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Entrevista: Becky Greenwood, um olhar solidário

Foto: Jonathan Nunn

O post de hoje é um pouco diferente. Por meio de uma entrevista, originalmente publicada na Revista da PUC, vamos conhecer Becky Greenwood, formada em nutrição pela PUC-PR, em Maringá. Becky também é mestre em Educação em Ciências e Saúde no Núcleo de Tecnologia Educacional para a Saúde (NUTES) da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ). Atualmente, a jovem trabalha no desenvolvimento de materiais educativos na área da prevenção de câncer, voltada para a alimentação.

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Você tem um sonho?

Você tem um sonho? Um que parece quase impossível de realizar, assim, bem grande mesmo? Um que você passe anos e anos correndo atrás dele? Tanto tempo que muitas vezes você desanima e pensa em deixar pra lá? Mas um sonho que você quer tanto que logo anima de novo?

Pois então… Eu tenho. E ele está prestes a se realizar!

Eu tento me lembrar de quando foi que eu comecei a sonhar com isso, mas não consigo. Desde que eu me lembro, esse sonho faz parte do meu dia a dia. E que sonho é esse? Fazer uma viagem para conhecer a Angola, o país onde eu nasci! Isso porque, apesar de ser minha terra natal, morei lá por muito pouco tempo. Mais >

Crescendo no contexto de perseguição

A Missão Portas Abertas promove, no próximo dia 19 de junho, o Domingo da Igreja Perseguida. Esta é uma realidade vivida por mais de 100 milhões de cristãos em todo o mundo. Não sabemos a quantidade de jovens incluídos nesse número, mas temos certeza de que não são poucos. No 3º Congresso Lausanne de Evangelização, Mundial, realizado em Cidade do Cabo, na África do Sul, uma adolescente coreana compartilhou um pouco da sua história e comoveu a todos com o testemunho de fé frente à restrição religiosa de seu país.

Aproveitamos a proximidade com a data para divulgar essa história e incentivá-lo a envolver-se com essa causa.

Oi, Meu nome é Giongchu Son. Eu vim para a Coreia do Sul em 2009. No momento, estou cursando o segundo ano do segundo grau. Nasci na cidade de Pyongyang. Sou filha única de uma família muito rica. Meu avô, que nasceu na China, voluntariou-se como soldado no exército chinês e serviu à Coreia do Norte durante a guerra coreana. Durante aquele, tempo ele conheceu minha vó, que também nasceu em Pyongyang, e lá se casaram e moraram. Meu avô foi um dos primeiros pilotos da força aérea da Coreia do Norte, meu pai era assistente de Kim Jong-il, que é o líder da Coreia do Norte, e minha mãe era professora de inglês. Mais >