Alguns acreditam que o amor não é nada mais que uma atração, um desejo, um sentimento irresistível. Outros pensam que o amor é um compromisso que implica em renúncia e esforço. E você, qual é sua ideia sobre o amor? Que tipo de amante você é?

Além do teste para entender qual é sua forma de amar, no portal “Soy Amante” é possível encontrar indicações de livros (em sua maioria católicos) sobre o tema, dados de pesquisas científicas e respostas a perguntas como: Qual a diferença entre a paixão e o amor? Quais as principais marcas e características do amor? Por que as relações sexuais são tão especiais? É realístico esperar até o casamento para mantê-las?

A iniciativa é da produtora audiovisual Dos Cincuenta y Nueve Films, que começou a campanha em 2014 para conscientizar os jovens sobre a importância de construir seus relacionamentos sentimentais tendo como base um amor autêntico. O conteúdo do portal está disponível em espanhol e em inglês. Nesse ano, uma das ações da produtora foi a publicação do vídeo ”Se você está apaixonado, não se case!”, que você confere, legendado, aqui embaixo. Continue lendo →

Fugindo sozinho a pé de sua cidade no Iraque, recém tomada pelo Estado Islâmico, Ali estava exausto. Contou-me que pensava em suicídio, quando teve uma visão. “Eu sou Jesus e vou levá-lo para um lugar seguro. Não desanime”, disse o homem que lhe apareceu. Aquele encontro o deixou revigorado. Ele seguiu viagem e entrou na Turquia, onde foi logo procurar cristãos para pergunta-los sobre Jesus. O jovem, de 20 anos, era membro ativo de uma igreja árabe que conheci no sudeste daquele país, próximo à fronteira com a Síria.

Lá perto, no final de 2016, num riozinho escondido entre montanhas, assisti ao batismo de cinco sírios, todos refugiados. Dois meses antes, na região central do país, participei do batismo de 27 iranianos, também refugiados. Em ambos os casos, a maioria dos batizados conheceu a Cristo após cruzar as fronteiras da terra de origem.

A Turquia é hoje o país que mais tem recebido vítimas de deslocamentos forçados. Pelos números oficiais, são 2,5 milhões de pessoas – o Paquistão vem em segundo, com 1,6 milhão. É gente de diversas nacionalidades, desde os vizinhos Síria, Iraque, Irã e Afeganistão, até países africanos.

Embora chamados de refugiados, tecnicamente não o são. Estão sob proteção provisória, o que significa, em tese, uma situação transitória para o reassentamento definitivo num terceiro país ou o retorno ao lugar de que saíram, com restrições para o trabalho, a mobilidade no território e o uso de serviços públicos, como educação e saúde.

Duas coisas podem ser ditas dessa assim chamada crise de refugiados. Uma, que é um fenômeno de longo prazo que ainda não chegou ao ápice. Outra, que é uma oportunidade missionária sem precedentes na região do mundo até então mais fechada para o evangelho.

Se considerados apenas Síria, Iraque, Afeganistão e Iêmen, têm-se problemas para décadas. Tanto porque crises de refugiados são mesmo longas – duram em torno de 20 anos –, quanto pela dificuldade, nesses casos, de reconstrução dos países afetados. Acabar com a guerra nem de longe significa recuperar as condições de habitabilidade para que os milhões de retirantes queiram retornar. Continue lendo →

Por Daniel Theodoro

No início da década de 1990, do alto dos meus sete anos de idade, eu tinha consciência da realidade e sabia que a problemática humanidade estava perfeitamente salva e segura com Jaspion, o paladino oriental de roupa cromada.

De tarde, no sofá de casa e na companhia de um pacote de bolacha, acompanhava, incrédulo, os episódios que mostravam os terríveis planos de Satan Goss, um sujeito experimentado na arte de fazer o mal, primo distante de Darth Vader – acho. Depois da trama descambar para o iminente apocalipse, Jaspion se juntava ao gigante guerreiro Daileon no duelo final, derrotando a hoste inimiga, colocando um ponto-final na aventura e, coincidentemente, no meu pacote de biscoito Trakinas.

Meus pais não gostavam muito do programa, achavam bobeira existir guerra galáctica. Para mim, bobeira mesmo era a guerra que passava à noite na televisão, interrompendo Tom e Jerry bem no meio. Meu pai dizia que era uma guerra de verdade – a primeira televisionada! – e que acontecia num lugar chamado Golfo. Lembro que eu via apenas uma tela verde, riscos de uma cidade distante, e minúsculos pontinhos brilhantes voando por todos os lados, além da voz do jornalista narrando a monótona cena. Com certeza, as batalhas de Jaspion eram muito mais emocionantes.

E foi assim que, enquanto criança, construí todo o fundamento da minha fé sobre a sólida base das histórias dos super-heróis dos seriados de televisão e HQs. Eu podia confiar neles. Até o dia em que minhas convicções foram destruídas por uma tia da igreja.

Com a magnificência de um anjo e o poder avassalador da kryptonita, ela abalou meu mundo quando disse que Jesus, o filho de Deus, era o maior super-herói entre todos porque enterrou a morte, a última e mais temida vilã da humanidade. Para mim, alguém cujo a referência salvífica reduzia-se às ações de Jaspion, Changeman e Super-homem, um novo patamar de herói fora estabelecido a partir do momento em que o unigênito de Deus me foi apresentado como meu salvador. Continue lendo →

Todos os dias durante o Encontro Missionário Estudantil e Profissional (EMEP), às 8h, era hora dos participantes se reunirem para um momento devocional. O primeiro deles foi conduzido por Dani Marçal, missionária da Mocidade Para Cristo (MPC), que expôs o texto de Gênesis 3.6:

“E viu a mulher que aquela árvore era boa para se comer, e agradável aos olhos, e árvore desejável para dar entendimento; tomou do seu fruto, e comeu, e deu também a seu marido, e ele comeu com ela”.

O que nossos olhos têm cobiçado hoje? Quais são os sonhos que têm tido lugar em nosso coração? Será que eles vão nos afastar de Deus, como no caso de Eva, ou vão nos levar mais perto de cumprir a vontade que ele tem para nós?

Alguns dos participantes do Encontro responderam pra gente quais foram os sonhos que eles escreveram durante esse momento. Enquanto lê as respostas deles, aproveite para pensar em quais são seus sonhos também.

 

“Os sonhos que escrevi foram constituir uma família e ter uma confirmação do que Deus quer fazer através da minha vida, com minha profissão. Sou médico e trabalho com pacientes portadores de doenças negligenciadas, como HIV. São pessoas que são discriminadas pela sociedade. Dentro dessa área, vejo um terreno muito fértil para levar o amor de Deus. Não só aqui, mas, quem sabe, em outros países”. – Marcos Gomes, 32 anos, médico, Rio de Janeiro (RJ)

“Não tenho muitos sonhos, mas quero formar logo, para agir logo como engenheiro civil para a obra de Deus. Já faz um tempo que quero construir igrejas, clínicas de reabilitações”.  – Mauro Vasconcelos, 19 anos, estudante, Nova Iguaçu (RJ)

“Escrevi meus sonhos, mas também escrevi um pedido de ajuda, para Deus me orientar. Vou cursar Pedagogia e penso em trabalhar com surdos e crianças. Ajudo no grupo de conversação com estrangeiros da minha igreja e tenho vontade de aprender uma nova língua. Mas não penso de uma maneira isolada não, espero que Deus me chame para qualquer lugar, estou a fim de ser luz”. – Laís Silva, 18 anos, estudante, Viçosa (MG) Continue lendo →

Por Amanda Almeida

Outro dia vi uma menina que tinha o cabelo bem curto, e me peguei pensando com meus botões sobre como aquele corte combinava com ela. Sempre costumo achar cortes curtos muito bonitos em mulheres com pescoço alongado, o que era o caso. Sei lá, acho que dá um ar de elegância instantâneo.

Depois de um tempo, estava eu num ponto de ônibus e essa moça aparece por lá, começa a puxar papo comigo e comenta algo sobre como ela queria que o cabelo dela já estivesse do tamanho do meu.

Uai, se ela tivesse comentado que queria que comprimento de seus fios estivesse que nem o da Taís Araújo, eu até entenderia, mas meu cabelo nem estava substancialmente maior que o dela, ainda mais se a gente pensar que os nossos fios, ambos crespos, ainda encolhem pra caramba na hora de formar os cachos bem fechadinhos.

Mas comprimento de cabelo em si nem é o X da questão aqui. O negócio é que lá estava eu, elogiando mentalmente o visual da moça, e lá estava ela, não contente com ele.

Claro que existem muitas razões para nossos descontentamentos, ainda mais para aqueles que a gente encara quando se olha no espelho. Mas comparações são um golpe baixo da gente contra a gente mesmo.

Sempre defendo que essas coisas de moda e estilo têm que funcionar a nosso favor, para fazer com que a gente seja cada vez mais nós mesmos através dos recursos que essas linguagens oferecem.

O pior dos aspectos desse campo da beleza é quando parece que a gente começa a viver numa constante competição na qual no fim do dia uma só, “a mais bonita”, sai vencedora, e todas as outras vão voltar pra casa com o rabinho entre as pernas por terem perdido a coroa. A vida não é um concurso patrocinado pelo Trump.

Algo que vem me intrigando ultimamente é o gosto. Por que a gente gosta do que gosta? Algumas coisas a gente até consegue fundamentar. Alguém pode dizer que gosta de dias de sol porque neles se sente mais bem disposto. Mas por que algumas pessoas gostam da cor vermelha, mas não são muito chegadas a tons de verde, por exemplo? Continue lendo →