Arquivo de fevereiro 2012

Um feliz Natal, para um ano inteiro

Uma canção de Natal para tempos incertos, de muita correria, materialismo, consumismo e desesperança. Que venha o Menino. Que Jesus nasça em nosso coração, assim como nasceu na história da humanidade.

O Retrato

O professor de teologia R. Paul Stevens diz em seu livro A espiritualidade na prática: “Raízes e asas são dois presentes que os pais podem dar aos filhos, e sem raízes não pode hver asas — nenhum rompimento, nenhuma partida” (p. 24). Meus pés estão bem plantados no chão da fé onde meus pais me cultivaram. Continuo sobrevoando este mundo como andorinha escapa do inverno e deseja novos ares. O tempo que minha mãe gasta comigo em oração e devoção me abençoa uma eternidade. Sou eternamente grato a ela. Mais >

A Santa Palavra

Na semana passada, tive o privilégio de me apresentar no projeto cultural Autorretrato da Música Cristã Brasileira, na Universidade Mackenzie. Uma experiência muito especial para mim. Entre uma gravação e outra, num breve intervalo, manhã de sexta-feira, fui ao Cemitério dos Protestantes. Fui logo visitar o local onde estão sepultados Ashbel Green Simonton (1833-1867), de quem reli o Diário este ano, e José Manoel da Conceição (1822-1873), cuja vida me fascina. Mais >

Eternidade Sobre a Mesa

Amigos, sei que é difícil encontrar hinos e cânticos para a ceia. Acabei de escrever um e compartilho. A simplicidade da Ceia e, ao mesmo tempo, a sua riqueza teológica e poética fascinam qualquer artista, de Dali a Chico Buarque. Falar de pão, falar de vinho, falar de mesa, falar de tempo e eternidade: eis o desafio de escrever sobre a Santa Ceia.

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CD Claridade – 1997

01. Amigo Vento

02. Coração Poeta

03. Bem Melhor

04. Sol e América

05. Ao Léu Mais >

eternidade sobre a mesa

The Last Supper (Dali)

Amigos, sei que é difícil encontrar hinos e cânticos para a ceia. Acabei de escrever um e compartilho. A simplicidade da Ceia e, ao mesmo tempo, a sua riqueza teológica e poética fascinam qualquer artista, de Dali a Chico Buarque. Falar de pão, falar de vinho, falar de mesa, falar de tempo e eternidade: eis o desafio de escrever sobre a Santa Ceia.

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Este é o meu corpo

Que é repartido

Como um gesto de amor

Flor que vem do campo

Se transforma em trigo

Vivo pão que dá sabor

Sabor de sal, suor

E dor e riso e sol

Eternidade sobre a mesa

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Este é o meu sangue

Que é derramado

Na aspereza de uma cruz

É o vinho novo

Aliança nova

Brilho intenso de uma luz

E a luz venceu

A mais profunda escuridão

E abriu os olhos da esperança

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(Gladir Cabral)

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.eternidade sobre a mesa

Terra

Esta canção tão singela tem sido ouvida e amada por tanta gente. Só agora me toquei que ainda não a havia postado aqui no blog. Então, atendendo a inúmeros pedidos de ninguém, deixo aqui a letra e mais abaixo arquivo em mp3 desta declaração de amor à nossa Terra, tão frágil, tão bonita, que gosta de levar a gente pra passear assim pelo universo imenso.

Cantam comigo a Julia e o Kevin. E vai aqui o meu abraço à turma do chat da Rádio IPB:http://www.ipb.org.br/radio/ Mais >