Mais de um bilhão de pessoas (uma em cada seis pessoas no mundo) sofrem de uma ou mais doenças que a Organização Mundial da Saúde chama de “doenças tropicais negligenciadas”. Estas doenças podem debilitar (enfraquecer), deformar, cegar e matar. Neste artigo, compartilhamos alguns conselhos práticos sobre quatro doenças, uma em cada categoria.

Grande parte do material deste artigo foi retirada de Where There Is No Doctor: a village health care handbook for Africa, (Onde não há médico) de David Werner, com o nosso agradecimento à editora, Hesperian, por permitir sua utilização.

 

Passo a passo 83 _ imagem 2MATAR – Dengue

A dengue propaga-se mais em áreas urbanas e semi-urbanas e não é tão comum nas áreas rurais. Ela possui sintomas semelhantes aos sintomas da gripe, mas é mais grave. O tipo chamado dengue hemorrágica pode matar dentro de um período de 12 a 24 horas após a pessoa infectada ter apresentado insuficiência circulatória e choque. A maioria dos países da América Latina e da Ásia é afetada pela dengue hemorrágica, e esta é uma das principais causas de mortalidade infantil na Ásia.
Causa – Vírus transmitido por mosquitos Continue lendo →

Por Roger Seth

DDDDD
A Bíblia foi escrita há milhares de anos, mas ela tem muito a dizer sobre algo que poderíamos considerar um problema moderno: o tráfico humano. Examinaremos especificamente a história de José, em Gênesis, capítulos 37–50. Procure familiarizar-se com a história antes de ler esta reflexão ou discuti-la em grupo.

 

Passo a passo 96 _ imagem 2Vendido por parentes

Assim como muitas vítimas do tráfico hoje, José foi vendido por sua própria família. O fato de que os mercadores de Midiã estavam prontos para comprar um escravo e vendê-lo no Egito (Gênesis 37:26–28) mostra que o comércio de pessoas já existia na região naquela época. Hoje, dizem que o tráfico existe em todas as nações do mundo, e que há muitos homens e mulheres envolvidos na compra e venda de outros membros da família humana.

É Judá quem propõe aos irmãos vender José ao invés de matá-lo. Judá defende seu ponto de vista dizendo: “Não tocaremos nele, afinal é nosso irmão” (Gênesis 37:27), o que mostra sua crença confusa de que o comércio de escravos é mais aceitável do que o assassinato. Contudo, o choque, a perda de seu lar, a tortura e o abuso que José sofreria por ter sido vendido causaram-lhe uma dor profunda. Hoje em dia, frequentemente vemos pessoas vendendo membros da sua própria família, exatamente como os irmãos de José fizeram. Esses parentes talvez também expliquem suas ações de forma semelhante à de Judá. Continue lendo →

Muitas comunidades em risco de tráfico apresentam baixos índices de alfabetização. A comunicação através de gravuras é uma forma eficaz de conscientizar as pessoas sobre as mentiras que os traficantes usam para enganá-las. Você pode usar estas gravuras ou redesenhá-las para refletir o seu contexto.

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Gravura 1: Proposta de casamento
Um homem pede em casamento a filha bonita de um casal. Sua verdadeira intenção é bem diferente: vender a jovem para um bordel. Continue lendo →

O governo federal vem empreendendo uma ampla campanha de combate ao mosquito aedes aegypti, vetor de transmissão da denge, febre chikungunya e zika vírus, no sentido de orientar a população sobre a formas de eliminar os focos de criadouro.  O Governo Federal disponibiliza o material, para a população, para que o mesmo seja utilizado por suas organizações em eventuais campanhas, fortalecendo essa iniciativa e ampliando o conhecimento de todos sobre o tema.

 

MOBILIZAÇÃO

Em água limpa e parada, o mosquito da dengue se desenvolve entre 7 e 10 dias. Rápido, né? Mas isso também significa que esse tempo cabe dentro da sua semana. Então, que tal reservar o sábado para combater esse mosquito que, além de dengue, agora transmite chikungunya e zika? Elimine os focos do mosquito da sua casa. Se o mosquito da dengue pode matar, ele não pode nascer.

Baixe o material completo para prevenção AQUI!

 

Para mais informações acesse o Portal Prevenção e Combate Dengue, Chikungunya e Zika (AQUI!)
#Zica

Por David Scott

UntitledDeus ama a diversidade: Ele nos criou a todos para que fôssemos únicos, e isso é algo para ser celebrado. Em Gênesis 10, aprendemos como as diferentes identidades étnicas fazem parte dos propósitos de Deus. No Capítulo 11:1-9, descobrimos o que acontece quando as pessoas buscam a uniformidade cultural numa tentativa de dominar outros grupos de pessoas.

Ao longo da história, a identidade étnica frequentemente tem sido causa de conflito e tensão. Não deveria ser assim. A Bíblia diz que os seres humanos foram criados para viver numa relação harmoniosa com Deus e uns com os outros. A raiz do conflito é o rompimento das relações com Deus e não as diferenças étnicas ou culturais.

Leia Tiago 4:1-2; 1 João 2:9-11 e 4:20-21

  • O que essas passagens dizem sobre onde começa o conflito nas relações?
  • O que nos ajuda a prevenir o conflito?

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Funcionários de uma ONG entrevistando jovens a respeito do que sabem sobre o HIV/AIDS no sul da China. Foto: Bless China International

Por Joanna Watson

O trabalho de defesa e promoção de direitos consiste em influenciar as decisões, as políticas e as práticas dos poderosos responsáveis pelas decisões, os quais geralmente estão no governo. O propósito deste trabalho é lidar com as causas subjacentes da pobreza, trazer justiça e apoiar o bom desenvolvimento. Aprender sobre uma questão de defesa e promoção de direitos (por exemplo: acesso aos serviços de saúde ou o direito de pastorear animais em terras comunitárias) é importante porque todo o trabalho de defesa e promoção de direitos precisa estar baseado em informações corretas, provenientes de uma fonte que também possa ser acessada pelas pessoas no poder.

Há muitos estágios num projeto de defesa e promoção de direitos. Você precisa começar identificando, pesquisando e analisando a questão mais apropriada a abordar através da defesa e promoção de direitos. A seguir, você precisa desenvolver e executar um plano de ação de defesa e promoção de direitos. Depois disso, você poderá monitorar e revisar o impacto que causou. Continue lendo →

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Uma oficina de teatro sobre o estigma perto de Jinja, Uganda

“Prevenir é melhor do que remediar” é um provérbio bem conhecido. As doenças não-transmissíveis frequentemente se desenvolvem porque as pessoas não sabem informações básicas sobre a saúde que poderiam ajudá-las a reduzir o seu risco de contrair doenças. É importante transmitir mensagens sobre a saúde às pessoas de uma forma que seja interessante e as ajude a se lembrarem.

Contar histórias faz parte de todas as culturas. As histórias ajudam a explicar ideias complexas de forma simples. Há muitas maneiras de contar histórias: teatro, marionetes, jogos interativos, música e até mesmo através da tecnologia moderna, como os vídeos. Aqui estão algumas ideias que talvez você queira experimentar na sua comunidade:

 

Marionetes

Fazer um show de marionetes pode ser uma maneira excelente de se comunicar com as pessoas, especialmente as que vivem em áreas rurais. Os tópicos delicados podem ser explorados num show de marionetes de uma forma que talvez não seja possível numa peça simples ou numa palestra sobre saúde. As crianças geralmente gostam muito de assisti-los e repetem as mensagens às suas famílias e explicam-nas aos irmãos menores.

Envolva a comunidade na preparação do show de marionetes. As pessoas podem ajudar a criar a história, mover as marionetes e reunir outros para a apresentação. Escolha uma hora e um local que sejam fáceis para que as pessoas venham assistir. Continue lendo →

Por John Mark Bowers

Conversar com os outros sobre o estigma pode ser o primeiro passo para superar preconceitos. Aqui sugerimos um esboço de uma discussão em grupo.

OBJETIVOS

  • Discutir sobre o estigma e identificá-lo na comunidade local
  • Pensar em uma história sobre Jesus como exemplo da cura holística do estigma, da doença e da vergonha
  • Realizar uma dramatização de papéis sobre aceitar e ajudar alguém que sofra estigma
  • Compartilhar ideias para chegar até as pessoas que sofrem estigma na comunidade

TEMPO
30 minutos

Este roteiro é uma orientação e foi escrito para ser usado com grupos comunitários cristãos, mas talvez você queira adaptá-lo para grupos com diferentes crenças. Ele pode ser aperfeiçoado com exemplos, histórias e provérbios locais. Como você poderia torná-lo pertinente ao seu grupo? Continue lendo →

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O estigma causa muita vergonha e solidão.

Por Gracia Violeta Ross Quiroga

Sendo filha de um pastor evangélico na Bolívia, revelar meu status de HIV era correr o risco de enfrentar a censura, o sentimento de culpa e a recriminação.

Quando recebi o resultado de soropositiva, em 2000, decidi falar abertamente sobre meu status de HIV e minha experiência como sobrevivente de estupro.

Baseei esta decisão na minha crença de que as comunidades religiosas e as redes que trabalham com o HIV e a AIDS tinham de romper o silêncio em torno da propagação do HIV entre as mulheres.

 

O que é estigma?

Estigma é uma marca de desgraça relacionada com uma circunstância específica ou um atributo negativo. Estigmatizar (fazer com que alguém sofra estigma) é rotular uma pessoa ou um grupo de pessoas com base em preconceitos, informações errôneas ou na decisão consciente de rejeitar alguém. Quando a ideia de isolar algumas pessoas ou um grupo de pessoas com certas condições se transforma em ação, ela se torna discriminação. Continue lendo →