Que tal além de orar, interagir com as crianças do mundo?

 Por Elsie Gilbert
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Crianças orando por crianças

O Intercâmbio de Oração pelas Crianças é uma iniciativa da Rede Mãos Dadas que tem como objetivo gerar interação entre crianças de várias partes do Brasil. Este ano, faremos mais, tentaremos mobilizar também crianças de outros países de fala portuguesa como Angola, Moçambique e São Tomé e Príncipe. A ideia é muito simples: você grava no celular um pequeno vídeo com pedidos de oração do seu grupo de crianças. Estes pedidos serão transmitidos para um grupo em um outro lugar. Aquele, por sua vez, fará o mesmo. Assim, na semana do Mutirão Mundial de Oração você levará o seu grupo a interceder pelos pedidos das crianças do outro lado.

Veja um depoimento sobre uma participante do ano passado:

“Os meninos ficaram bem ansiosos para ver o vídeo das outras crianças — crianças da Bahia. Mesmo sem conhecer eles oraram por elas! Antes, ficavam com vergonha de orar e depois que viram os vídeos de outras pessoas orando e fazendo pedidos, foi que se soltaram mais! Hoje em dia é uma guerra quando pergunto: quem vai orar”? Camila Silva Navarro, Alagoas.

“Participamos no ano passado com vocês. Para nossas crianças que gravaram um vídeo, que foi em seguida enviado para vocês, tenho certeza que foi uma experiência com Deus maravilhosa e rica. Nossas crianças orando em prol de outras. Será uma benção este ano”. Gersonita Cardoso, Pará.

“Nossa experiência foi muito legal. Na organização social em que atuo, Rebusca, fizemos algumas sugestões de atividades ao longo da semana. Cada dia orávamos uma parte do Pai Nosso. Quando dividimos em grupos, foi muito legal ver algumas crianças tomando a iniciativa e liderando seus grupos para fazerem as orações. Os vídeos também foram um ponto alto! Elas adoraram assistir e orar pelas outras crianças”.

Para participar, faça sua inscrição aqui! Assim poderemos enviar já as informações do outro grupo com quem vocês trocarão informações.

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Participe do 23° Mutirão Mundial de Oração, (Clique aqui!)

Para baixar o Guia de Oração, (Clique aqui!)

Participe do nosso sorteio relâmpago. É só por hoje.

Esta pergunta foi lançada pela revista Guideposts nas suas redes sociais em função do Dia das Mães, este ano. Gostamos da ideia e resolvemos copiá-la! Você pode responder esta pergunta aqui. Para incentivar você a entrar na brincadeira, neste dia que é seu, veja abaixo o prêmio que será sorteado para entre as mães que participarem!

Agora, veja as 7 respostas mais comuns das mães norte-americanas:

Pergunta: Imagine que seu filho ou filha está orando no quarto e você entra sem fazer nenhum barulho. Qual pedido de oração em seu favor, você gostaria que a criança estivesse fazendo?

 

Respostas:

1. Deus, ajuda a minha mãe a continuar sendo um exemplo para nós.

2. Senhor Jesus, dá paciência para a minha mãe. Eu sei que ela nos ama, mas de vez em quando ela perde a cabeça.

3. Jesus, mesmo quando a minha mãe faz as coisas erradas, me ajuda a ver que ela me ama.

4. Deus, dá à minha mãe a sabedoria para fazer o que o Senhor quer que ela faça, a força e a alegria na sua caminhada.

5. Senhor Jesus, obrigado pela minha mãezinha, e por favor, ajuda e minha mãe a descansar.

6. Deus, ajuda a minha mãe a te amar de todo coração, alma e mente.

7. Jesus, ajuda a minha mãe a ficar mais parecida com o Senhor.

Qual é o seu desejo? O que você quer que os seus filhos peçam à Deus para você?

Este ano, o Mutirão Mundial de Oração pelas Crianças mais Vulneráveis convida você a orar pelas gerações futuras e pedir a elas que orem com você a interceder pela geração presente. Orando, de geração em geração. Participe!

 

Por Liz Valente

Tenho acolhido o fato de que me foi concedida a experiência materna. Essa concessão partiu de mãos divinas e passou por mãos médicas e caiu nos meus braços como quem abraça um travesseiro de estimação. Eu não sei ainda compreender toda a profundidade desse fato, mas já entendi que ser mãe é uma coisa que se instalou na minha identidade. Quem é você? Sou…

Acompanhe meu raciocínio, quando tirei carteira de motorista obtive um certificado. Eu então pude dirigir perante a lei. Nada mais. Quem sou eu? Nem toco no assunto de dirigir ou não… Quando graduei em arquitetura foi uma etapa concluída, um valor agregado ao meu arsenal de habilitações. Mestrado, idem. E assim, títulos parecem estar num nível distante da profundidade que é uma identidade. Maternidade não. Nove meses; zero preparo; não tive que passar testes ou provas, apenas esperei e acompanhei a transformação um tanto alienígena do meu corpo sendo invadido por outro serzinho que além de sugar meu oxigênio nasceu com uma caneta permanente na mão e escreveu na minha testa “mãe”.

Quando faço o caminho inverso e concluo que jamais não serei mãe, encolho.

Quem sou eu?

A espiritualidade cristã, a qual me embrulha, também fala de identidade, e, para o meu espanto, ela começa com um nascimento. “Filha”. Deus, em sua eterna bondade, permite-nos renascer para que tenhamos uma marca permanente, ‘nascidos’. O nascimento é o momento em que passamos a ser o que não éramos. Uma semente germinando e rompendo chão. A partir dele somos costurados à trindade com um laço familiar e irreversível. A partir de então “quem sou?” muda.

Leia o texto completo no portal da Ultimato (clique aqui!)

Apresentamos aqui uma declaração sobre o quê os parceiros da Rede Mãos Dadas acreditam em relação a família como direito básico de todo ser humano.

1. A fé cristã está calcada num conceito teológico de família com tal profundidade que a Trindade se revela a nós por meio dele: um Pai que envia seu Filho para reconciliar e acolher a humanidade como filhos e filhas adotivos. Sendo assim, todos nós cristãos concordamos com o artigo 226 da Constituição que diz: “A família é a base da sociedade.”

2. Acreditamos que a escolha humana de se afastar do seu Criador exerceu e exerce um impacto negativo tremendo sobre nossos relacionamentos em família, de forma que não há família perfeita, mas sim família restaurada, ou melhor, em processo de restauração, pelo trabalho transformacional de Deus em nós. Sendo assim, o Antigo Testamento defende incansavelmente aqueles que se encontram mais vulneráveis no seio familiar: “Pai de ÓRFÃOS e juiz de viúvas é Deus, no seu lugar santo. Deus faz que o solitário viva em FAMÍLIA; liberta aqueles que estão presos em grilhões; mas os rebeldes habitam em terra seca.” (Sl 68.5,6) O Novo Testamento reforça o tema: Jesus se coloca como nosso irmão mais velho, a igreja se torna uma comunidade de família alternativa, a igreja primitiva se organiza para atender às necessidades das viúvas e dos órfãos, os apóstolos se dedicam na pastoral orientando os primeiros cristãos a como conduzir suas famílias. “Mas, se alguém não tem cuidado dos seus, e principalmente dos da sua família, negou a fé, e é pior do que o infiel. (I Tm 5.8) Continue lendo →

Garimpando nos grupos de WhatsApp

Participo no WhatsApp de vários grupos formado por pessoas envolvidas na causa da criança e do adolescente de vários lugares do Brasil. Recebo, por este meio, várias informações importantes. Por que não reunir em um só lugar o melhor de cada semana? Entra em cena a Isabela Matta, caloura de jornalismo da Universidade Federal de Viçosa. Ela topou o desafio criar o nosso clipping semanal com dicas, notícias e seus links para você, nosso leitor. Pretendemos fazer isto toda segunda-feira. Confira:

Pobreza extrema aumenta 11% e atinge 14,8 milhões de pessoas

Mesmo com a expectativa de que os números diminuíssem, os indicadores de pobreza cresceram em todo o país. A diminuição de postos de carteira assinada e o aumento de trabalhos informais seriam causas por trás do novo índice, segundo economista da LCA (Letra de Crédito do Agronegócio).  Veja mais aqui.

 

 

 

Ubuntu

O escritor e palestrante Thiago Rodrigo reflete sobre uma palavra do vocabulário de uma tribo africana: ubuntu, que representa a compaixão, união, empatia e amor ao próximo, expondo características de Jesus Cristo combinam com este termo: ubuntu. Veja mais aqui.

 

 

 

Diagnóstico da Infância e Juventude de Curitiba 

O site do Diagnóstico da Infância e Juventude de Curitiba entra no ar e entrega para a sociedade curitibana uma quantidade impressionante de dados relevantes para a busca de soluções para os problemas vividos naquela cidade. Um esforço digno de nota que contou com o envolvimento muito próximo de dois parceiros da Rede Mãos Dadas: Patrick Reason e Maurício Cunha.

Veja mais aqui

Na semana que vem, tem mais!

 

Por James Gilbert

“As crianças desta geração, são convidadas a entrar pelas portas para uma cidade protegida (…)”

INTRODUÇÃO
Você consegue imaginar a Deus como um deus infiel? Como seria para nós ter um deus infiel? Não poderíamos confiar nele porque suas promessas não significariam nada. Seus decretos e alianças seriam inúteis porque estaríam sujeitos à mudanças sem notificação prévia. Se ele nos abençoasse, talvez desfrutássemos destas bençãos por algum tempo, mas não por muito tempo. Será que ele teria o poder de nos salvar? Não teríamos como saber. Seria o deus do caos. E este deus, com certeza não seria digno de louvor e honra. Ninguém chegaria até sua presença com alegria e júbilo.

Felizmente, o Criador, o Deus de Abraão, é fiel. O amor e a bondade de Deus só existe em toda a sua grandeza e profundidade por causa da sua fidelidade. E, embora fidelidade seja o ingrediente mais fundamental em qualquer relacionamento, no mundo de hoje em constante mudança, não esperamos que durem muito. Mas o SENHOR não muda, ele não abre mão da seu caráter. Ele é fiel. Continue lendo →

“(…) nós percebemos que vocês estão prontos para esta tarefa!”

Por Jane Reuther

Em 2009 recebemos na Cidade da Criança o Moisés com 2 aninhos e 7 meses de idade. Seus pais o abandonaram e uma tia assumiu a guarda do bebê. No entanto, a tia não conseguiu dar conta da rotina médica e dos cuidados especiais que o Moisés requeria. O menino foi então encaminhado, por ordem judicial, para a Cidade da Criança.

Logo que chegou, as cuidadoras perceberam que Moisés tinha algumas limitações físicas: dificuldade para falar, ouvir, ver, e outros probleminhas de saúde devido a uma desnutrição severa que o acometeu por motivos do abandono e negligência dos pais.

Moisés possuía uma graça especial, logo cativou a afeição dos cuidadores e das pessoas que visitavam a casa.

Num belo sábado, chegou na Cidade da Criança, um grupo de pessoas para visitar e distribuir brinquedos. Uma das famílias do grupo, se apaixonou pelo menino e a partir de então, ele deixou de ser uma criança sozinha. A família foi lutar no Fórum por ele, disposta a investir todos os esforços para conseguir a sua adoção, mesmo já tendo dois filhos que eram a alegria da casa. Moisés começou a receber visita desta família, que derramava sobre ele muitos mimos e carinhos. Continue lendo →

Deus me ouviu!

Que Deus bom nós temos!

“Sabemos que Deus age em todas as coisas para o bem daqueles que o amam, dos que foram chamados de acordo com o seu propósito.” (Romanos 8: 28)

Abaixo, segue um dos depoimentos enviados de uma série de cristãos de vários lugares ao redor do mundo que compartilharam coisas pelas quais eles são gratos a Deus, demonstrando como Ele de forma maravilhosa e graciosa, responde orações.

Use esse exemplo abaixo como ponto de partida para guiar as atividades e orações na sua cidade. Ela pode funcionar em diferentes contextos, com todas as idades.

 

BOLÍVIA (FAMÍLIAS)
Durante o MMO do ano passado, um menino chamado Patrido, que recebe auxílio de um Centro de Cuidado Integral em Oruro, disse inicialmente que a ideia de orar por seus pais, que são separados, não o atraía. Durante o evento, porém, ele orou por eles, e logo depois, ele contou à rede que o Senhor estava atendendo às suas orações, pois seu pai foi visitá-lo, e quer se aproximar da família novamente. Patrido agora diz que ele continua orando para que a família dele esteja unida de novo. Glória a Deus! Continue lendo →

 

Fidelidade de geração em geração

Faça uma pequena árvore genealógica da fidelidade do Senhor na sua vida. Quando, onde e por meio de quem a graça de Deus lhe alcançou? Que frutos esta fidelidade gerou em você e em outros por meio da sua vida?

Fui alcançada pela graça de Deus por meio da minha tia Alda, irmã do meu pai. Debaixo de uma frondosa árvore tamarindeira no sertão de Pernambuco. Ela contou uma história pela qual entendi que Jesus queria entrar no meu coração e limpar toda a sujeira presente ali. Gostei da ideia. Jesus passou a ser meu companheiro, depois meu salvador, mais tarde meu conselheiro e finalmente meu Senhor e Rei.

Minha tia Alda, por sua vez, tinha encontrado a graça do Senhor ao buscar ajuda (roupas, materiais escolares, etc.) para sua família empobrecida na Zona Sul de São Paulo, na Saúde, por intermédio do ministério já desenvolvido ali pelo Exército de Salvação, ainda na década de 50. Jesus a alcançou e por meio dela, quase toda sua família. Veio a congregar na Igreja Cristã Evangélica do Jabaquara e mais tarde se tornou missionária entre os Pankararus, no agreste pernambucano.

Infelizmente, este galho da minha árvore para por aí porque eu não sei quem levou minha tia à graça salvadora de Jesus. Poderia explorar o galho pelo lado materno, mas esta história já foi contadano artigo “70 Anos de Uma Oração”.

Que atitude devo então nutrir em relação à geração passada? Alegria, gratidão, curiosidade e admiração. Até aqui nos ajudou o Senhor. O caminho que a minha família trilhava era de morte. Um primo segundo, portador de necessidades especiais, foi vítima na adolescência de extermínio por milícias que operavam nas ruas de São Paulo da década de 80.

Por que tanta gratidão? Porque eu não fiz nada para merecer o caminho de vida que a graça me proporciona. 

Eu quero que ela se estenda a todos, todos os meninos e meninas deste mundo. Esta é a vontade declarada de Jesus que diz: Da mesma forma, o Pai de vocês, que está nos céus, não quer que nenhum destes pequeninos se perca”. Mt 18.14

O Mutirão Mundial de Oração pelas Crianças Socialmente Vulneráveis nos convoca a lembrar e agradecer a fidelidade do Senhor na geração passada, na nossa vida pessoal, e na vida dos nossos amigos. Ele também nos desafia a ver o que Deus realiza entre nós hoje. E nos chama a vislumbrar o que Deus tem a realizar com a nossa participação e interseção no futuro próximo.

É um exercício de fé que nos fortalecerá a continuar na caminhada!

  • Vamos agradecer por tudo o que o Senhor JÁ FEZ nas vidas das crianças como fruto de nossas orações.
  • Vamos reconhecer o que ele está fazendo por elas hoje.
  • Vamos confiar nele, na sua bondade e fidelidade, e entregar em suas mãos todas as situações difíceis pelas quais as crianças e adolescentes passam, no Brasil e no Mundo.
Para baixar todos os materiais da campanha, acesse: Mutirão 2018

“Tu sabes o meu assentar e o meu levantar; de longe entendes o meu pensamento”. Salmos 139:2

A Rede Mãos Dadas, desde 2006, trabalha em parceria com várias organizações cristãs na reflexão teológica focada no tema da criança. Realizamos duas consultas teológicas, uma em Itú, em 2006 que gerou o livro “Uma Criança os Guiará”, e uma segunda em Brasília em 2014. Na ocasião lançamos um segundo livro sobre o tema: “A Criança, a Igreja e a Missão”, de Dan Brewster. Ambos foram publicados pela Editora Ultimato e você tem acesso a eles nos links abaixo.

Agora, com muito prazer e expectativa, anunciamos o curso virtual: Uma Igreja Amiga da Criança. O curso terá a duração de 4 semanas e será ministrado por Benjamin César e Silvana Bezera Magalhães. Veja o que eles têm a dizer sobre o curso:

“Fruto de uma parceria entre a Bíblica Virtual e a ONG Visão Mundial Brasil, que ao longo de seus mais de 40 anos de atividades no país tem sido responsável por fomentar inúmeras ações missionárias, este curso apresenta um panorama da chamada Teologia da Criança. Uma teologia contextual que tem como ponto de partida o protagonismo que o próprio Cristo dá às crianças em seu reino. Nele você poderá ter uma introdução à reflexão teológica sobre a infância e construir um pensamento crítico com relação ao tema a partir do método: ver, julgar e agir”.

Desta maneira, poderemos juntos identificar as facetas adultocêntricas da sociedade, sobretudo da igreja; analisar como as Escrituras tratam do assunto, auxiliando-nos a balizar a ação cristã; e, por fim, construir propostas pastorais onde a igreja pode se tornar espaços seguros e acolhedores às crianças mais vulneráveis.”


Para mais informações, siga este link: goo.gl/hJdyH7

Veja os livros aqui:

A Criança, a Igreja e a Missão

Uma Criança os Guiará