praticar o princípio do acolhimento, da hospitalidade, é se vincular.

Enquanto nos projetos sociais cristãos os educadores se sentem menosprezados, invisíveis e desamparados, “lá fora”, é a mesma coisa. Em 2009, o termo “educador social” foi integrado à Classificação Brasileira de Ocupações (CBO), no entanto, ainda não há a delimitação de uma formação específica e nem mesmo um nível de formação mínimo requerido. As diversas nomenclaturas desarticulam a categoria, que encontra dificuldades para lutar por melhores salários, diminuição de carga-horária, formação continuada, supervisão, etc, etc, etc.

Valorizar o agente social cristão é mais do que abraçá-lo, citar seu nome no culto e lhe presentear com bombons. Quem executa esta prática por fé, por compreendê-la enquanto missão, também precisa de cuidado, também precisa de condições para prover o sustento de sua família, precisa de ouvido, de discipulado, precisa se capacitar. Valorizar esta gente invisível é dar condições pra que eles exerçam aquilo que Deus os tem chamado à fazer.

“A tarefa do educador moderno não é derrubar florestas, mas irrigar desertos” – C. S. Lewis

 

Thiago Costa – Arte educador, designer gráfico. Nos últimos anos tem desenvolvido oficinas de artes visuais com adolescentes em conflito com a lei no estado de São Paulo.

Dan Bianchin – Educadora, cientista social –  Atualmente conselheira Tutelar em Valinhos-SP, casada com Thiago.

 

Participe da Segunda Campanha Meu Educador Social Cristão 2016, clique aqui!

As parteiras do Egito: uma história contada do ponto de vista de Deus

Por James Gilbert

 

INTRODUÇÃO
Êxodo, o segundo livro da Bíblia, não era assim conhecido nos tempos antigos. Na antiguidade não era comum dar um título à obra escrita. Esta era chamada pelas primeiras palavras ali registradas. O livro de Êxodo ganhou este nome mais tarde por conter o relato de como o povo de Israel saiu da condição de escravidão no Egito para formar uma nação na terra de Canaã. Antes de ser conhecido como Êxodo ele era conhecido por “São estes, pois, os nomes”!

 

O QUE HÁ EM UM NOME?
Em Êxodo 1.1 o uso da conjunção “pois” indica que este livro dá continuidade à história iniciada anteriormente em Gênesis. O livro começa com uma genealogia. Será importante mesmo saber os nomes das pessoas, uma vez que sabemos muitíssimo pouco de suas histórias? Nomes são especiais e importantes para nós. Deus batizou o primeiro ser humano de Adão e em seguida trouxe todos os animais para que Adão lhes desse nomes. Para governar sobre a criação, era preciso primeiro nomeá-la. Organizamos, relacionamos e construímos nossos mundos ao atribuir nomes à tudo ao nosso redor.

 

CONSIDERAMOS HOJE A FERTILIDADE UMA BENÇÃO?estudo_james_gilbert
“São estes, pois, os nomes” nos remete de imediato a José e seus irmãos, listados individualmente. São bisnetos de Abraão a quem Deus prometeu tornar uma grande nação. Mas no versículo 6, há uma palavra que expressa a ideia comum a todas as genealogias encontradas na Bíblia: morreram. A morte chega a todos nós, arruinando a criação, porque a humanidade criada escolheu se afastar do Criador. Mas a morte não tem a última palavra. Em seguida, no versículo 7 encontramos o reverso: “Os israelitas, porém, eram férteis, proliferaram, tornaram-se numerosos e fortaleceram-se muito, tanto que encheram o país.” Estas duas realidades, da morte e da vida foram explicadas no livro anterior, Gênesis.  Novamente somos remetidos à benção original de Deus proferida a Adão: “Sejam férteis e multipliquem-se! Encham e subjuguem a terra!” Gn 1.28. Remete-nos também à promessa de Deus para Abraão: “Farei de você um grande povo, e o abençoarei. Tornarei famoso o seu nome, e você será uma bênção.” Gn 12. As crianças são benção de Deus. Para Adão e Eva elas foram a primeira grande benção, para Abraão foram veículo de benção culminando com o nascimento do menino Jesus, o maior presente de Deus para a humanidade. Continue lendo →

Criança abençoada, Eu cuido de você! 

Elsie B. C. Gilbert

2016.07.19_UPA_Ilha_Grande_X-T1-138Na escola da Praia da Longa, Ilha Grande, Angra dos Reis (RJ), é prática diária hastear a bandeira enquanto as 25 crianças que frequentam esta escola em regime multisseriado cantam o hino nacional. Um dos meninos, o Miguel, de 6 anos, canta o hino com voz forte e afinada. Ele sabe quase toda a letra deste hino, tropeçando apenas naquelas partes em que todos nós brasileiros também tropeçamos.

A diretora chama uma menina de 4 anos para hastear a bandeira. Explica para nós que esta tarefa é concedida a crianças que desempenharam alguma ação digna de honra. Maria Gabriela, explica a diretora, terá a honra nesta manhã simplesmente porque voltou para a ilha depois de dois meses ausente. A menina encara a tarefa com alegria e seriedade. A bandeira já estava lá em cima quando ela se desconcentra e esta cai. A menina não se intimida. Começa tudo de novo com graça e um sorriso charmoso.

E quem somos nós? Somos uma equipe de adolescentes da Igreja Presbiteriana de Viçosa (MG) que decidiu gastar uma semana de nossas férias de julho trabalhando com as crianças nesta escola pública. Nossa motivação? Demonstrar o amor de Jesus por elas de forma prática: brincando, contando histórias, ensinando a dançar, a fazer massinha, a dobrar origami, etc. Continue lendo →

Por Elsie B. C. Gilbert 

Invisibilidade é contagiosa. Aqueles que trabalham em favor dos invisíveis sabem disto! Uma de suas primeiras experiências ao decidir abraçar uma causa é descobrir que as pessoas não querem ouvi-las, não querem participar da sua paixão e do seu sofrimento em favor de alguém. Aquele que se identifica com uma criança invisível, corre o risco de se tornar invisível junto com ela!

 

QUASE INVISÍVEIS PARA O IBGE
A Classificação Brasileira de Ocupações destina o código 5153 para a família dos trabalhadores de atenção, defesa e proteção a pessoas em situação de risco e adolescentes em conflito com a lei. Neste grupo estão incluídos educadores sociais, educadores sociais de rua, conselheiros tutelares, entre outros. O código 5153 se aplica à educadores sociais que atuam em todas as faixas etárias, mas sabemos que  a maioria absoluta destes profissionais atende crianças ou adolescentes, isto porque a maioria das organizações sociais 2016.08.15_Invisibilidade_Campanha_Educadora_X-T1-72registradas se dedica a este público.

Onde estão os educadores sociais que se dedicam às crianças e adolescentes socialmente vulneráveis? Eles estão inseridos em programas sociais de educação não-formal como jornada ampliada, creches (ainda não incorporadas à educação infantil ofertada pelos municípios), projetos socioeducativos como escolinhas de futebol, dança, e outros ligados às artes, esporte e recreação. Educadores sociais se envolvem também com abordagem das crianças e adolescentes em situação de rua, projetos voltados ao abrigamento temporário de crianças e adolescentes, programas socio-educativos para crianças ou adolescentes em conflito com a lei, etc.

Também não temos dados absolutos de quantas pessoas atuam nestas organizações e que poderiam ser classificadas como educadores sociais. Há várias razões para isto. Continue lendo →

Claves_GuatemalaAntígua, Guatemala – Líderes cristãos de 16 países da América Latina e Caribe estão reunidos em Antígua, na Guatemala, para celebrar 20 anos do Programa Claves, uma metodologia cristã, desenvolvida pela Juventud para Cristo do Uruguai, que ajuda crianças e adolescentes a protegerem-se da violência sexual. O encontro que começou nesta segunda (29/08) e vai até sexta (dia 02/09), reúne 75 pessoas do continente, além de participantes dos Estados Unidos e da Suíça.

O Programa Claves nasceu no Uruguai em 1995, como resposta a múltiplas situações de abuso sexual contra crianças e adolescentes. Desde então, um grupo multidisciplinar, junto ao BICE (Oficina Católica para a Infância) e com o apoio do UNICEF, começou um programa de prevenção do abuso sexual e da violência a partir de propostas lúdicas. Este programa tornou-se uma metodologia que abriga diferentes propostas de intervenção no nível nacional e internacional. Continue lendo →