Por Doroth de Assis “Contudo explico, desentendo, procuro incansavelmente a ponta da meada de seda, o fundo da agulha de prata que borda a blusa de Deus que está no trono sentado com olhar compassivo e ardente coração” Adélia Prado Era uma cinzenta manhã de domingo. A chuva tamborilava insistente na janela. Dezenas de pingos brincavam […]

Continue lendo →