Tom de alegria

sexta-feira
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Prestem culto ao Senhor com alegria; entrem na sua presença com cânticos alegres. (Sl 100.2.)

Nas escrituras sagradas, alegria não é algo de somenos importância. Ela deve existir, deve vingar, deve permanecer, deve estar sob proteção, deve ser alimentada, deve enfrentar qualquer vicissitude, deve mandar embora a tristeza, deve permear todos os recintos da mente.

Culto sem alegria é muito estranho. Daí a advertência: “Prestem culto ao Senhor com alegria” (Sl 100.2). É preciso cantar de alegria (Sl 96.12; 98.8). É preciso cantar com alegria (Sl 95.1). É preciso cantar cânticos de alegria (Sl 98.4) ou cânticos alegres (Sl 100.2).

Quem nunca tem alegria, quem tem alegria uma vez sim uma vez não, quem só consegue se alegrar quando as circunstâncias são favoráveis precisa aprender a arte de se alegrar na bonança e no mar revolto, na fartura e na necessidade, na saúde e na doença, na companhia de muitos e na solidão. A chave do problema está na advertência do salmista: “Alegrem-se no Senhor” (Sl 32.11; 97.12). E também na advertência de Paulo: “Alegrem-se sempre no Senhor” (Fp 4.4). “No Senhor” significa em Cristo, na proximidade dele, na suficiência dele, na consolação dele, na provisão dele.

Quem não tem alegria ou aquele cuja alegria é rasa pode recorrer à oração. Moisés pediu alegria: “Dá-nos alegria pelo tempo que nos afligiste, pelos anos em que tanto sofremos” (Sl 90.15). Quem perder a alegria também pode orar, à semelhança de Davi: “Faze-me ouvir de novo júbilo e alegria” (Sl 51.8). O importante é imprimir o tom de alegria nesta vida passageira até chegar a plenitude da alegria!

 >> Retirado de Refeições Diárias com o Sabor dos Salmos. Editora Ultimato.

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