terçaspirataAprender brincando é mais divertido e pode ser fundamental para o desenvolvimento de crianças com síndrome de Down. A ONG Movimento Down lançou uma cartilha para auxiliar pais e profissionais. O material tem brincadeiras e jogos pedagógicos para facilitar o aprendizado de conceitos relacionados à comunicação, ao raciocínio lógico e à percepção corporal.

A cartilha, chamada Tô Brincando, em referência à sigla de terapia ocupacional, foi elaborada junto com o Instituto de Puericultura e Pediatria Martagão Gesteira, da UFRJ.

O material pode ser baixado gratuitamente, no site do Movimento Down.

 

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Veja se você é capaz de ler este depoimento sem que um sorriso aflore no seu rosto!

Por Lissânder Dias

Há uma espécie de reino de alegria na Igreja Ação Evangélica, em Imaculada, uma cidadezinha de 12 mil habitantes, localizada a 376 quilômetros de João Pessoa, PB. A pequena igreja de 100 membros recebe visitas de muitas crianças: mais de 70 por dia. Elas vêm de escolas públicas de várias cidades da região com sorrisos nos rostos e encantamento. O motivo é um parquinho de diversão construído ao lado da igreja e que já virou ponto turístico da cidade. É o único num raio de 300 quilômetros de distância em uma região semiárida quente e seca, marcada por sofrimento e pobreza. A estrutura do parquinho é simples, mas bem feita, com madeira e ferro. Tem balanço, gangorra, carrossel, escorregador, entre outros brinquedos.

um_reino_alegriaO projeto chamado Playground começou há dois anos e meio. Movido pelo desejo de oferecer um espaço de lazer às crianças da comunidade e livrá-las do perigo do alcoolismo, o pastor da igreja, Lindon Carlos Vieira Santos, de 35 anos, escreveu o projeto e foi buscar ajuda. Enquanto isso, durante um mês os adultos e as crianças da igreja reuniam-se em oração no terreno vazio. Com o apoio de uma organização social parceira, a ACEV Social, Lindon Carlos conseguiu um grupo de pessoas dispostas a financiar os gastos. Continue lendo →

Por Elsie Gilbert

A maioria dos professores sabe que os profundos problemas que afligem a educação brasileira são estruturais e estão acima deles, num mundo político onde nós temos apenas o poder do voto mas nenhum poder de veto. Mesmo assim, é possível fazer algo importante e relevante que muda a vida das crianças e tem grandes implicações para a vida futura deles.

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Ela procura ajudar as crianças solitárias

Uma professora nos Estados Unidos resolver agir depois da tragédia num colégio em Columbine, CO,  EUA, acontecida em 1999. Dois adolescentes entraram na escola munidos de armas de fogo e mataram 13 pessoas, feriram 20 e depois se mataram. Desde então as escolas nos Estados Unidos vivem em estado de alerta. Este tipo de raiva incontida se alastrou pelo mundo chegando ao Brasil quando em 2011 um jovem fez o mesmo em Realengo, Rio de Janeiro, matando 12 adolescentes e depois cometendo o suicídio.

Naquele dia, em 1999, uma professora de quinta séria teve uma ideia. Ela passou a pedir a seus alunos, toda sexta-feira, que escrevessem num pedaço de papel os nomes de quatro colegas com quem elas gostariam de se sentar na próxima semana. Ela avisava que os pedidos poderiam ou não ser atendidos. Ela também pedia que eles colocassem no papel o nome de um aluno que na opinião deles tinha sido um “cidadão excepcional” nos últimos 5 dias.  Todos os papéis eram então entregues a ela de forma sigilosa. Continue lendo →

Por Elsie Gilbert

“Aquele, porém, que entra pela porta é o pastor das ovelhas. A este o porteiro abre, e as ovelhas ouvem a sua voz, e chama pelo nome às suas ovelhas, e as traz para fora. E, quando tira para fora as suas ovelhas, vai adiante delas, e as ovelhas o seguem, porque conhecem a sua voz.” João 10:2-4

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“Devemos encarar os medos das crianças com seriedade”

“Eu sou o bom Pastor, e conheço as minhas ovelhas, e das minhas sou conhecido.” João 10:14. Ontem vi uma cena na igreja que me tocou mais do que o sermão. Uma adolescente portadora da síndrome de Down estava sentada dois bancos à minha frente. Quando cantamos ela cantou com entusiasmo, quando o pastor pregou, ela tentou prestar atenção, (tentou é a palavra certa porque de vez em quando ela saía pela porta lateral e depois voltava), mas quando sua mãe começou a chorar silenciosamente, tocada pelas palavras do pastor, a adolescente chegou mais perto e começou a massagear o ombro da mãe num gesto de carinho. Isto é escuta! Ela percebeu, ela viu, ela se compadeceu, ela se voltou para a mãe dizendo com um simples gesto: “Pode contar comigo, estou aqui para você.” Continue lendo →

sextasVeja se você é capaz de ler este depoimento sem que um sorriso aflore no seu rosto!

 

Julia02Minha Júlia (filha de 9 anos) pediu para partilhar uma palavra antes da Ceia em nossa comunidade e foi lindo!

Depois ela me disse: ‘Pai, você me inspira, mas eu prefiro não usar papel, prefiro o power point mesmo…’. 

Leu sobre a multiplicação dos pães e peixes em João 6 e depois o versículo 35 deste capítulo. Após a primeira leitura nos desafiou dizendo: “Jesus já te deu o que você precisa para ajudar outras pessoas, você precisa colocar o que ele te deu nas mãos dele e depois obedecer…”.

Após a segunda leitura disse: ‘O que vocês acham que Jesus quis dizer com “Eu sou o pão da vida?” Ele queria ensinar que o alimento está aí na natureza, o alimento existe sem a gente, mas a gente não existe sem o alimento…, Jesus é o nosso alimento, precisamos dele para viver…’

E por último ela disse: ‘É isso, vamos tomar a ceia?”

Para mim ela foi simples, clara e precisa!

 

E não é um sorriso que diz: “Que engraçado!” Não, é um sorriso que diz: “Que inspirada, que bonito, que bom!”

Pedimos ao pai para publicar este depoimento. Ele, por sua vez pediu à filha que timidamente nos concedeu sua permissão.

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Depoimento enviado por Paulo Roberto V. C. de Araújo (Bebeto)
Representante Ministerial – Brasil

 

quintas28a Feira do Livro InfantilComeça hoje a 8° Feira do Livro Infantil, promovida pela APEC.

O Stand está disponível para visitação com novidades para professores e também lindos livros para as crianças. A feira começa a partir de hoje e vai até o dia 12 de outubro.

 

Informações
Horário: 9:00 hs às 18:00 hs
Local: Parque Germânia, Porto Alegre – RS
Telefone:  (52) 3212-7669 / 8123-9310
E-mail:  apecrs@ig.com.br

 

Por Elsie Gilbert

Maria Silvina

Lembrarei da minha avó, como uma das “pequeninas” do reino de Deus.

No ano em que minha avó nasceu, o Brasil tinha apenas 21 anos de república e o presidente em exercício era Nilo Peçanha, do Partido Republicano Fluminense, o sétimo presidente do Brasil, vice de Afonso Pena que assumiu o comando quando este último faleceu em 1909. Durante sua vida, o Brasil teve 33 presidentes. Ela passou pela Revolução de 1930, pelo golpe de estado de 1937 que institui o Estado Novo de Getúlio Vargas, pelo golpe militar de 1964, pela abertura política dos anos 80. No cenário internacional ela deve ter ouvido falar das duas grandes guerras mundiais, da guerra fria e o consequente armamento nuclear, da chegada do homem à lua, da queda do muro de Berlim.

Todos estes acontecimentos tiveram um papel na vida dela semelhante ao das nuvens que passam acima de nós, trazendo chuva, tempestade, ou em sua ausência o estio. A vida, no entanto, acontece aqui embaixo, e quanto às nuvens, não se tem controle ou influência sobre elas.

Nasceu e foi criada na roça onde aprendeu a trabalhar com afinco. Sabia costurar à mão como ninguém. Cozinhava à moda antiga, à moda mineira, com banha de porco no lugar de óleo. Sabia economizar, reutilizar tudo e fazer valer cada centavo gasto. Como a maioria das moças de sua época, casou cedo. Teve sete filhos, dos quais cinco sobreviveram à primeira infância. Numa comunidade rural pertencente ao município de Campo Belo, MG, ela tinha uma vida social ativa. Era bonita com sua tez morena clara. Seria descendente da mistura entre os índios cataquazes e negros, algo comum àquela região? Não sabemos. Seus olhos eram de um verde intenso. Será que tinha sangue italiano ou libanês como resultado da fixação destes dois grupos por ali no final do século 19? Outro mistério. As Marias nascidas em berço humilde não têm “pedigree”. Ela era jovial, gostava de frequentar bailes e dançar nos casamentos, quermesses e demais acontecimentos comuns à vida rural de sua época apesar desse seu jeito extrovertido causar tensão no casamento.

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Por Elsie Gilbert

Quando Jesus viu isso, ficou indignado e lhes disse: “Deixem vir a mim as crianças, não as impeçam; pois o Reino de Deus pertence aos que são semelhantes a elas. Marcos 10:14

Quando Jesus interrompeu os discípulos e os repreendeu dizendo “Deixem vir a mim as crianças” ele reafirmou a ética da inclusão. Para chegar perto de Jesus e receber sua benção não era necessário ser um cidadão impecável, judeu, adulto, do sexo masculino. Não, todos estavam convidados a conhece-lo mais de perto e a se tornarem seus amigos e seguidores. Neste TODOS estavam incluídas em posição de destaque as crianças.

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Há lugar na casa do Pai para TODAS as crianças?

Este é o padrão bíblico, que nossas portas estejam abertas para todos, sem exceção. E neste TODOS, as crianças das comunidades adjacentes às nossas igrejas deveriam receber de nós uma atenção especial. Nem sempre, no entanto, esta é a prática entre nós. Às vezes até trazemos as crianças para um projeto social, nas dependências do prédio da igreja, mas não a convidamos para pertencer ao corpo, para se tornarem conhecidas de nós, recebida entre nós com carinho e atenção. A inclusão de Jesus, é completa: ele tomou-as nos braços e as abençoou. Continue lendo →

Not_02_10_14_Campanha_Crianca_EscutaA Rede Mãos Dadas, com o apoio de quatro parceiros institucionais (Editora Ultimato, Compassion, Visão Mundial e Sociedade Bíblica do Brasil) preparou uma novidade para o mês de outubro, o “mês da criança”. Trata-se da Primeira Escuta Nacional Igreja Amiga da Criança.

 

Veja mais sobre a campanha aqui!

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Por June Ribeiro

Jesus era, e ainda é, o Mestre por excelência! Seus métodos de ensino nos inspiram ainda hoje. Mas, a eficácia do Seu ensino não se deve apenas ao uso de ferramentas e estratégias poderosas como metáforas e, perguntas.

É nas interações que estabelece com “os alunos” que Jesus mais efetivamente nos inspira e evidencia princípios preciosos do Reino de Deus.

DSC01001Jesus era um professor itinerante. Viajava bastante a pé ou de barco. Vivia apertado entre as multidões, mal tinha tempo para comer  e, às vezes Ele se cansava. Porém, nunca reclamou. Ao contrário, sentia-se feliz em ministrar às pessoas. Seu ministério foi árduo, intenso e de muita responsabilidade. Neste aspecto, pais e  educadores em geral, se identificam com Ele, não é mesmo? Convido-o a continuar esta leitura na expectativa de que se identifique com Ele em sua amizade com as crianças.

Numa destas aulas, provavelmente sob sol forte e intensa demanda das multidões, aconteceu de algumas mães e pais trazerem as suas crianças na esperança de que  Jesus abençoasse seus filhos, pois estavam vendo com seus próprios olhos como era precioso o encontro com o Salvador.

A Bíblia não entra em detalhes, mas ouso imaginar esta turminha e este episódio, pois criança é criança em qualquer tempo e lugar: os mais curiosos vieram correndo na frente, pedindo licença com as mãos, outros chegaram agarrados às compridas túnicas dos pais, alguns no colo, tossindo incomodados com a poeira. O silêncio foi logo interrompido e os adultos franziram as sobrancelhas, como a gente faz na igreja, perguntando no íntimo: estas crianças não tem mãe? Continue lendo →