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	<title>Fatos e Correlatos &#187; Poesias</title>
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	<description>por Lissânder Dias</description>
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		<title>Companheira</title>
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		<pubDate>Sat, 17 Mar 2012 12:42:05 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Lissânder Dias</dc:creator>
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		<category><![CDATA[poesia]]></category>

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		<description><![CDATA[Venha, companheira. Deite-se ao meu lado. Mas mantenha-me acordado para ver o sol nascendo. Sussurre em meus ouvidos novas palavras de fé. E me ajude a perceber que não estamos sozinhos. Semeie grãos agridoces para que eu não me esqueça do gosto da vida. Me faça crer que a graça sempre vem. Que não haverá&#8230;]]></description>
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		<title>Menino que olha a vida</title>
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		<pubDate>Sun, 11 Mar 2012 02:50:12 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Lissânder Dias</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Ele caminha pela estrada de terra. Bermuda, regata. Leva consigo um mundo onde o silêncio é só seu. E o som é sempre fascinante. 14 anos. Sem agenda, estruturas, condução, Faz e refaz o dia, a hora Vida inteira pela frente. Quando olha, não é uma simples estrada, São pensamentos mil&#8230; e uma estrada. Tempestade&#8230;]]></description>
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		<title>&#8220;Relógio&#8221; cantado por Carol Gualberto e Jorge Camargo</title>
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		<pubDate>Thu, 15 Dec 2011 00:09:03 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Lissânder Dias</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Compartilho uma linda canção executada por excelentes cantores. &#8220;Relógio&#8221; com o dueto de Carol Gualberto e Jorge Camargo. Assista]]></description>
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		<title>Vive</title>
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		<pubDate>Sat, 19 Nov 2011 17:28:45 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Lissânder Dias</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Chuva fina, frio. Dia que parece desacelerar o tempo. Falas comedidas, pensamentos concentrados. Um oração nasce como o desejo de viver, limpo. Nasce a experiência de saber ser mais do que os olhos veem. Imagina o futuro, crê no futuro. Desafia as circunstâncias, sorri. Traz para perto o calor das palavras, proferidas ao tempo das&#8230;]]></description>
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		<title>Escuridão em luz</title>
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		<pubDate>Thu, 27 Oct 2011 01:55:47 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Lissânder Dias</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Esquina escura, silêncio. Apenas os sons próprios de quem sobrevive na noite. Apenas o meu suspiro, como quem corre apressado, mas perdido. Tateando, encosto o rosto nas paredes irregulares. Sinto o frio da madrugada. Os olhos abertos de nada valem sem uma gota de luz. E ela vem. Milagrosamente, vem como quem traz boas notícias.&#8230;]]></description>
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		<title>Palavras</title>
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		<pubDate>Tue, 04 Oct 2011 09:40:06 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Lissânder Dias</dc:creator>
				<category><![CDATA[Crônicas]]></category>
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		<category><![CDATA[Oração]]></category>
		<category><![CDATA[poesia]]></category>

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		<description><![CDATA[Queria escrever uma oração sincera e simples, mas não encontro palavras. Queria que as palavras viessem até mim, e não o contrário. Eu as receberia com sorriso nos lábios e um abraço bem apertado. As palavras, elas não teriam acanhamento, pois lhes daria liberdade, sem rimas, sem versos pré-fabricados, sem jargões. Palavras por palavras, espontâneas,&#8230;]]></description>
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		<title>Pouco</title>
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		<pubDate>Wed, 10 Aug 2011 01:55:30 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Lissânder Dias</dc:creator>
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		<category><![CDATA[poesia]]></category>

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		<description><![CDATA[Do sol que surge, pouco tenho Ele ilumina a vida, nasce e se põe. Da terra que piso, pouco tenho Ela sustenta a vida, faz brotar sementes. Da chuva que cai, pouco tenho Ela lava a vida, reacende o verde. Pouco tenho da natureza Pouco de mim é concreto. Mas se pouco tenho, Ele é&#8230;]]></description>
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		<title>O menino</title>
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		<pubDate>Wed, 11 May 2011 01:59:27 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Lissânder Dias</dc:creator>
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		<category><![CDATA[Infância]]></category>
		<category><![CDATA[poesia]]></category>

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		<description><![CDATA[Olha o menino! Sorri, com lábios compridos. Vento, vem, vai, me leva. Alegre brisa se esvai. Minha vista não. Dedos, miúdos, lisos, Toca meus sonhos E diz: não vai embora. Já não te vejo, mesmo a olhar. Corredores escuros, passos curtos. Não se inventa o sol; Ele é maior que a invenção. O menino espera,&#8230;]]></description>
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		<title>Último salmo</title>
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		<pubDate>Fri, 31 Dec 2010 21:26:43 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Lissânder Dias</dc:creator>
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		<category><![CDATA[poesia]]></category>

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		<description><![CDATA[Sorrisos abertos sejam dedicados a Deus,
Porque dele nasce a alegria, mais forte que a dor.]]></description>
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		<title>Poeminha afobado</title>
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		<pubDate>Mon, 13 Dec 2010 19:12:46 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Lissânder Dias</dc:creator>
				<category><![CDATA[Poesias]]></category>
		<category><![CDATA[poesia]]></category>

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		<description><![CDATA[Poeminha simples, Sorridente, em construção. Enquanto nasce, Faço dele minha intenção. Poeminha que, com esmero, Vem combinado Nas rimas que espero, No curto tempo dedicado. És pequeno, mas valoroso; De tão singelo, parece bobo; De tão pouco, és ainda mais; Maior que o desenho é a verdade que ele traz. Se o milagre foi verdadeiro&#8230;]]></description>
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