Em 2030 o UNICEF prevê que: 9 em cada 10 crianças, estarão vivendo em pobreza extrema na África ao sul do Saara. Tire um momento e ore por isso! (Fonte)

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A Rede Mãos Dadas dedica a partir de hoje, todas as sextas-feiras à intercessão pelas crianças que sofrem no mundo. A pobreza e a fome não são experiências apenas das crianças da África, veja abaixo o depoimento da Lahyssa Mariamma Agrelli do Nascimento – Recife (PE) da Diaconia, que ganhou o primeiro lugar num concurso de redação “Compaixão pelas Crianças com Fome”, realizado pela Rede Mãos Dadshutterstock_266507513 (2)as em 2006. Lahyssa refletiu de forma profunda sobre o que é ter fome.
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“Compaixão pelas Crianças com Fome”

Ninguém precisa ir muito longe para ver. Não importa se você mora na periferia ou no bairro mais chique. Não importa se você mora no nordeste do Brasil ou na periferia de Nova York.

Em toda parte vemos crianças com fome.

Da janela de sua casa ou do seu carro, você pode vê-las: olhos sem brilho, corpos frágeis, mãos estendidas e um choro preso na garganta.

Enquanto dormimos, estudamos, brincamos e vemos TV elas estão lá. Fazem tudo por um prato de comida: vendem seus corpos, a infância e os seus sonhos… e na nossa vida tão ” perfeita”, nunca paramos para pensar nisso ou perguntar porque.

É o fato de ignorar essas crianças que impede a gente de ter compaixão por elas, pois para ter compaixão de alguém a gente precisa enxergar esse alguém. Continue lendo →

Fazer as escolhas certas agora pode, e vai, reverter esse destino, diz novo Relatório do UNICEF

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“Oportunidades justas para cada criança.”

No último dia 28 de junho de 2016 em Nova Iorque, foi publicado o novo Relatório do UNICEF que com base nas tendências atuais, 69 milhões de crianças menores de 5 anos morrerão de causas que poderiam ser evitadas, 167 milhões de crianças viverão na pobreza e 750 milhões de mulheres terão se casado ainda crianças até 2030, data limite para o alcance dos Objetivos de Desenvolvimento Sustentável – a menos que o mundo se concentre na situação de suas crianças mais desfavorecidas, de acordo com um relatório do UNICEF.

Situação Mundial da Infância, o principal relatório anual do UNICEF, traça um cenário forte sobre o futuro que aguarda crianças mais pobres do mundo se governos, doadores, empresas e organizações internacionais não acelerarem os esforços para resolver as suas necessidades.

“Negar a centenas de milhões de crianças oportunidades justas na vida faz mais do que ameaçar seu futuro, alimentando ciclos intergeracionais de desvantagem: coloca também em perigo o futuro de suas sociedades”, disse o diretor executivo do UNICEF, Anthony Lake. “Nós temos uma escolha: investir nessas crianças agora ou permitir que o nosso mundo se torne ainda mais desigual e dividido”.

O relatório aponta que um progresso significativo foi alcançado em relação a salvar a vida das crianças, colocá-las na escola e tirar as pessoas da pobreza. As taxas globais de mortalidade de menores de 5 foram reduzidas em mais da metade desde 1990, meninos e meninas frequentam a escola primária em igual número em 129 países e o número de pessoas que vivem na pobreza extrema no mundo inteiro é quase metade daquele registrado na década de 1990.

Mas esse avanço não ocorreu de forma igualitária ou justa, diz o relatório. As crianças mais pobres têm duas vezes mais probabilidade de morrer antes do seu quinto aniversário e de sofrer de desnutrição crônica do que as mais ricas. Em grande parte da Ásia Meridional e da África ao sul do Saara, crianças nascidas de mães sem educação formal têm quase três vezes mais probabilidade de morrer antes dos 5 anos de idade do que aquelas nascidas de mães com o ensino secundário. E as meninas das famílias mais pobres têm duas vezes mais chance de se casar ainda crianças do que as meninas de famílias mais ricas.

0_factographsEm lugar nenhum a perspectiva é mais sombria do que na África ao sul do Saara, onde pelo menos 247 milhões de crianças – ou duas em três – vivem em pobreza multidimensional, privadas do que precisam para sobreviver e se desenvolver, e onde quase 60% dos jovens entre 20 e 24 anos de idade do quintil mais pobre da população tiveram menos de quatro anos de escolaridade. De acordo com as tendências atuais, o relatório projeta que, em 2030, a África ao sul do Saara responderá por:

  • Quase metade dos 69 milhões de crianças que morrerão antes do seu quinto aniversário de causas que poderiam ser evitadas;
  • Mais da metade dos 60 milhões de crianças em idade escolar primária que ainda estarão fora da escola; e
  • Nove de cada dez crianças vivendo em pobreza extrema.

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Binho_livropor Aldrin Jonathan 

Marcos Costa, autor do livro “Binho, o menino que tinha medo do Conselho Tutelar”, avaliou a percepção de crianças e adolescentes sobre as funções do Conselho Tutelar.

“Toda criança tem um pouco de medo do Conselho Tutelar, pois a gente pensa que eles vão nos levar para lá e nunca mais vamos ver nossa família”. Essa é a resposta de uma criança para a pergunta “O que é o Conselho Tutelar?”, realizada por pesquisa que avaliou a percepção infantil sobre as funções do órgão. O levantamento foi realizado pelo Conselho Tutelar de São Mateus, zona leste da capital paulista, no ano de 2014. Foram ouvidas cerca de 80 crianças e adolescentes, do ensino fundamental I e II, representantes de sala e de grêmios estudantis de cinco unidades educacionais públicas da região.

As crianças e adolescentes não apontaram na pesquisa a responsabilidade do Conselho Tutelar de zelar pelos seus direitos. No entendimento dos entrevistados, o Conselho age para punir crianças mal-educadas e com pendências escolares. Para Marcos Costa, então conselheiro, que aplicou o questionários às crianças e adolescentes, a pesquisa confirma o desconhecimento social sobre o papel desempenhado pelos Conselhos Tutelares, “a sociedade ainda não os reconhece como instrumento de defesa de direitos”.

Para o educador, os pais não procuram os Conselhos Tutelares para denunciar uma violação praticada pelo Estado, como em casos de  ausência ou insuficiência de serviço público nas áreas de educação, saúde e assistência social. As crianças confirmaram na pesquisa a imagem punitiva que os Conselhos Tutelares carregam na sociedade, “como alguém que sofre violência vai se sentir protegido por quem se sente medo?”, indaga Costa.

 

Continue lendo o post no site Prioridade Absoluta  AQUI!

 

Livro disponível para baixar! “Binho, o menino que tinha medo do Conselho Tutelar”

O material é oferecido gratuitamente para download. Escolas e entidades de garantia dos direitos das crianças que tenham interesse pela publicação podem solicitar a versão impressa pelo e-mail redeigrejaamigadacrianca@yahoo.com.br. O projeto conta com palestras de formação para pais e educadores e pretende coletar experiências e metodologias inovadores que se basearam no livro.

A Visão Mundial  convida a todos para o culto de solidariedade “O menino chamado ÍTALO“, que irá acontecer no próximo dia 04 de julho, às 19:30 hrs, na Igreja Menonita (Rua Dr. Silvino Canuto de Abreu, 74 – Campo Belo, São Paulo).
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Há alguns dias a Visão Mundial publicou a notícia sobre a morte de Ítalo. O texto é emocionante, vejam abaixo:
Não afastem essas crianças! Não impeçam a felicidade delas! O Jardim de Deus é feito de pessoas que são como elas. (Mateus 19:14)
0377aa2a-a08b-4509-9f64-63d9019a465b (1)Para nós da Visão Mundial, uma criança de 10 anos deve crescer em um ambiente seguro, onde possa brincar, estudar e viver uma vida abundante. Nossa luta diária é para que todas as crianças do Brasil estejam protegidas de toda forma de negligência, discriminação, exploração, violência, crueldade e opressão [Artigo 227, Constituição Federal].

A morte do menino Ítalo, de 10 anos, por um policial, é um fato triste para o Brasil. O que deu errado para que Ítalo morresse prematuramente, de maneira trágica, em vez de levar simplesmente uma vida de criança?

Vivemos em uma sociedade que negligencia a proteção de suas crianças e que as deixam largadas à sua própria sorte. Enquanto beijamos nossos filhos para dormir, milhares de crianças dormem nas ruas com frio, medo e sem um beijo afetuoso.

Visão Mundial, CONDEP e a Comissão de Direitos Humanos da Assembleia Legislativa de São Paulo – ALESP, estabeleceram um grupo de trabalho para apoiar as famílias vitimas dessa violência. De imediato, buscamos a nomeação de um defensor público para acompanhar o caso, garantimos a inclusão das famílias nos programas sociais do Governo de São Paulo e do Governo Federal, e providenciamos acompanhamento psicológico e pastoral para as famílias.

Nosso grito é para que esse caso não seja mais um no noticiário, que o Estado estabeleça práticas para proteger o cidadão, seja ele rico ou pobre, adulto ou criança, e que garanta o fortalecimento das redes e mecanismos de proteção às crianças e adolescentes.

Temos que mudar o começo, para de fato, mudar o final da história de todos os Ítalos.

* Assista ao vídeo: http://bit.ly/28tnO2l

 

 

 

curso_11_junho_miniaturaA Aliança Pró Evangelização das crianças (APEC), promove o curso “Os ataques do inimigo às crianças” para o próximo dia 11 de junho.
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O curso tem como propósito alertar pais e educadores quanto aos perigos que rondam os pequenos e uma orientação para conduzir a nova geração ao conhecimento da salvação em Cristo.
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Participe! (Clique aqui!)
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*As inscrições on-line  poderão ser realizadas até dia 10/06/2016 após esta data solicite informações pelo telefone (11) 5089-6634 / 5089-6635
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Informações importantes do curso: 
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Data e Hora: 11/06 das 09h00 hrs às 17h30 hrs.

Local: Sede Nacional da APEC – 2º andar

Investimento: R$ 70,00 (para inscrições antecipadas) / R$ 80,00 (para inscrições no dia, se houver vaga)
Apostila: Inclusa
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Endereço: Rua Tenente Gomes Ribeiro, 216 – Vila Clementino CEP: 04038-040 – São Paulo – SP (Atrás da Estação do Metrô Sta. Cruz)

Convite Abuso Espiritual (1)

Pode uma boa árvore produzir frutos doentes? De acordo com o Mestre Jesus, a resposta é não! Se uma árvore produzir frutos ruins, isto é um bom indicador de que a árvore e não apenas seu fruto, está doente, mesmo que ela também produza bons frutos! Se pensarmos em nossas comunidades de fé como árvores, a metáfora é de difícil aplicação porque normalmente pressupomos que aqueles membros adoentados que convivem conosco em nossas igrejas não afetam o modus operandi da “organização” igreja.

Mas será que isto é verdade? Será que a criança ou o adolescente sabe discernir entre aqueles que falam e agem de forma contrária aos valores pregados pelo grupo todo? E se as ações são perversas e machucam a alma, será que fará diferença a longo prazo, o fato desta pessoa não ter a aprovação dos demais se ela continua atuando na vida das crianças?

Outra pergunta ainda mais perturbadora: a igreja tem mecanismos de defesa contra pessoas envolventes e carismáticas que usam da sua influência para se impor sobre outras, em geral com o único objetivo de fazer avançar seus próprios interesses? O abuso espiritual acontece quando pessoas mal intencionadas usam sua influência para coibir as liberdades de culto e devoção dos outros. Eles se nomeiam os “sacerdotes” de plantão, se interpondo entre a pessoa e Deus, reivindicando para si a autoridade divina, falam e oprimem seus ouvintes em nome de Deus!

Outro dia ouvi o relato de uma mãe contando que sua filha de 10 anos começou a sentir vários sintomas ligados ao estresse: dor de cabeça, enjoos, dor no estômago, tristeza profunda, seguidos das assembleias em uma igreja que passava por conflito. O conflito acabou em separação e a menina muito triste disse para sua mãe depois da última assembleia tempestuosa: “Mâe, nós nunca mais vamos voltar aqui nesta igreja, tá bom?” Mãe e filha nunca mais voltaram.

Para as crianças, o ambiente que criamos diz muito mais sobre quem somos do que as palavras rebuscadas de nossas pregações. O ambiente é um “eco-sistema” que pode respirar vida, alimento e proteção para a árvore, seus frutos e todos os organismos que dependem dela para a sobrevivência, ou pode impulsionar o desequilíbrio, a corrupção, a doença e até a morte!

É por isto que a Rede Mãos Dadas em parceria com a Juventud para Cristo do Uruguai, promoverá na próxima terça-feira, dia 31 de maio a palestra “Abuso e Cuidado Espiritual das Crianças em Nossas Comunidades de Fé.” Esta palestra faz parte da Feira de Boas Práticas da Rede Mãos Dadas organizada pela rede e seus parceiros para a cidade de Belo Horizonte. Ouviremos com expectativa as reflexões da psiquiatra cristã Alícia Casas, também uma das criadoras da metodologia Claves, metodologia esta voltada para a prevenção da violência sexual de crianças e adolescentes em qualquer contexto.

A palestra acontecerá na noite de abertura da Feira de Boas Práticas da Rede Mãos Dadas na Igreja Evangélica Missionária Pentecostal localizada na Rua Nepomuceno, 36, Itapoã, Belo Horizonte. Para mais informações visite a página do evento AQUI!

Veja também um guia contra Abuso Espiritual lançado pela Aliança Evangélica da Espanha AQUI!

 

 

Por James Gilbert

Quanto pesa uma criança

Qual é o peso de uma criança?

Na perspectiva bíblica as crianças são bênçãos de Deus. Não apenas uma bênção para o moderno núcleo familiar, mas também para a tribo, nação e até para o mundo inteiro. Isso parece contrariar muitas visões de mundo modernas. Hoje parece que as crianças são fofas, adoráveis, mas são também um fardo inconveniente e não muito prático.

Portanto, o senso comum estabelece que precisamos limitar o número de filhos. Na China isso faz parte da legislação: uma criança por casal. No Ocidente livre, a cultura parece ditar: ter um filho é prudente, dois filhos é bom, três é exagero, quatro é um pouco de loucura. (Quando digo às pessoas que tenho quatro, há um momento de avaliação silenciosa, quando me olham e tentam perceber se sou rico, negligente, um viajante do passado, ou só gosto de viver perigosamente!) Claro que mais de quatro rotula o casal como irresponsável.

Conclusão: parece que o equilíbrio entre fofo e adorável por um lado e inconveniente, inviável por outro, diz aos cidadãos conscientes para terem uma ou duas crianças.¹

Em nossa economia de desigualdades, eles podem estar certos. Ter crianças “extras” significa que você provavelmente terá de abrir mão das bênçãos do progresso tecnológico e do livre mercado: tablets, telefones celulares, carros de última geração; viagens de avião, aparelhos nas mais diversas cores, aplicativos, upgrades, etc. Para se dar o direito de ter mais filhos, o casal teria de praticar as antigas virtudes de negar a si mesmos, viver com limites e escolhas responsáveis. Claro, abrir mão dessas bênçãos modernas pode dar a entender que são amaldiçoados. Continue lendo →

2015.01.10_untitled_X-T1-2 - CopyEm 2016 cristãos ao redor do mundo se reunirão no primeiro fim de semana de junho, dias 3, 4 e 5, para juntos intercederem ao Pai pelas crianças e adolescentes que sofrem todo tipo de adversidade e que habitam todos os cantos do planeta. O primeiro Mutirão de Oração pelas Crianças Socialmente Vulneráveis aconteceu há 21 anos. Uma geração inteira nasceu e cresceu nestes 21 mutirões de oração! Será que nossas orações foram atendidas? Será que tiveram uma infância melhor, mais próxima do ideal de Deus para elas?

A Rede Mãos Dadas recebe poucos ecos dos grupos que se formam para orar pelas crianças durante os mutirões. Sabemos que uma menina em Campinas, SP, orou pedindo uma casa para sua família. Os irmãos daquela igreja ficaram curiosos e foram visitar a menina. Constataram com surpresa que ela e toda sua família viviam num terreno baldio. A igreja se organizou e hoje a menina tem uma casa! Ouvimos do grupo de adolescentes atendidos pelo Projeto Três Corações em São Paulo cuja oração foi respondida em 15 minutos, algo que muito impressionou aqueles meninos marcados pelos conflitos de rua e embates com a polícia. Ouvimos de uma criança raptada na fronteira do Brasil com o Uruguai que por meio da intercessão, foi resgatada. Ouvimos ecos de lugares distantes como a África e a Ásia na forma de relatos enviados a nós por nossa parceira nesta iniciativa, a Viva.

Mas a pergunta continua a incomodar. Será que a nossa intercessão fez diferença para esta geração? As crianças que nascerem em 2016 estarão entrando num mundo melhor do que o mundo no qual as crianças entraram há 21 anos? Em algumas áreas nós avançamos, em outras retrocedemos. Veja a avaliação dos últimos 25 anos da infância brasileira num relatório produzido pelo UNICEF em 2015. O fato é que milhões de crianças brasileiras entram num Brasil muito hostil para elas ainda hoje!

Então, porque insistir na intercessão?

1. Porque as crianças e adolescentes estão no rol dos “pequeninos” de Jesus. As crianças de hoje continuam vulneráveis tanto quanto as crianças de ontem! Enquanto houver disputa por poder, corrupção, guerras, ganância, ódio e desejo de vingança, egoísmo e a persistente cultura de idolatria do próprio eu, o mundo continuará a oprimir os seus pequeninos. Jesus, no entanto, foi muito claro: ele está sempre do lado dos pequeninos. Continue lendo →

just-hands-1550395-640x480-300x225Por Lissânder Dias


Pai Nosso que estás nos céus!
Seja tu também o pai das crianças vítimas de abuso e exploração sexual.

Santificado seja o teu nome
Seja a tua santidade a barreira contra toda maldade humana, em qualquer lugar, em qualquer momento.
Seja o furor da tua pureza como cordas impedindo adultos de abusarem de crianças e adolescentes.

Venha a nós o teu Reino;
Que o teu Reino inunde cada canto escuro e insalubre do Brasil onde crianças são presas, manipuladas, exploradas.
Que brilhe como uma aurora a esperança de salvação que vem de ti! E que venha, de fato, o teu reino.

Seja feita a tua vontade
Assim na terra como no céu
Que o desejo louco do pecado seja enfraquecido pela vontade poderosa do Senhor.
Que haja arrependimento e transformação nas mentes de quem abusa de crianças, mesmo que para isso seja necessário privação de liberdade e dor pelas consequências.

Continue lendo no blog de Lissânder Dias aqui!

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Sua condição não anula o fato de que ela é uma benção!

por James Gilbert

Uma coisa que nós brasileiros pedimos a Deus com muita frequência é para sermos abençoados. Ao menos no mundo evangélico com o qual estou familiarizado, pedimos a Deus bênçãos no culto, na escola dominical e em nossos diferentes grupos dentro da igreja. Além disso, rogamos a Deus que nos abençoe em nossas orações em família e nas orações individuais. Nosso desejo para que Deus nos abençoe é algo bom. Já está previsto nas Escrituras.

Mas o que estamos pedindo, quando oramos a Deus para que nos abençoe?

No início, Deus criou o homem e a mulher à sua imagem e semelhança, então os abençoou. “E lhes disse: ‘Sede fecundos, multiplicai-vos, enchei a terra’”. (Gn 1.28). A primeira bênção registrada na história é a de ter filhos, netos e bisnetos e assim por diante. Isso mesmo, no início da criação, a primeira bênção para nossos pais foi ter filhos, e muitos deles.

Algum tempo depois, quando Noé sai da arca e entra na “nova terra”, Deus o abençoa, juntamente com sua família: “Sede fecundos e multiplicai-vos e enchei a terra”. A bênção de Deus para o justo Noé e sua família, foi a de ter filhos.

Quando Deus chama Abraão e lhe conta o que vai acontecer, abençoa-o e registra que ele vai ser bênção para todos os povos da terra. Como isso aconteceria? Por meio de um dos descendentes de Abraão. Este descendente foi Jesus Cristo e o mundo inteiro foi por ele abençoado. A bênção das bênçãos veio por meio daquela benção original de Deus, a de ter filhos.

Este não é um discurso sobre retidão e fertilidade, mas sobre as crianças como bênçãos. Será que você e sua comunidade de fé agradecem a Deus por todas as bênçãos que Ele lhes deu? Vocês incluem nesta gratidão até aquelas crianças que não são da sua comunidade de fé? Ou as crianças que têm necessidades especiais, ou aquelas que não foram planejadas? O poeta indiano Rabinranath Tagore disse com propriedade “Toda criança vem com a mensagem de que Deus ainda não desistiu do ser humano”

Por ocasião do Mutirão Mundial de Oração pelas Crianças Socialmente Vulneráveis, oremos para que Deus mude a nossa atitude e percepção das crianças. Que ele nos ajude a vê-las da forma como ele as vê e aprecia!