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Desconfiança e rebeldia humana e compaixão divina

Enquanto Deus instrui Moisés sobre o seu plano de ir habitar no meio do povo, isto é, descer do monte e caminhar junto com o povo pelo deserto em uma tenda, o povo se torna impaciente e resolve agir fazendo o seu próprio Deus. O grande drama do povo é a ausência desse “homem que nos tirou do Egito” (32.1) e a necessidade de deuses ou um deus que os conduzisse.

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Instrução para receber o Senhor

O ponto chave de toda a instrução é a declaração do 25.8: “E farão um santuário para mim, e eu habitarei no meio deles”. É preciso lembrarmos disso. Todo esse detalhamento visa justamente enfatizar que o tabernáculo não serviria apenas de lugar onde ofereciam sacrifícios, mas era o lugar da habitação de Deus. Os sacrifícios só se justificam por causa da presença de Deus.

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Amar a Deus e ao próximo – as regras de um povo santo

Não é possível separar a vida religiosa (ritual, cerimonial) da atenção às questões sociais (civis) e morais. Isso ficará muito claro nesses capítulos, pois todo esse conjunto de leis fazem parte da aliança que Deus faz com o seu povo e elas estão justapostas sem clara categorização, pois todas fazem parte da aliança, ou “Livro da Aliança” (24.7), por meio da qual Deus sela sua promessa com os israelitas.

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O Deus que liberta é o mesmo que sustenta

O povo deixou o Egito. O exército do faraó foi derrotado. Os israelitas viram o grande poder do Senhor. O Senhor salvou Israel. Esse é o ambiente desses capítulos. Um povo liberto sendo conduzido por Moisés, o servo do Senhor. Há, porém, um misto de experiências.

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Um memorial ao Deus que salva

A boa-nova da libertação é sem dúvida a melhor notícia que podemos ter. Mais do que salvar os israelitas, a libertação do Egito visa, sobretudo, manifestar a glória de Deus.

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