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Quem são os adoradores – uma ressonância bíblica

As Escrituras apresentam algumas características daqueles que cultuam verdadeiramente a Deus. Quem são e como são os adoradores?

E, também nas Escrituras temos uma descrição de quem somos nós ou do que devemos procurar ser em Deus. Como, então, devemos nos aproximar de Deus e qual deve ser a nossa postura?

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O mapa da oração

ESTUDO BÍBLICO | Série Revista Ultimato – edição 366

Em geral, oramos por alguns assuntos (sagrados) e não oramos por outros (seculares). Por exemplo, que lugar damos à política em nossas orações? E se esse e outros assuntos não fazem parte das nossas orações, que espécie de Deus poderia estar interessado somente em orações egoístas ou que buscam por experiências de algum tipo?

A oração do “Pai Nosso” pode se tornar um modelo para nossa prática de oração. E como fazer isso sem cairmos no erro de transformá-la numa repetição mecânica?

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Para permanecer em Cristo

ESTUDO BÍBLICO | Série Revista Ultimato – edição 366

É preciso reconhecer que viver como Cristo viveu ou “permanecer em Cristo” não é resultado da aplicação de “técnicas espirituais”. Jesus fala de três tipos de ramos: os que não dão fruto, os que dão fruto e os que dão mais fruto ainda. Em qual categoria de ramo você posicionaria a si mesmo?

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Jesus Cristo: tropeço ou fundamento?

ESTUDO BÍBLICO | Série Revista Ultimato – edição 364

No conhecido “sermão da montanha” Jesus advertiu seus ouvintes sobre a importância de sermos responsáveis por aquilo que ouvimos e aprendemos. No estudo bíblico de hoje também somos desafiados a pensar acerca do fundamento sobre o qual fazemos nossas escolhas. E, o próprio Cristo é a “pedra angular”. Ou não. Pode ser também a “pedra de tropeço”. A escolha é nossa: “Não ajustamos Deus à nossa vida; é ele que nos ajusta à dele”.

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Cansaço e esgotamento: para descansar é preciso crer

ESTUDO BÍBLICO | Série Revista Ultimato – edição 364

O cansaço, e eventualmente até mesmo o esgotamento, tem se tornado uma experiência cada vez mais comum, inclusive entre os cristãos. Uma das consequências mais desastrosas do cansaço é o surgimento de um coração endurecido e insensível, que nos afasta da compaixão pelo próximo e também da possibilidade de sermos renovados pelo Senhor. Você está se sentindo pressionado em sua vida pessoal ou ministerial? Que decisões práticas poderiam evitar um estágio de “esgotamento espiritual”?

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