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Perdão: o pecado já era

Não é difícil encontrar pessoas que consideram totalmente injusta a sua inclusão no “rol de pecadores dependentes da graça”, uma vez que elas não cometem pecados “sérios”. Mas, para Deus, não há “pecadinho” ou “pecadão”. Outros não estão convencidos da sua dependência da graça e do perdão diário de Deus. Como lidar com a culpa e com o perdão?

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O poder do “não poder”

Como lidar com situações em que a nossa segurança, a nossa saúde e até a nossa vida podem estar ameaçadas? Em que, ou em quem vamos nos apegar? Como reagiremos diante da aparente “indiferença” de Deus? Às vezes parece que Deus está “dormindo” demais diante das suas dificuldades?

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Discipulado: o desafio de transmitir a fé para as novas gerações

ESTUDO BÍBLICO | Série Revista Ultimato – edição 362

Podemos enxergar o desafio de transmitir a nossa fé para os mais novos como um desafio de “formação”. Afinal, não se trata apenas de compartilhar conceitos ou doutrinas, mas muito mais de “educar” novos seguidores de Cristo. E, falar de formação é falar de um processo, contínuo – intelectual, moral, espiritual. Estamos envolvidos neste processo? Quem tem nos formado como seguidores de Cristo? A quem temos “educado”?

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Oração e maturidade espiritual: meu colo, minha vida!

ESTUDO BÍBLICO | Série Revista Ultimato – edição 361

Perceber a oração como como oportunidade de relacionamento, de amizade com Deus, é um desafio para todos nós. Aliás, não raro a oração deixa de ser o exercício de conhecer e ser conhecido por Deus, e se torna o esforço para alcançar alguma benção ou benefício. Agora, se de repente você ficasse impedido de praticar a oração, do que você sentiria mais falta: do relacionamento e amizade com Deus, ou da possibilidade de ver suas necessidades atendidas? O que a oração tem a ver com a maturidade espiritual?

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Jesus: uma mão para quem não tem

ESTUDO BÍBLICO | Série Revista Ultimato – edição 361

Nem sempre conseguimos discernir as manifestações da graça de Deus ao nosso redor. E, quase sempre, tentamos “domesticar” e delimitar a sua amplitude na vida das pessoas. Parece mais fácil ser Deus do que amar a Deus; mais fácil controlar as pessoas do que amar as pessoas. Como podemos enfrentar os extremos do legalismo (regras mais importantes que pessoas) e do relativismo (ausência de certo e errado)?

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