Muitos escritores se inspiraram no tema do Natal para escrever contos de profunda reflexão sobre a vida e a humanidade, como é o caso de Dostoiévski, Charkes Dickens e Tolstoi. Nessas histórias, a intensidade da tristeza e o senso de abandono são por vezes quase insuportáveis – crianças e mulheres enfrentando a neve, a escuridão […]

Continue lendo →

Tem coisa boa chegando por aí, um documentário sobre o poeta, ambientalista e pensador Wendell Berry. O filme intitula-se Look and See: a Portrait of Wendell Berry. Vamos aguardar. “O objetivo” by Wendell Berry Mesmo em sonhos eu orava para que minha visão fosse apenas medo e não profecia, pois eu via a última paisagem […]

Continue lendo →

A poética de Lutero Nem os estrondos dos tímpanos, nem o som estridente das trombetas, nem a harmonia arrastada dos órgãos, Martinho Lutero gostava mesmo era do som harpejado e aveludado do alaúde, um instrumento ancestral do violão, com o qual escreveu 36 hinos celebrando a beleza do evangelho de Jesus e os princípios da […]

Continue lendo →

“A mão” (Gladir Cabral) A mão que assina um documento em Brasília Desmata mais que uma floresta em Manaus E deixa a fome devorar as cidades E suas bordas derramadas em pleno caos A mão que assina um documento em Brasília Decide a sorte dos que nunca lerão Uma palavra escrita sobre um papel qualquer […]

Continue lendo →

E prosseguem os trabalhos de captação de recurso e produção do novo CD Gentes. A ideia é de falar de pessoas que nos desafiam a ser gente. Entre os personagens lembrados, estão: Dietrich Bonhoeffer, Corrie ten Boom, Adélia Prado, Martin Luther King Jr., José Manoel da Conceição, Albert Schweitzer, John Woolman, Sadhu Sundar Singh, René […]

Continue lendo →

Nestes tempos de polarização e de grande alvoroço político e social, lembro do teólogo protestante Dietrich Bonhoeffer, executado antes do final da II Guerra Mundial por ordem expressa de Adolf Hitler.   Vivendo os dilemas daquele tempo, Bonhoeffer viu a sociedade alemã se encaminhar para o fascismo, contra o qual resistiu ousadamente.   Suas cartas […]

Continue lendo →

Segue uma singela tradução do poema de Archbald MacLeash (1892-1982). Este poema, intitulado “Arte Poética” foi primeiramente publicado em 1926.   Um poema deve ser palpável e mudo Como uma fruta redonda, Mudo Como velhos medalhões no polegar, Silencioso como pedra gasta e sem reboco Dos batentes das janelas onde o musgo cresceu— Um poema […]

Continue lendo →