Só Deus sabe o quanto a distribuição de Ultimato abrandou o antiprotestantismo da parte dos católicos e o anticatolicismo da parte dos protestantes

Católicos “versus” protestantes

Alguns anos depois da morte de meu pai, encontrei na biblioteca dele alguns livros bem antigos sobre a polêmica entre católicos e protestantes. Por seu valor histórico, trouxe-os para minha própria biblioteca.

Um dos mais antigos chama-se “Palhaçada Protestante”, do conhecido missionário Júlio Maria de Lombaerde, nascido em 1878, na pequena vila de Waereghen, na fronteira da Holanda com a Bélgica. Exerceu grande parte do ministério dele em Manhumirim, MG, onde fundou, em 1928, “O Lutador”, um “jornal militante de primeira linha, cujo fim é desmascarar a perfídia protestante e responder às objeções insensatas que atiram à nossa Santa Religião”. O livro de 186 páginas é, na verdade, uma compilação de catorze artigos publicados por ele em “O Lutador”, que circula até hoje, há muito tempo com outra linha e outros propósitos.

Para Júlio Maria, protestante era “um chimpanzé africano, metido na pele de urso americano, feito rabicho, que só tem de brasileiro o nome”.

Assim como Júlio Maria reuniu num livro os artigos dele contra os protestantes, o pastor Álvaro Reis reuniu noutro livro as conferências que ele fez na Igreja Presbiteriana do Rio, em 1912, refutando a tese do padre Júlio Maria de que “a decadência social e moral do presente século excedia a de qualquer outro tempo da história”. O livro de 144 páginas possui o seguinte título: “As Conferências do Padre Júlio Maria sobre a Segunda Vinda de Cristo”.

O menor (24 páginas) e mais velho de todos os livros (publicado em Lisboa, em 1897) é uma tradução da “Resposta ao Papa Leão XIII (1810—1903)” “a propósito do convite que Sua santidade fez aos países protestantes para se agarrarem à Igreja de Roma”, escrito por Frederic W. Farrar (1831–1903), deão de Canterbury, matriz da Igreja Anglicana. Os historiadores dizem que “quanto ao ecumenismo, o ponto de vista de Leão XIII [papa de 20 de fevereiro de 1878 a 20 de julho de 1903] era confuso, porém mais negativo que positivo” (Os Papas, p. 356). Chamando-os de “irmãos separados” (o primeiro a fazer isso), o que o papa propunha mesmo era a volta dos protestantes à Roma. Farrar termina a sua resposta citando o cardeal São Pedro Damiano: “É melhor obedecer ao Senhor como Papa do que ao Papa como Senhor”.

Aqui no Brasil, a polêmica de maior repercussão entre católicos e protestantes aconteceu no início da primeira metade do século 20, envolvendo dois homens muito cultos — o padre Leonel Franca e o pastor presbiteriano Ernesto Luiz de Oliveira — e dois volumosos livros de títulos parecidos — “A Igreja, a Reforma e a Civilização” (546 páginas) e “Roma, a Igreja e o Anticristo” (392 páginas). O livro do jesuíta Leonel Franca, fundador da Pontifícia Universidade Católica do Rio de Janeiro (PUC-Rio), foi escrito em Roma, em 1922. Já o livro de Ernesto Luiz de Oliveira, o paranaense superdotado (professor de matemática, geometria, física experimental e meteorologia, conhecedor de latim, grego e hebraico) foi parar nas mãos do Papa Pio XI (fevereiro de 1922 a fevereiro de 1939).

Leonel Franca deu muito trabalho aos protestantes e vice-versa. Outros dois pastores presbiterianos envolveram-se na polêmica. Lysanias de Cerqueira Leite escreveu “Protestantismo e Romanismo” (1936) e “A Igreja, o Papado e a Reforma” (1941). E Frederico Hansen lançou quatro livretos em 1933 – “Luthero e o Padre Leonel Franca”; “Luthero, a Bíblia e o Padre Leonel Franca”; “A Defesa do Padre Leonel Franca”; e “O Papado e o Padre Leonel Franca”. O jesuíta, por sua vez, além de “A Igreja, a Reforma e a Civilização”, escreveu “Catholicismo e Protestantismo” (segunda edição em 1930) e “Lutero e o Sr. Frederico Hansen” (1933).

Por ter feito uma conferência intitulada “Imperialismo e Protestantismo”, em Cuiabá, no longínquo abril de 1926, o arcebispo Dom Aquino Corrêa, daquela arquidiocese, mereceu uma resposta de Philippe Landes, pastor da Igreja Presbiteriana de Cuiabá, publicada dois anos depois (1928), com o título: “Dom Aquino — Imperialismo e Protestantismo” (132 páginas).

Uma dívida com Dom Vicente Scherer

Capa da edição n° 1 de Ultimato.

Há quase 60 anos pastor da Igreja Presbiteriana do Brasil, tenho tido uma relação não polêmica, mas amistosa com a Igreja Católica, desde que fundei a revista Ultimato (janeiro de 1968). Está escrito no expediente de Ultimato: “Publicação evangélica destinada à evangelização e edificação, não denominacional”. “Não denominacional” significa que não estamos a serviço de denominação evangélica alguma, nem pública nem veladamente, embora os editores sejam membros conscientes e participantes de uma das igrejas da Reforma.

Um dos responsáveis indiretos por esse meu relacionamento com a Igreja Católica é o falecido cardeal Dom Vicente Scherer (1903–1996), de Porto Alegre, RS, para quem eu enviava a revista, a princípio um modestíssimo jornal de oito páginas. Oito anos depois, recebi um cartão de visita do arcebispo metropolitano da capital gaúcha, com os seguintes dizeres escritos à mão: “À redação da Ultimato, agradeço a gentileza da remessa regular, por cortesia, de publicação que vejo com interesse pela franqueza de importantes colocações” (9 de agosto de 1976).

Isso me causou tanta surpresa que comprei o “Anuário Católico” daquele ano para copiar e gravar o nome e o endereço de milhares de paróquias católicas do Brasil nas antigas chapinhas de endereçamento, para enviar-lhes gratuitamente a revista Ultimato. Nunca escondemos deles e de todos os demais leitores que a nossa única intenção era e é a de exercer uma influência cristocêntrica no meio católico, a mesma que procuramos provocar em nosso meio. Daí a enorme quantidade de cartas católicas que recebemos desde então, tanto de apreciação como de desaprovação. Não sei como conseguimos fazer isso sob o ponto de vista financeiro. Há cerca de 7 anos, baixamos para 3 mil o número de exemplares destinados a muitas paróquias, a padres casados, aos bispos e a alguns seminários. Só Deus sabe o quanto essa iniciativa abrandou o antiprotestantismo da parte dos católicos e o anticatolicismo da parte dos protestantes. Naturalmente isso nos trouxe alguns custos.

Não poucos evangélicos cancelaram suas assinaturas por causa de nossas aventuras, por eles chamadas de ecumênicas; alguns líderes chegaram, até mesmo, a desaconselhar em público a revista Ultimato. Em relação aos católicos, quando tocávamos no nome de Maria na visão protestante ou dávamos vez aos padres casados, cartas bravas chegavam à redação.

O anticatolicismo está diminuindo, mas era uma forte característica da Igreja Evangélica brasileira. Embora eu mesmo tenha sofrido muito nas mãos dos católicos no começo do meu ministério na Zona da Mata de Minas Gerais, principalmente na cidade universitária de Viçosa, a partir de 1960, como o primeiro pastor de qualquer igreja evangélica a residir na cidade, eu não tratava os católicos como inimigos. No opúsculo Viçosa Tridentina, registro os momentos mais difíceis que tivemos de enfrentar com o clero formado no Seminário Arquidiocesano de Mariana, na época o maior representante do Concílio de Trento no Brasil. Quantas vezes ouvi falar que a Igreja Católica era a Grande Babilônia do Apocalipse, com a qual os reis da terra se prostituíram e participaram do seu luxo (Ap 18)!

Veneno mortal

Eram graves os equívocos de ambos os lados. Até pelo menos o início do século passado, ainda se dizia que Lutero veio ao mundo por causa de uma relação sexual entre a mãe dele e o demônio. Quando mandei de presente o livro Conversas com Lutero — História e Pensamento (Ultimato, 2006) para bispos e sacerdotes, recebi o agradecimento de pelo menos dez bispos e de vários sacerdotes e padres casados. Um deles, Dom Antônio Affonso de Miranda, bispo emérito de Taubaté, na época com 87 anos, escreveu: “Estou lendo com avidez o livro Conversas com Lutero, sumamente interessante. Acredito que será para mim um aprofundamento proveitoso a respeito do grande pai da Reforma”. O monge Estevão Bittencourt, do Mosteiro de São Bento, no Rio de Janeiro, também de 87 anos na época, achou o livro original, que “supõe um trabalho preciso e meticuloso”. O padre casado Luiz Conte, de Florianópolis, comentou: “Fui educado na tergiversação do pensamento de Lutero com preconceituosa condenação do passado e calúnias vergonhosas. Hoje, eu enalteço Lutero como um grande homem do cristianismo progressista, ao lado de Agostinho, Tomás de Aquino, Martin Luther King. Se eu tivesse conhecido antes esse grande homem, teria tido maiores elementos na luta contra o fundamentalismo católico romano que sempre condenei na busca da verdade”.

Eu não me considero ecumênico, porque entendo que o ecumenismo me obrigaria a silenciar a respeito de pontos que julgo não serem coerentes com as Escrituras (o que muitos católicos também pensam). Quero ter liberdade de crítica na revista Ultimato, tanto em relação aos católicos como em relação aos protestantes, principalmente em relação aos neopentecostais — divulgadores e incentivadores da Teologia da Prosperidade, que prega outro evangelho. A palavra ecumenismo é veneno mortal para muitos protestantes. Por julgarem que Ultimato é ecumênica, alguns crentes se fecham para nós e nos discriminam continuamente. Um leitor de São Vicente, SP, nos pediu: “Vocês são ecumênicos? Digam a verdade!”.

Estou convencido de que a separação entre católicos e protestantes ainda é uma necessidade, já que não estamos de acordo quanto a certos aspectos doutrinários sérios, os mesmos que provocaram a Reforma do século 16. Todavia, isso não nos impede de enxergar as coisas boas que lá acontecem nem as coisas más que acontecem em nosso meio. Nunca passou pela minha cabeça a ideia de contribuir para que haja uma só Igreja.

Assumimos que o rebanho unificado a que Jesus Cristo se refere (Jo 10.16) não é formado por católicos, ortodoxos e protestantes, mas por aqueles pecadores que se arrependem e se convertem de seus pecados e ideias errôneas e aceitam o sacrifício vicário e o senhorio de Jesus Cristo, movidos pelo Espírito Santo. Esse rebanho formidável existe. É apropriadamente chamado de “igreja invisível”, o verdadeiro Corpo de Cristo. Cada ovelha tem o seu nome escrito no “livro da vida” e todos estão sob a vara e o cajado do Bom Pastor.

Tento justificar a fúria de alguns protestantes contra o ecumenismo (“coisa do diabo”) dizendo que ela é alimentada, por exemplo, por documentos como o “Dominus Jesus”, de setembro de 2000, quando o cardeal Joseph Ratzinger reafirmou que a Igreja Católica é a única cristã — tanto o Conselho Mundial de Igrejas (CMI) como a própria Conferência Nacional de Bispos do Brasil (CNBB) consideraram o documento do Vaticano um retrocesso na caminhada ecumênica.

Fora de Cristo não há salvação

Um bom número de protestantes não enxerga pronunciamento nem acontecimento algum comum a eles e aos católicos. Eu vejo e me exulto. Além de me alegrar, tenho dividido isso com os leitores de Ultimato.

Em 1969, por exemplo, no que diz respeito ao sucesso numérico das igrejas cristãs, o evangelista Billy Graham declarou: “O que precisamos é de uma minoria dedicada para transformar este país [os Estados Unidos] e o mundo”. Em artigo publicado no “Jornal do Brasil”, em 2004, Dom Eugênio Sales declarou: “Dizem que são 122 milhões de católicos batizados no Brasil. Se saísse a metade, a Igreja não ficaria prejudicada”.

Em 10 de maio de 2007, cerca de 40 mil jovens católicos encheram o Pacaembu, em São Paulo, e ouviram o alemão Joseph Ratzinger falar que os cristãos têm a obrigação de preservar a castidade fora e dentro do casamento. Em 19 de junho de 1969, uma multidão reunida no Madison Square Garden, em Nova York, ouviu o americano Billy Graham, no auge de sua carreira, declarar que “ninguém pode seguir a Cristo e ter relações sexuais fora do casamento”. Em seu livro “Cristianismo Básico” (Ultimato, 2007), o inglês John Stott não esconde que o “não adulterarás” do Decálogo “diz respeito a qualquer tipo de relacionamento sexual fora do matrimônio”. São vozes católica, protestante e anglicana falando a mesma coisa.

As Sociedades Bíblicas e os Gideões — organizações protestantes — têm distribuído milhões de Bíblias em toda parte, incentivando a obrigação cristã de ler e examinar as Escrituras. Os protestantes devem a Dom Orlando Brandes, arcebispo de Londrina, um dos melhores textos sobre a Bíblia publicado na mídia religiosa, que começa assim: “Por sermos discípulos missionários, precisamos mais da Bíblia que de projetos pastorais”. E acrescenta: “Nosso povo deve ter acesso à Bíblia, formação bíblica, vivência bíblica para que suscitemos um ‘catolicismo bíblico’”. No final, Dom Orlando insiste: “A Palavra de Deus, mais precisamente a Bíblia, deve estar nas mãos de cada criança, de cada jovem, de cada casal, de cada cristão”.

Além de enxergar as questões citadas acima, nós também enxergamos o outro lado. Por exemplo, o cardeal Francis Arinze, prefeito da Congregação para o Culto Divino e a Disciplina dos Sacramentos, colocou Jesus no mais alto patamar, numa aula proferida na Universidade de Dallas, nos Estados Unidos, em 2008. Arinze não só afirmou que Jesus Cristo “foi a segunda pessoa da Santíssima Trindade que assumiu a natureza humana para nos salvar”, mas também citou alguns versículos-chave da Bíblia para mostrar a unicidade de Cristo em matéria de salvação: “Deus amou de tal maneira o mundo que lhe deu seu Filho único” (Jo 3.16); “Eu sou o caminho, a verdade e a vida; ninguém vem ao Pai, a não ser por mim” (Jo 14.6). Entretanto, logo a seguir, o cardeal declarou abertamente que não podem salvar-se aqueles que “não quiserem entrar na Igreja ou nela permanecerem”. Ele foi mais explícito quando disse: “É errado considerar a Igreja como um caminho da salvação ao lado dos que foram constituídos por outras religiões”. O que Arinze afirmou é a teimosa tese de que “fora da Igreja não há salvação” — a Bíblia diz que é fora de Cristo que não existe salvação. O bonito discurso inicial da unicidade de Cristo caiu por terra (a aula foi publicada em “L’Osservatore Romano” e no “Comunicado Mensal” da CNBB de junho de 2008). Ainda mais explícito que o cardeal Arinze foi Giuseppe Monti, italiano que se converteu à Igreja Católica antes de ser executado por seus crimes em Roma, em novembro de 1868. Em seu testamento espiritual, Monti fez a seguinte afirmação: “Só a religião católica é que abre as portas do céu aos seus fiéis”. E, depois, apelou: “Ah! Amai a Santa Igreja Católica Apostólica Romana, fora da qual não há salvação”. Tais palavras foram publicadas em “O Apóstolo”, o único jornal católico do Rio de Janeiro na década de 1860 (21 de fevereiro de 1869, p. 60). O que se constata é que, nesse aspecto, não houve a menor mudança na Igreja nos 140 anos que separaram o convertido Monti do cardeal Arinze!

Oração protestante

Na matéria de capa de Ultimato de julho de 1996, fizemos uma solene e óbvia declaração: “O reino de Deus é maior do que a Igreja Católica, que as Igrejas Ortodoxas, que a Igreja Protestante”. Nas páginas centrais, havia 21 perguntas muito incisivas, que foram respondidas por destacados líderes protestantes (Valdir Steuernagel, Waldyr Carvalho Luz, Ebenézer Soares Ferreira, Timóteo Carriker, Nephtali Vieira Júnior e Caio Fábio d’Araújo Filho) e católicos (os bispos Bonifácio Piccinini, Lúcio Ignácio Baumgaertner e Moacyr Grechi). Para encerrar essa longa matéria de capa, publiquei uma oração envolvendo a Igreja Católica, escrita de minha própria caneta de pena (os dados mencionados são os da época):

“Ó Deus, tem misericórdia da Igreja Católica Romana brasileira.

Ela está aqui bem antes de nós. Desde a descoberta, em abril de 1500. Nós só chegamos para ficar e evangelizar esta terra em 1855, três séculos e meio depois. A presença católica é três vezes e meia mais longa que a presença protestante.

Aqui está a maior comunidade católica do mundo. Cerca de 64,6% [em 2010] de todos os católicos são brasileiros. Aqui encontra-se também o segundo maior episcopado do mundo, com 375 cardeais, arcebispos e bispos. A Conferência Nacional dos Bispos do Brasil, a famosa CNBB, é considerada como organização modelar entre as mais de cem conferências episcopais do mundo. Não é de todo impossível que um futuro papa seja brasileiro.

São 130 milhões de católicos contra 30 milhões de protestantes. Seus templos estão nos melhores pontos das cidades, quase sempre no meio de uma praça. Eles têm dezessete universidades com 300 mil estudantes e mais de 2 mil escolas, do pré ao colegial. Três ou quatro editoras católicas estão entre as maiores do Brasil. Só a Vozes publica vinte novos títulos e trinta reedições por mês [dados da época].

Mas tu sabes, ó Deus, e o clero também sabe, que o grosso mesmo dos fiéis são cristãos nominais, apenas de batismo, de tradição, de rótulo, como acontece em toda a América Latina e em alguns países de formação e maioria protestantes. É um desperdício enorme de potencial.

Rogo-te que nem a Igreja Católica nem a Igreja Evangélica se apeguem mais à sua história do que a Jesus Cristo. Ajuda-nos a redescobrir Jesus Cristo, sua divindade, sua encarnação, sua morte vicária, sua ressurreição, sua ascensão, sua intercessão, seu senhorio, sua volta gloriosa e sua vitória sobre a morte. Ajuda-nos a falar sobre pecado, arrependimento e conversão. Ajuda-nos a anunciar a Jesus como o único e suficiente Salvador. Ajuda-nos a fornecer esperança bem fundada no Cordeiro de Deus que tira o pecado do mundo, por meio do perdão, por meio da santificação, por meio da ressurreição vindoura e por meio de novos céus e nova terra. Ajuda-nos a ensinar a crucificação diária do eu, da carne, do mundo e do diabo. Ajuda-nos a despertar o gosto pela leitura da Bíblia e pela oração.

Provoca, ó Deus, por força do Espírito, esta revolução no catolicismo brasileiro. Eu te peço em nome de Jesus. Amém!”

P.S.: O leitor Alce Alves Figueiredo, de Marília, SP, nos fez uma acusação que não é verdadeira: “Ultimato gosta de bajular os padres e a Roma papal”!

O rebanho unificado a que Jesus Cristo se refere não é formado por católicos, ortodoxos e protestantes, mas por aqueles pecadores que se arrependem e se convertem de seus pecados e ideias errôneas e aceitam o sacrifício vicário e o senhorio de Jesus, movidos pelo Espírito Santo.

Um bom número de protestantes não enxerga pronunciamento ou acontecimento algum comum a eles e aos católicos.

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O reino de Deus é maior que a Igreja Católica Romana, maior que as Igrejas Ortodoxas e maior que a Igreja Protestante

Viçosa tridentina

Texto originalmente publicado na edição 346 de Ultimato.

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