Por Calebe Ribeiro

 

Para um adolescente ficar fora ou não fazer parte de um grupo seja na escola, bairro, trabalho é um sinal de exclusão, um sinal que mostra que ele está sozinho. E ficar sozinho não é nem um pouco legal.

Hoje, mais do que nunca, há várias tribos entre os adolescentes, cada qual com os seus próprios estilos e gostos. Apesar disso, por vezes, o adolescente acaba tendo que sacrificar um pouco do que realmente ele é só para conseguir entrar, e não ficar de fora do movimento.

Foto: Ignacio Leonardi/Freeimages.com

Foto: Ignacio Leonardi/Freeimages.com

É com grande frequência que vemos nos noticiários a quantidade de adolescentes envolvidos com o uso de drogas, alcoolismo, violência, sexo desenfreado, vandalismo e outras coisas mais. Isso de certa forma revela uma falta de reconhecimento, um meio de chamar a atenção pra si.

Em uma entrevista para a revista Veja, Fernanda Bruna, professora de Pós-Graduação em Comunicação na Universidade Federal do Rio de Janeiro – UFRJ, disse:

Os adolescentes querem ídolos acessíveis. Que conversem com eles, sejam parecidos.”1

Talvez essa seja uma explicação para a pergunta: O que os adolescentes tanto buscam?

Ícones acessíveis!

Quanto mais os líderes, pais, jovens, irmãos e irmãs, abraçarem a responsabilidade de serem exemplos e, sobretudo, tornarem-se acessíveis a eles, mais chances teremos de ajudá-los na construção da identidade.

 

Calebe R. Ribeiro é pastor da Juventude IPB, no Recreio (RJ) e missionário da Missão Jovens da Verdade.

 

Nota:
1. Revista Veja, 31 de janeiro de 2007, edição 1993 – ano 40 – n.04 Editora: Abril

 

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