O poeta suja as mãos Com letras, rimas e estrofes Cada uma delas, tem um cheiro próprio Tem uma textura original   O poeta não suja as mãos Com amor, compaixão, ira Cada uma delas tem uma virtude própria Tem um gosto original   O poeta é um sublime simplório Descansa, descalço, à sombra da […]

Read More →

Pelas estradas da vida, ele semeava Lançava sementes e mais sementes, sem medida. Alguns perguntavam: por quê? Outros: não vale nada. Mas o semeador a semear continuava. Grãos caíram no meio do caminho, e as aves o comeram. Não nasceram, mas voaram; Outros entre as pedras ficaram; Brotaram, mas sem raízes profundas. Existiram, mas, sem […]

Read More →

De todas as enchentes em que naufraguei, é da força contrária à correnteza que me lembro.   De todas as pedras que me fizeram tropeçar, é da harmonia retomada pelos passos que me lembro.   De todos os pecados que cometi, é da jangada da graça que me lembro.   De todas as frustrações que […]

Read More →