Senhor, Senhor nosso, como é majestoso o teu nome em toda a terra! Tu, cuja glória é cantada nos céus. (Sl 8.1.)

Canta-se em casa, canta-se nas montanhas de acesso a Jerusalém, canta-se no templo, canta-se em qualquer lugar. Segundo o salmista, a glória de Deus também “é cantada nos céus” (Sl 8.1).

Os céus “declaram a glória de Deus” e “o firmamento proclama a obra de suas mãos” (19.1).

Na noite em que Jesus nasceu, a glória do Senhor resplandeceu ao redor dos pastores de ovelhas nos campos de Belém. E eles viram e ouviram uma grande multidão de anjos cantando no firmamento: “Glória a Deus nas alturas, e paz na terra aos homens aos quais Ele concede o seu favor” (Lc 2.8-14).

Mas tudo isso ainda é muito pouco. O melhor ainda não aconteceu. Está faltando aquele louvor universal em homenagem a Jesus Cristo, a quem Deus exaltou à “mais alta posição” e deu o “nome que está acima de todo nome”. Então ao nome de Jesus todo joelho se dobrará “nos céus, na terra e debaixo da terra”, e toda língua confessará que “Jesus Cristo é o Senhor, para a glória de Deus Pai” (Fp 2.9-11).

A grande festa está reservada para quando todas as criaturas [não só seres angelicais e seres humanos] existentes no céu, na terra, debaixo da terra e no mar, e tudo o que neles há gritarem: “Àquele que está assentado no trono e ao Cordeiro sejam o louvor, a honra, a glória e o poder para todo o sempre!” (Ap 5.13).

Texto originalmente publicado no livro Refeições Diárias Com os Salmos.

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