segundas-1024x231por Vanderlei Schach

Os filhos são herança do Senhor, uma recompensa que ele dá (Sl 127.3).

Ao lermos os textos do Salmo 127 e 128, ficamos felizes, aliviados e temos segurança nas orientações de Deus sobre a família. Cada membro da família tem seu lugar, e é perfeitamente feliz dentro dos planos de Deus: marido e suas responsabilidades, a esposa e suas responsabilidades, e os filhos e suas responsabilidades. As bênçãos da família estão na própria família: no respeito que cada um tem pelo outro; no temor a Deus como princípio e regra de vida; na própria pessoa em si que nasce, continuando e perpetuando a vida da família e o Evangelho.

Daniel

Daniel

Nos tempos bíblicos, não ter filhos, era motivo de dor, vergonha e discriminação; a sociedade atual está no caminho inverso, ou seja, não ter filhos é melhor, dá mais liberdade para ao casal, menos gastos, maiores chances de crescer profissionalmente, de adquirir bens, aproveitar a vida, viajar, entre outras coisas.

Se olharmos para os bebês, para os filhos e toda alegria que encontramos neles, jamais diríamos que são um atrapalho na vida dos adultos, sejam pais ou pessoas responsáveis por eles. Se cada um de nós é adulto hoje, é porque um dia foi bebê, foi cuidado, bem ou mal, e conseguiu chegar até aqui. Colocar preço na concepção da vida de uma pessoa é tão desumano quanto julgar desnecessário que um bebê exista. Continue lendo →

quintas2sbb seminarioA Sociedade Bíblica do Brasil (SBB), realiza no dia 15 de novembro o 1° Seminário sobre Dependência Química em Sumaré (SP), cujo o tema é “A Fé: um ato de coragem na recuperação”.

 

Informações
Data: 15 de novembro
Local: Anfiteatro do Centro Administrativo de Nova Veneza
Av. Brasil, 1.111 – Distrito de Nova Veneza  –  Sumaré – SP

 

* Interessados confirmar presença pelos telefones: (11) 3474-5882 ou 0800-727-8888
A entrada é gratuita. Vagas limitadas!

terçascrianca2014A nossa dica de hoje é a cartilha criada pelo Instituto C&A e Ato Cidadão sobre a participação infantil no plano nacional pela primeira infância. O recurso é um pedido para pais, educadores, formuladores de políticas, enfim, a sociedade, olhem para a criança como ser o único e insubstituível na formação hoje do nosso país, e não apenas no futuro.

 

Para baixar o PDF completo (clique aqui!)

 

segundas-1024x231por Vanderlei Schach

Dos lábios das crianças e dos recém-nascidos firmaste o teu nome como fortaleza, por causa dos teus adversários, para silenciar o inimigo que busca a vingança (Sl 8.2).

Vivi

Deus constrói a história da salvação a partir de crianças (…)

Ultimamente a mídia tem destacado vários crimes contra as crianças. Crimes praticados por adultos. Num ambiente onde se reivindica o aborto (em relação ao aborto, o Código Civil, Artigo 2º, preconiza: “A personalidade civil da pessoa começa do nascimento com vida; mas a lei põe a salvo, desde a concepção, os direitos do nascituro”) como direito, mães jogam seus recém-nascidos no lixo, em qualquer lugar. Crianças são jogadas pela janela de edifícios. Ou ainda o caso do menino boliviano que, após entregar suas economias aos assaltantes que invadiram sua casa, foi morto com um tiro na cabeça, mesmo implorando aos bandidos que não o matassem. Outros são assassinados com overdose de medicamentos ou drogas.

Contudo, na Bíblia não é assim. Nela as crianças têm destaque especial. Em muitos textos da Bíblia as crianças aparecem impactando fortemente a estrutura social da época. Por outro lado, também as crianças sofrem com a miséria e a pobreza na sociedade antiga. Continue lendo →

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Por Elsie Gilbert

Espaço de cura? Será que a igreja tem a obrigação de curar as crianças de suas enfermidades? Temos autoridade concedida por Deus para competir com os PSFs e todo o sistema de cuidados médicos em nossas congregações? Acredito que não. Temos no entanto a obrigação de nos organizarmos como espaços nos quais a saúde é um valor pregado e vivido de forma integral porque adoramos e seguimos o Criador do universo. Ele tem prazer no nosso bem estar.

O Criador—aquele que um dia se tornou homem, habitou conosco e experimentou a condição humana–nos instruiu a pedir tudo o que precisássemos. É por isto que oramos pedindo a cura de enfermidades que desafiam a própria medicina, mas também observamos práticas saudáveis com o objetivo e manter nossa saúde, um bem precioso. Oramos pedindo para Jesus levar sobre si as nossas angústias, mas também buscamos o consolo de amigos e familiares para enfrentar nossos medos e tristezas. Ambas iniciativas protegem nossa saúde emocional. É por isto também que oramos, pedindo perdão pelos nossos pecados, mas somos instruídos a liberar o perdão ao nosso próximo quando ele nos ofende e a receber dele o perdão quando o ofendemos, porque disso depende uma vida espiritual dinâmica. Continue lendo →

p1O Projeto Calçada está ativo no Brasil desde 2002 e já realizamos capitalizações em 17 estados e o Distrito Federal. Já capacitamos quase mil educadores para aconselharem crianças em risco e as ajudarem a recebem cura de seus traumas e afirmação, o que tem um impacto duradouro não só para elas, mas também para suas famílias e comunidade, criando um efeito multiplicador de transformação.

Ainda não havíamos chegado ao Piauí, até que uma educadora decidiu se dedicar e estudar a metodologia de capacitação através do DVD, o novo recurso que desenvolvemos recentemente. A Jandira é uma pessoa corajosa e logo comunicou à coordenadora Luciana que estava pronta para começar a praticar capacitando membros de sua equipe da MEAP – Missão Evangélica de Assistência aos Pecadores. Continue lendo →

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Mary e Gary Vanderkooi

O mundo luta contra a terrível e contínua força da epidemia atual de Ebola1, e o Brasil se preocupa com o risco do vírus chegar ao país. O que a igreja brasileira – e em especial, os missionários brasileiros que trabalham na África ou países vizinhos – tem a ver com isso?

A jornalista Elsie Gilbert conversou com Mary Vanderkooi, uma experiente médica missionária que atualmente trabalha em Soddo na Etiópia. O país não um dos focos do vírus, mas tem uma das mais importantes plataformas aeroportuárias da África e está em alerta também. Mary fala sobre a epidemia de Ebola e o que os missionários precisam saber para protegerem a si mesmos e suas famílias dos riscos do vírus. A Dra. Mary Vanderkooi é de DeKalb, Illinois, e tem trabalhado em Soddo com seu marido Gary desde 1994. Gary tem um PhD em Bioquímica e é um dos diretores de um hospital na região. Mary é especialista em Medicina Tropical e é autora do “Manual de Medicina para as Aldeias”, que está na sexta edição. O casal tem dois filhos.

***

Dra. Mary, você vive a, pelo menos, 8 mil quilômetros de distância da epidemia atual. Por que preparar-se para a epidemia?

– Estes 8 mil quilômetros de distância são percorridos em apenas 12 horas em uma viagem de avião. O Ebola viaja de avião; foi assim que aconteceu em todos os casos de ultrapassagem das fronteiras, exceto no Senegal.
– Os que pagam viagens aéreas normalmente conseguem pagar pelo cuidado médico. Não ficam inclinados a ficar presos nos armazéns do governo, com a população. O hospital onde trabalho tem uma boa reputação. O primeiro caso no país pode ser de algum diplomata que ouviu a nosso respeito e apareceu na porta de entrada.
– Todos os primeiros casos de Ebola levaram a casos secundários e terciários. Demora algum tempo para qualquer hospital conseguir se organizar. Se algumas enfermeiras morrem, o resto dos funcionários vai se recusar a trabalhar, o que resulta no fechamento do hospital. Não queremos que isso venha acontecer.

A notícia que chamou a atenção de todos nos Estados Unidos foi a história de um médico missionário, que voltou para morrer em seu próprio país, vitimado pela doença. Isso mostra que missionários estão vivos e ativos no mundo. Também nos mostra que os trabalhadores da linha de frente podem correr um risco maior e que nós, a igreja, precisamos nos preparar para apoiá-los em suas necessidades mais urgentes. Assim, que conselhos você gostaria de dar aos missionários que estão em países com maior risco da doença? Eles deveriam sair de lá o mais rápido possível?

Pensando em tratar de risco:

– Quando entramos na família de Deus, nos candidatamos ao sofrimento. É difícil para os que são ricos entrar no reino de Deus, porque as riquezas conquistam a expectativa que a vida deve ser confortável.

– Se parentes não cristãos insistem que o missionário deve ser retirado, aí o missionário deve decidir se Deus ou sua família merecem seu primeiro amor. Se for uma comunidade cristã que quer que seu missionário saia, a escolha moral é semelhante.

– Apesar disso, é razoável querer diminuir o risco de morte. Em nossa situação, dois pais médicos decidiram permanecer, mas retirar suas famílias. Não faz sentido que crianças e esposas não médicas desnecessariamente se exponham à enfermidade. Aqueles de nós que somos mais velhos (com menos anos para viver), ou solteiros, serão os voluntários para as tarefas mais perigosas.

– Crentes mais idosos que amam o reino de Deus deviam se oferecer como voluntários de curto prazo para o contexto da epidemia da Ebola. As equipes médicas precisam de alimentos limpos e palatáveis, quando não têm tempo para cozinhar. No contexto do meu hospital, quando ou se estamos sobrecarregados, gostaríamos ter alguém que nos preparasse uma boa refeição por dia. Outros lugares terão outras necessidades. Viagens missionárias de curto prazo podem contribuir.

OMS / N. Alexander

OMS / N. Alexander

Como deveríamos nos proteger de uma possível epidemia?

O cuidado ideal para a Ebola é a admissão imediata à Unidade de Tratamento da Ebola, seja numa área em desenvolvimento ou sendo retirados para um país distante. Os que oferecem cuidados devem vestir roupas protetoras que cobrem cada centímetro quadrado do corpo.

– A realidade é que isso vai envolver atrasos, durante os quais o paciente estará necessitado de um banho, sedento ou faminto. Os pais ou cônjuges não preparados têm duas escolhas: ou deixam o paciente ou tentam cuidar eles mesmos do doente. Esta segunda opção é suicida, mas é a mais escolhida.

– Sabendo disso, faz sentido se preparar. O suprimento de roupas protetoras disponíveis à venda pode se esgotar e ainda existe o problema do que fazer com o lixo contaminado. Não é difícil juntar roupas protetoras e outros equipamentos laváveis e reutilizáveis. Proteção imperfeita é melhor que nenhuma proteção. Eu estou preparando recomendações a esse respeito, com a ajuda de minha agência missionária Equip INC.

E quanto às crianças? Elas são mais vulneráveis? Ou têm mais resistência para lidar com a enfermidade?

Na maioria das enfermidades infecciosas são os mais novos e os mais idosos que sucumbem. Do que pude ver, os sobreviventes são adolescentes e jovens adultos previamente saudáveis.

– Há um problema grande com crianças pequenas e a Unidade de Tratamento de Ebola. É um suicídio a mãe ou o pai acompanharem seu filho (e não é permitido), mas é desesperador para a criança sentir-se abandonada aos cuidados de estrangeiros com roupas e máscaras que parecem robôs, enquando já sofrem com os sintomas da doença. Não há boa solução para esse dilema.

Como a igreja no Brasil pode orar enquanto vemos o desenvolvimento da epidemia da Ebola? Pode nos dar alguns pedidos de oração mais específicos?

Não tenho a menor ideia sobre como as pessoas deveriam orar2. É óbvio que a vontade (pelo menos permissiva) de Deus vai acontecer. Ele tem suas razões. O mais importante é que sejamos encontrados fiéis.

>> Entrevista traduzida voluntariamente por Antonia Leonora van der Meer.

Notas:
1. A África Ocidental enfrenta o maior surto do vírus ebola já registrado desde a descoberta da doença, em 1976. Segundo a Organização Mundial da Saúde (OMS), trata-se da maior epidemia de febre hemorrágica em termos de pessoas afetadas, número de mortos e extensão geográfica. A epidemia deixou 2.811 mortos na África Ocidental, de 5.864 casos, indica o último registro da Organização Mundial de Saúde (OMS), apresentado nesta segunda-feira (22).

2. Aproveitamos a pergunta e sugerimos os seguintes motivos de oração:
– Orar para que haja menos conversa e mais ação prática e urgente entre os que podem desenvolver tratamentos e remédios adequados.
– Orar por obreiros dispostos a ir e servir, sejam protestantes, católicos, ou movidos por sentimentos humanitários, como os Médicos sem Fronteiras.
– Orar para que pela misericórdia de Deus essa doença terrível deixe de continuar a se expandir e causar tanto terror e morte.
– Orar por todos os enlutados e pelas pessoas daqueles países que vivem com o medo e sem saber o que podem fazer.

Por Elsie Gilbert

ame“Há 3 dias do pleito, que cidadão brasileiro não está apreensivo quanto aos rumos do país?

A resposta é fácil: o corrupto. O problema do corrupto é que ele se alimenta de poder, não quer saber da verdade, do bem estar social, da justiça. Enquanto houver vantagem para ser obtida, um degrau a ser galgado, um golpe a ser desferido, uma forma de obter recursos de forma desonesta, apreensão não lhe atinge.

E no entanto ele mata crianças com uma canetada desviando recursos da merenda escolar, do hospital local, dos serviços sociais.  Ele rouba a tranquilidade dos aposentados. Ele ameaça comunidades inteiras como as comunidades afetadas pelas madeireiras no Amazonas que insistem em destruir os rios por onde escoam a madeira ilicitamente “legalizada”. Continue lendo →

terçaspirataAprender brincando é mais divertido e pode ser fundamental para o desenvolvimento de crianças com síndrome de Down. A ONG Movimento Down lançou uma cartilha para auxiliar pais e profissionais. O material tem brincadeiras e jogos pedagógicos para facilitar o aprendizado de conceitos relacionados à comunicação, ao raciocínio lógico e à percepção corporal.

A cartilha, chamada Tô Brincando, em referência à sigla de terapia ocupacional, foi elaborada junto com o Instituto de Puericultura e Pediatria Martagão Gesteira, da UFRJ.

O material pode ser baixado gratuitamente, no site do Movimento Down.

 

Baixe desenhos de pirata para colorir aqui!

 

sextas

Veja se você é capaz de ler este depoimento sem que um sorriso aflore no seu rosto!

Por Lissânder Dias

Há uma espécie de reino de alegria na Igreja Ação Evangélica, em Imaculada, uma cidadezinha de 12 mil habitantes, localizada a 376 quilômetros de João Pessoa, PB. A pequena igreja de 100 membros recebe visitas de muitas crianças: mais de 70 por dia. Elas vêm de escolas públicas de várias cidades da região com sorrisos nos rostos e encantamento. O motivo é um parquinho de diversão construído ao lado da igreja e que já virou ponto turístico da cidade. É o único num raio de 300 quilômetros de distância em uma região semiárida quente e seca, marcada por sofrimento e pobreza. A estrutura do parquinho é simples, mas bem feita, com madeira e ferro. Tem balanço, gangorra, carrossel, escorregador, entre outros brinquedos.

um_reino_alegriaO projeto chamado Playground começou há dois anos e meio. Movido pelo desejo de oferecer um espaço de lazer às crianças da comunidade e livrá-las do perigo do alcoolismo, o pastor da igreja, Lindon Carlos Vieira Santos, de 35 anos, escreveu o projeto e foi buscar ajuda. Enquanto isso, durante um mês os adultos e as crianças da igreja reuniam-se em oração no terreno vazio. Com o apoio de uma organização social parceira, a ACEV Social, Lindon Carlos conseguiu um grupo de pessoas dispostas a financiar os gastos. Continue lendo →