Natal em Família 3

Balanço final. Veja o que planejamos:

  1. Fazer presentes, um para cada família.
  2. Visitar a casa de acolhimento levando bicoitinhos feitos pelas crianças.
  3. Visitar duas famílias, ambas pessoas que trabalharam para nossa família no passado, levando um presente para cada uma.
  4. Ir à igreja no domingo anterior ao natal e fazer um “cultinho” familiar no dia 24.
  5. Ainda no dia 24 realizar o Show de Talentos no qual todos os membros de nossa família precisavam participar.
  6. Abrir presentes na manhã do dia 25 depois do café da manhã e fazer uma refeição especial com amigos mais tarde no mesmo dia.

Veja o que realizamos:

  1. As crianças criaram um vitral com motivos natalinos, um para cada família. Isto levou duas tardes, uma para desenhar sobre o vidro o desenho com rolinhos de durepox. E a segunda tarde foi gasta pintando. Ao final as crianças ficaram muito orgulhosas de suas criações.
  2. Os biscoitos foram feitos e comidos! Não sobrou nenhum para ser levado à casa de acolhimento! Resolvemos então encher uma lata grande com bombons. As crianças levaram a lata para a casa de acolhimento. Só que ao chegar lá, decobriram que todas as crianças tinham sido levadas para passar o natal em famílias acolhedoras. Em três dias a caixa já estava quase vazia… Mais >

Natal em Família 2

O tema Natal saiu totalmente de nossas preocupações ontem porque nossa cadela de 14 anos faleceu! Meu filho, James William, perguntou chorando porque isto tinha acontecido. Eu disse: “Porque ela era bem velinha e não resistiu.” Ao que ele respondeu: “Como no Marley e Eu”? Nunca fiquei tão agradecida pelo poder educador de um filme!

Hoje, as crianças já se recuperaram e vamos avançar nos planos. Fizemos uma reunião e eles decidiram que o tema para o natal deste ano será “Natal Solidário”. O versículo escolhido foi “Ele respondeu: ‘Ame o Senhor, o seu Deus de todo o seu coração, de toda a sua alma, de todas as suas forças e de todo o seu entendimento’ e ‘Ame o seu próximo como a si mesmo’”. Lucas 10:27

Antes de chegarem a estas conclusões, eu perguntei qual era o significado do natal numa conversa que envolvia meus dois filhos, Victoria, 11, James William, 8, e minha sobrinha Alice, 9. Eles responderam que o natal era a comemoração do nascimento de Jesus. Perguntei então porque isto era importante. Minha filha disse, “Mãe, o dono do universo resolver vir morar aqui, é maltratado, acaba morrendo, tudo para nos salvar, e você está perguntando por que isto é importante?” Alice disse “Acho que esta pergunta da Tia é uma pegadinha…” Mais >

Rebubinamos 30 anos de natais em família numa única noite!

Natal em Família 1

Rebubinamos 30 anos de natais em família numa única noite!

Rebubinamos 30 anos de natais em família numa única noite!

Recentemente descobri um diário escrito por mim mesma quando tinha 11 anos. Minha filha Victoria está com 11 anos. Achei então oportuno presenteá-la com o meu antigo diário. Ela por sua vez, declarou que vai escrever nele e que quando sua filha completar 11 anos, também passará para ela o diário com os escritos da mãe e da avó (eu!).

Imagino que seja assim que as tradições familiares se iniciam. E quantos de nós se sentem pobres neste aspecto! Sinto que minha família pode melhorar bastante quando o assunto é tradição. E isto se dá devido ao fato que optamos quando nos casamos por começar tudo de novo, quebrar paradigmas, criar novas regras. Há grandes vantagens em se começar algo novo, mas há perdas também.

No aniversário de 80 anos da minha sogra, em agosto deste ano, meu marido desenterrou uma fita VHS dos guardados de sua mãe e assim assistimos em uma única noite, filmagens dos natais de sua família começando em 1946 indo até 1976. Estas filmagens foram feitas em filmes de 8 mm e depois regravadas para o VHS. Meus filhos, sentados na sala, com sua avó, viram os avós dela! Viram a avó ainda jovem, ela com seu noivo, depois marido. Viram seu pai ali, um cinquentão, e na tela um recém-nascido, em seu primeiro natal. Aquele cinema mudo nos transportou para um tempo que não existe mais de forma impactante. Mais >

keisha

Keshia, coragem que nos inspira a ser pessoas melhores

Imagem de Mark Brunner

Keshia Thomas, se interpõe entre homem racista e manifestantes

Estou convencida de que a única coisa que temos para compartilhar são as nossas histórias. É na caminhada que Deus se faz presente. Toda vez que ele se manifesta, nos dando o poder para reagir de forma diferente às adversidades da vida, os outros percebem um fio de luz em nós que os inspiram. Milagres acontecem quando em nosso coração deixamos que fios de luz nos transformem.

A história de Keshia Thomas publicada na BBC News Magazine é um desses raios de luz!

Keshia Thomas, 18 anos, estudante universitária, participava de uma marcha anti-Ku Klux Klan (KKK) em sua cidade, Ann Arbor, no estado de Michigan, nos Estados Unidos. Isto aconteceu em 1996. Do outro lado da cerca de proteção acontecia uma manifestação da Ku Klux Klan.

A Ku Klux Kan (KKK) é o nome de uma organização ou movimento popular de extrema direita norte-americano que promove a supremacia dos brancos e luta contra os negros, contra a imigração e é a favor de um nacionalismo exarcebado. Sua expressão mais poderosa se deu nos anos 50 e 60 quando se opôs ao movimentos pelos direitos civis dos negros. É famosa pelo uso de máscaras cônicas e robes brancos que escondem a identidade de seus participantes. Foi responsável por linchamentos e outros atos hediondos perpetrados contra os negros nos Estados Unidos. Estima-se que a organização tenha hoje entre 5.000 a 8.000 membros, um número muito menor do que o de décadas atrás quando pode ter chegado a 5 milhões.  Hoje, é proibido nos Estados Unidos o uso de máscaras em manifestações. As marchas e outros atos públicos do movimento precisam se submeter às leis que regem atos públicos e por isto acabam tendo não só a permissão como também a proteção da polícia para garantir a ordem. Mais >