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Equilíbrio – nem tão lá, nem tão cá

ESTUDO 6 – Série Livros – “O Discípulo Radical”, John Stott

Nosso comportamento e nossas atitudes são influenciadas, ou mesmo determinadas, pelas convicções que possuímos acerca de quem nós somos. Neste estudo, nossa principal preocupação é definir quem nós somos, como discípulos e discípulas de Cristo. Para John Stott, “não há no Novo Testamento um texto que apresente um registro mais variado e equilibrado do que significa ser um discípulo do que o texto do Apóstolo Pedro que vamos estudar.

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Dependência – onde os fortes não têm vez

ESTUDO 7 – Série Livros – “O Discípulo Radical”, John Stott

É possível tentar cultivar uma “autonomia ilusória” por algum período, mas basta uma reflexão mais atenta, às vezes provocada por um infortúnio indesejado, e a nossa consciência é novamente ativada para percebermos o quanto somos dependentes de Deus e das outras pessoas. Como você se sente em situações que fogem ao seu controle uu quando a ajuda de outras pessoas é indispensável? E quando vai tudo bem, não precisamos de Deus?

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Morte – a última marca do discípulo

ESTUDO 8 – Série Livros – “O Discípulo Radical”, John Stott

Para John Stott, a “última característica do discípulo radical é a morte”. Ele explica: “O cristianismo oferece vida – vida eterna, vida em abundância. Porém, é preciso que o discípulo radical experimente a “morte” para alcançar a “vida”. Em alguns países, esse desafio é bastante claro e quase uma rotina. E no contexto da sua igreja, da sua cidade, o que significa tomar a nossa cruz diariamente e seguir a Jesus?

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Prática da Leitura da Bíblia

Na leitura da Bíblia, a ingestão depende de nós.

É necessário “comer” a Palavra de Deus. Basta comer: “abrir a boca”, abrir-se para Deus. A leitura formal, superficial, ocasional ou supersticiosa rende muito pouco ou nada; assim como a leitura feita para satisfazer apenas o intelecto.

A digestão não depende de nós. O que é necessário modificar em sua rotina para que a Palavra de Deus se torne sua meditação todo o dia?

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Prática da Oração

A oração parece uma decantada loucura. Como pode o homem comunicar-se com o próprio Deus em qualquer tempo, em qualquer lugar e em qualquer situação, se este é o Senhor de todo o Universo e aquele, um miserável habitante de um pequeno planeta? Como pode Deus ouvir as orações diárias que pelo menos os quase 2 bilhões de cristãos lhe dirigem?

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