O Senhor advertiu a Israel e a Judá por intermédio de todos os profetas e de todos os videntes, dizendo: ‘Voltai-vos dos vossos maus caminhos e guardai os meus mandamentos e os meus estatutos, segundo toda a lei que prescrevi a vossos pais e que vos enviei por intermédio dos meus servos, os profetas. (2 Rs 17.13)

Apesar da existência de pregadores pobres de conteúdo e vazios de autoridade, há muitos pastores, conselheiros, evangelistas, avivalistas e teólogos que desempenham muito bem a missão de profetas de Deus. Eles falam da parte do Senhor, apoiados na autoridade das Escrituras e no poder do Espírito Santo. Eles podem falar atrás de um púlpito, atrás de um microfone, atrás de uma câmara, atrás de uma pena. São instrumentos de Deus tão confiáveis como o foram os profetas da história de Israel e da história da Igreja.

Pode faltar chuva, pode faltar pão, pode faltar dinheiro, mas Deus não deixa faltar advertência: “O Senhor advertiu a Israel e a Judá por intermédio de todos os profetas e de todos os videntes, dizendo: ‘Voltai-vos dos vossos maus caminhos e guardai os meus mandamentos e os meus estatutos, segundo toda a lei que prescrevi a vossos pais e que vos enviei por intermédio dos meus servos, os profetas’” (2 Rs 17.13).

Seu problema não é o provável silêncio de Deus. Ele tem falado ontem e hoje, muitas vezes e de muitas maneiras, pelos profetas e também por seu próprio Filho (Hb 1.1-2). Você tem as Escrituras Sagradas, que reúnem todas as advertências necessárias para chegar a Deus e ter comunhão com Ele.

O que pode atrapalhá-lo é a rejeição da vontade revelada de Deus e de suas continuadas advertências. A grande queixa do Senhor é a mesma de sempre: “Ainda que Eu, começando de madrugada, os ensinava, eles não deram ouvidos, para receberem a advertência” (Jr 32.33).

Você precisa de advertência porque o erro é muito comum e o desvio é muito fácil. O clamor de Deus, dirigido primeiramente aos juízes da terra, serve também para você: “Deixai-vos advertir” (Sl 2.10). A advertência mostra o seu pecado, chama-o de volta e tem o poder de curá-lo.

Deus o abençoe!

Texto originalmente publicado na edição 260 de Ultimato.

 

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