“Quase toda a sabedoria que temos, quer dizer, sabedoria verdadeira e sã, consiste em duas partes: conhecer a Deus e conhecer a nós mesmos. […] é evidente que o homem jamais obtém um verdadeiro auto-conhecimento a não ser contemplando a face de Deus e desce, depois dessa contemplação, para ver seu próprio interior, pois (esse é o nosso orgulho inato) sempre nos olhamos como justos, corretos, sábios e santos, até que somos convencidos, mediante clara evidência, da nossa injustiça, vileza, tolice e impureza” (João Calvino, Institutas, livro I, cap. 1).

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