Publicado em Diversas, Eduardo Stark | 0 Comments Tolkien e C. S. Lewis by Eduardo Stark Antes do grande sucesso de O Senhor dos Anéis, as únicas pessoas que realmente se interessavam em saber mais sobre o mundo da Terra-média eram Christopher Tolkien e o C.S. Lewis. Ambos tiveram o privilégio de escutar o próprio […]

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Por Maurício Avolleta Jr. Obs.: O texto a seguir é um resumo de um projeto em andamento previsto para ser publicado no início de 2017, portanto, não se aprofundara tanto nos assuntos propostos, assim como algumas perguntas que serão levantadas neste texto, serão respondidas e aprofundadas apenas no trabalho final. Neste texto, buscaremos levantar algumas […]

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“Uma conversa noturna com Tolkien: setembro de 1931″. ALISTER McGRATH O capítulo final de Surpreendido pela alegria fala de forma breve e atormentadora sobre a transição de Lewis do teísmo “puro e simples” para o cristianismo. Lewis se esforça para deixar claro que essa conversão não teve nada a ver com desejo ou anseio… A […]

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Ouça entrevista sobre J.R.R. Tolkien com Gabriele Greggersen a jornalista do jornal Zero Hora (Diário Catarinense) para artigo por ocasião do lançamento do segundo filme de O Hobbit, em dezembro 2013.     Obs: As virtudes cardeais são Justiça; Prudência ou Sabedoria; Fortaleza e Temperança ou Moderação…  

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Este artigo trata dos conceitos literários de J. R. R. Tolkien de estórias de fadas, fantasia,
subcriação e eucatástrofe. Através do poema Mythopoieia (1930), do ensaio Beowulf: The
Monsters and the Critics (1936) e do ensaio On Fairy-Stories (1939) podemos tecer uma teoria
literária que entende sua fi nalidade como uma expressão religiosa, buscando similitudes com
o pensamento de santo Agostinho, especifi camente nas quatro virtudes cardeais, expressas nos
livros A cidade de Deus (426) e O livre-arbítrio (388), assim como a gloria das nações pagãs e
a presença de virtudes que justifi cassem elementos da verdade em povo pagãos. Assim como
antigas virtudes romanas poderiam ser exemplos para os cristãos, também nos mitos escandinavos,
como Beowulf, poderiam ser encontradas virtudes pertinentes à revelação cristã. Por fi m,
também as estórias de fadas, subcriadas, podem e devem ecoar elementos do Evangelho cristão.
Palavras-chave: Literatura, cristianismo, virtudes.

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