Arquivo de dezembro 2012

Seleção de frases VI

Ao enviar Cristo, Deus não estava enviando um outro alguém, uma criatura, um terceiro. Não, ao enviar seu próprio Filho, ele estava enviando a si mesmo”.

Vitória, conquista, triunfo, superação ⎯ esse era o vocabulário dos primeiros seguidores de Jesus. Eles atribuíam essa vitória à cruz”.

Grande parte da filosofia e ideologia modernas […] são muito ingênuas em seu otimismo acerca da condição humana ou muito negativas em seu pessimismo, conquanto ousemos acrescentar que somente a Bíblia mantém o equilíbrio”.

Quando Deus nos criou à sua própria imagem, ele nos fez criativos como ele. Somos “criaturas criativas”. Desenhamos e pintamos, construímos e esculpimos, sonhamos e dançamos, escrevemos poesias e compomos. Os seres humanos são imaginativos e inovadores. Apreciamos aquilo que é belo aos olhos, ao ouvido e ao toque”.

O amor não é apenas um distúrbio das glândulas endócrinas! Todas as pessoas sabem que o amor é a maior de todas as coisas no mundo. Viver é amar, e sem amor a personalidade humana se desintegra e morre. Além disso, os cristãos sabem por que o amor é proeminente — porque Deus é amor em essência, tanto que, quando ele nos fez à sua imagem, nos deu a capacidade de amar e de sermos amados”.

Frases retiradas do livro Por que sou cristão.

Louco é quem me diz?

“Acabei de fazer uma grande descoberta. O Todo-Poderoso teve dois filhos. Jesus Cristo foi o primeiro; eu sou o segundo”. É assim que John Stott abre o terceiro capítulo do seu Cristianismo Básico. Claro, a “descoberta” não é do autor. Trata-se de uma das cartas recebidas por ele, enviada de um conhecido hospital para doentes mentais da Inglaterra.

Talvez, como afirma Stott, “uma certa ingenuidade em Jesus” é, digamos, a porta aberta para os loucos, e outros nem tanto, se arvorarem como filhos, herdeiros e até mesmo legítimos representantes do Filho do Homem. E a Páscoa não pode ser comemorada se não sabemos por que ou por quem a celebramos. Aliás, qualquer coisa que tenha aspecto institucional é objeto de rejeição. A igreja, os ritos, o envergonhado sinal da cruz e, quase caindo em desuso, até mesmo a Semana Santa.

É bom voltar ao começo. Às bases do cristianismo. Nas palavras do autor inglês, “Não é possível sustentar que as afirmações do carpinteiro de Nazaré são invenção ou exagero dos autores dos evangelhos […]. Jesus não aparentava nenhuma anormalidade, o que seria de se esperar em uma pessoa perturbada. Seu caráter sustenta suas declarações […]. Não o vemos como Deus disfarçado de homem, nem como um homem com qualidades divinas, mas como homem e Deus. Jesus foi uma pessoa histórica, com duas naturezas distintas e perfeitas, a divina e a humana. Só assim ele pode ser digno não apenas de nossa admiração, mas também de nossa adoração.”

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