Pois é, gente. Não é que recebi a visita de meu super-herói?! Não é todo dia que a gente tem esses privilégios. Arthur veio até minha casa, conversamos, tocamos música (ele toca bateria!), tomamos refri, trocamos figurinha, como se diz. Fiquei feliz da vida por essa visita inesperada, e espero que ele venha mais vezes.

Sabe de uma coisa: a intensidade de nosso amor não depende tanto da proximidade das pessoas, mas da verdade de nosso sentimento e da força de nossa ligação. E quando a gente ama, a gente ora pelo amado, a gente chora junto, a gente ri, a gente espera o tempo que for necessário para se encontrar de novo.

Um grande abraço pra você, Arthur. E até a próxima, neste mesmo batcanal.

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