sextasAluno e professor

 

 

 

 

 

Um professor de escola dominical perguntou para seus alunos: “Crianças, todos vocês fazem  suas orações à noite?”

Um menino respondeu: “Minha mãe é quem faz minhas orações.”

“Sei”, disse o professor. “E o que sua mãe fala?”

O menino respondeu: “Graças a Deus ele está na cama!”

 

Fonte: John no site The Good Clean Funnies List, traduzido por Beatriz A. de Paula.

 

 

terças7533-101413-gs7533Em setembro e outubro, a Rede Mãos Dadas lançará uma nova campanha: “Igreja Amiga da Criança”. Por isso o Instituto Lado a Lado produziu a cartilha com o propósito de ouvir as crianças que frequentam nossas igrejas e perguntar a elas algo muito simples: esta igreja é uma comunidade com a qual você pode contar em todas as situações da sua vida?

Porque esta é a melhor definição de um grande amigo: alguém com o qual eu posso contar, que não me julga mas me exorta, que não determina os meus passos mas me influencia, que não vive comigo mas está presente em vários momentos importantes da minha vida.

Para começar, resolvemos escutar você, adulto, que se interessa por duas coisas importantes para a Rede Mãos Dadas: a igreja e a criança. É muito fácil, baixe o arquivo de sua escolha, responda o questionário e veja se sua igreja foi sua amiga quando você era criança.

 

Para baixar o PDF da campanha Igreja Amiga da Criança (clique aqui!)

Para baixa o arquivo em WORD da campanha Igreja Amiga da Criança (clique aqui!)

 

 

segundas

Segunda-feira também é dia de oração…

 

Por Ariane Gomes

Senhor,

Wendy WyattA leitura daquele trecho do Evangelho segundo Mateus que diz que ouviremos falar de guerras e rumores de guerras sucedido do alerta “vede, não vos assusteis, porque é necessário assim acontecer” quase me desanimou. Confesso: meu coração se entristeceu e foi tomado durante alguns instantes pela incerteza: Continuar ou desistir? Lembrar ou esquecer? Seguir adiante ou parar?

Porém, um lampejo de tua graça e outra lembrança. Desta vez de uma promessa: “Eis o tabernáculo de Deus com os homens. Deus habitará com eles. Eles serão povos de Deus, e Deus mesmo estará com eles. E lhes enxugará dos olhos toda lágrima, e a morte já não existirá, já não haverá luto, nem pranto, nem dor, porque as primeiras coisas passaram” (Ap 21, 3-4). Da luz e da graça vieram a esperança e a alegria retomar o seu lugar. Sobrepondo-se ao cenário árido e cinza que representa a Síria em meu imaginário elas duas vieram me dizer: continue, lembre-se e siga adiante.

Por causa disso, insisto em lembrar, em continuar trazendo à memória um motivo tão caro e em repetir a oração:

 “Lembra-te, Senhor, das crianças da Síria, abraça-as e livra-as do mal – o mal da guerra, da violência, da separação, da fome, da doença, da incerteza e da morte. Desde a menorzinha até a maior delas, das que têm mais ou menos percepção de tudo o que está acontecendo, acolhe-as e coloca uma cerca de proteção ao redor de suas vidas. Vê as suas lágrimas e dá fim ao seu pranto, enxuga-lhes o rosto e faça-as sorrir. Dá-lhes o pão de cada dia, as roupas que precisam para ficar aquecidas, a saúde física e emocional e a presença de adultos que as respeitem, ouçam, ajudem, defendam e encorajem. Poupa-as da presença de armas e do trabalho forçado para servir a qualquer das partes responsáveis pelos conflitos. Livra-as do tráfico humano, do tráfico de órgãos e da prostituição. Devolve-lhes as reuniões familiares, as escolas e as praças onde possam ser amadas, ter sua dignidade garantida e onde possam brincar e se alegrar. Traz paz à Síria. Que este país se reconstrua sob bases justas e que o teu santo nome seja conhecido entre o povo – tornar-se-ia uma alegre notícia o louvor ao Senhor proferido por crianças e adultos que aprendam a te amar.  Continue lendo →

terças

 

 

 

 

 

O Rei e seu ReinoO  recurso “O Rei e seu Reino” foi criado pelo  Lucas Rolim, que atualmente é  coordenador na instituição da Rebusca. O recurso conta com devocionais sobre Jesus e suas parábolas, que é uma ferramenta para quem trabalha com adolescentes.

Para saber como utilizar a ferramenta e motivar os adolescentes de seu projeto ou igreja, leia o texto que está disponível no pdf!

Para ter acesso ao pdf com os devocionais aqui!

 

segundasPor Elsie Gilbert

Eu já elegi minhas prioridades, as minhas “pedras grandes” estão no lugar. Posso dizer honestamente que procuro o reino de Deus e a sua justiça no meu dia a dia. Mas todo o resto está completamente fora do lugar. O que fazer?

Comecei a minha vida adulta com um tema que perdurou os primeiros sete anos de meu casamento: mudança. Mudamos 9 vezes neste período! Numa destas mudanças nós perdemos praticamente todos os nossos documentos (uma pasta inteira foi deixada para trás no banco de uma parada). Não há nada mais desconcertante que viver numa situação em que tudo está fora do lugar, do talão de cheque à pasta de dente. Socorro!

Asas de Socorro in Sabina PAVivo assim nestes dias. Estou no meio de uma mudança que já completa dois meses e ainda não entrei na casa onde vou habitar. Escrevo este post do estacionamento, dentro de um carro, aproveitando a internet do prédio ao lado. Minha família está dividida em três países diferentes: o filho mais velho na Inglaterra, o segundo no Brasil e o restante da família aqui nos EUA, tentando ajudar a minha sogra que está doente.

No meio desta bagunça, pergunto ao meu Senhor: o que se deve fazer quando tudo está fora do lugar?

A primeira resposta que ele me deu: pratique a gratidão!

A lista de razões pelas quais eu devo estar grata a Deus é tão grande que é melhor eu não começar a enumerá-las aqui. Este exercício diário me dá a serenidade e o equilíbrio para navegar estes dias caóticos. Uma coisa é certa, o fato de eu ter perdido momentaneamente algo precioso faz com que eu perceba aquilo que via de regra é meu para desfrutar. No momento consigo ver, mais do que nunca, o valor da estabilidade. E quantas crianças e adolescentes crescem e vivem no meio do caos?

Talvez seja justamente este o nosso chamado no trabalho social: ajudar as pessoas a encontrarem uma estabilidade possível e nos momentos de caos aprenderem a dar graças à Deus pela sua companhia, pela sua provisão, pelo fato de que ele nunca nos abandona.

A ele seja dada toda a glória.

 

Por Elben M. Lenz César

Uma das histórias mais tocantes envolvendo o Exército de Salvação brasileiro aconteceu na capital de São Paulo em 1936. Helene Londahl, uma missionária norueguesa de 33 anos, solteira, vendia o jornal Brado de Guerra, órgão oficial do Exército de Salvação, de bar em bar, quando, de repente, percebeu que estava dentro da zona de meretrício, na rua Timbiras, ali perto do largo Paissandu. O vocabulário, os corpos seminus, a comercialização de uma coisa que havia sido dom de Deus e um sentimento de profunda compaixão encheram a mente de Helene.

Dois anos depois, em 12 de fevereiro de 1938, o Exército de Salvação inaugurou o Rancho do Senhor, onde se amparam as mães solteiras, antes que as circunstâncias e a sociedade façam delas mulheres da vida. Este lugar, também chamado Lar das Moças, existe até hoje, 63 anos depois daquele humilde começo. Mais de 1.200 mães solteiras já passaram por ali e se livraram de cair no prostíbulo. Algumas tornaram-se membros do Exército de Salvação.

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* Texto adaptado do livro História da evangelização do Brasil, de Elben M. Lenz César, da Editora Ultimato (páginas 126 a 128).

 

elben-cesar-150x150Elben M. Lenz César

pastor e jornalista, é escritor e diretor da Editora Ultimato.

segundaspor Elsie B. C. Gilbert

Quando comecei a trabalhar com as mães de um projeto social no interior de Minas Gerais, aprendi uma dinâmica que eu usava com as mulheres para ensinar o valor de se ter as coisas nos seus devidos lugares.

769-1013alfy-stones1Eu pedia para que duas mães realizassem a mesma tarefa de forma diferente: preencher duas jarras grandes com pedras, pedrinhas, areia e água. Uma das mães podia executar a tarefa em qualquer ordem, a outra tinha que seguir uma ordem predeterminada: pedras grandes primeiro, depois as menores, em seguida a areia e por último a água.

Invariavelmente, a mãe que seguia esta ordem conseguia preencher a jarra sem entornar a água, ao passo que a outra, às vezes ficava sem espaço até para as pedras maiores.

Moral da história: nossas prioridades precisam começar a ser definidas pelas “pedras grandes”. O que é mais importante precisa ser o centro de nossas atenções primeiro. Continue lendo →