“Eu encontrei teus altares, Senhor!” (Salmo 84)

Finalmente, achei o meu lugar. Que é teu, que é nosso!

Procurei em todo o mundo, em todas as ideologias, em todas as pessoas, em todos os títulos acadêmicos, em todas as opções de felicidade. Mas não conseguia achar a experiência de permanência. E meu coração manteve-se inquieto enquanto não te encontrei.

Teu lugar é santo. E de tão santo, só se entra descalço, sem subterfúgios religiosos e muletas psicológicas.

Ao entrar nele, encontro uma mesa posta. Vamos cear! Encontro muito espaço e o cheiro de jasmim. Encontro o som das falas, dos sorrisos, de música, sem o temor da opressão.

É teu, é nosso, este lugar! É de quem mais quiser. Dele, a luz emana, nossos pés são fortalecidos, e nosso coração é aquecido.

“Eu encontrei teus altares, Senhor!” Porque a vida que vale a pena é aquela onde a adoração torna-se o gesto mais natural de quem foi invadido por teu amor.

Estou em casa. De onde nunca deveria ter saído.

 

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