O direito de ser feliz!

Muito se fala hoje em dia do direito de cada pessoa em ser feliz. Sendo esta felicidade entendida, na maioria das vezes, na capacidade de se viver a vida sem problemas e com o maior desfrute possível de prazer. Essa é a grande ilusão que nos é vendida em todos os anúncios comerciais e mídias da sociedade do consumo: uma felicidade ou prazer para se consumir!

Isso nos remete à idéia da possibilidade de um prazer que existe por si só, sem a necessidade de outra pessoa – e isso é falso! Bateson, um antropólogo do século XX dizia que “o sujeito NÃO existe, somente a relação”. Mais >

O que um marido pode esperar da sua mulher?

A letra de uma antiga canção popular brasileira, Emília, diz: “Eu quero uma mulher que saiba lavar e cozinhar; e que de manhã cedo me acorde na hora de trabalhar”. Essa afirmação reflete muito do machismo cultural do povo brasileiro, que vê na relação conjugal a esposa como serviçal: Amélias e Emílias da vida.

O machismo histórico brasileiro cria duas fantasias a respeito da mulher: a mulher serviçal e a mulher sensual. Para ler mais, confira a íntegra do meu artigo publicado na revista Ultimato sobre o assunto: O que um esposo espera de sua esposa.

Envie sua pergunta para o Catito aqui.

PROGRAMA DE ENRIQUECIMENTO MATRIMONIAL – PEM

O PEM – Programa de Enriquecimento Matrimonial é um encontro que se propõe a fortalecer o casal em sua relação com Deus, em sua relação um com o outro e na relação de ambos com sua comunidade a fim de que, juntos, possam desenvolver, mediante Jesus Cristo e no poder do Espírito Santo, um estilo de vida matrimonial sadio, liberador e comprometido com a Igreja e a missão de Deus no mundo.

O PEM  é uma seqüência de quatro retiros, em cada um deles são trabalhados três temas. Não é necessário fazer os quatro encontros, e também é possível escolher a ordem dos mesmos.

No PEM 1 são trabalhados os seguintes temas: Mais >

Os Quatro Cavaleiros do Apocalipse

Uma figura metafórica sempre tenebrosa e muito utilizada, em especial no cinema, é a dos quatro cavaleiros do Apocalipse, que espalham terror e destruição por onde passam. Aproveitando a metáfora, gostaria de pensar nos quatro principais inimigos de um relacionamento conjugal, ou seja, queria partilhar, a partir de minha experiência clínica de consultório e de minha experiência como palestrante de encontros de casais, quais são os principais elementos que destroem um relacionamento, em especial o relacionamento conjugal.

Creio que o primeiro cavaleiro destruidor dos relacionamentos no casamento é a má comunicação. Embora este tema já tenha sido amplamente explorado por estudiosos da área e até best-seller em prateleiras de livrarias (Homens são de Marte…), ainda continua sendo um dos inimigos principais de um relacionamento. Mais >

O profeta e o psicólogo

Entrevista: Ricardo Barbosa de Sousa e Carlos “Catito” Grzybowski

 

O profeta e o psicólogo não estão necessariamente em atrito entre si. Em certos casos, um precisa do outro para enxugar as lágrimas, que não são exclusividade das pessoas que procuram ajuda. O papel dos dois é curar, restaurar, reconciliar, libertar. Ambos ajudam uma pessoa a se dar conta de suas dificuldades, porém com métodos e estratégias distintas. Para acabar com a guerra velada entre o profetismo (a arte de comunicar a mensagem de Deus) e a psicologia,Ultimato entrevista o pastor Ricardo Barbosa de Sousa e o psicólogo Carlos Tadeu Grzybowski, conhecido também como Catito.

Ricardo é pastor da Igreja Presbiteriana do Planalto, em Brasília, DF, articulista e autor de O Caminho do Coração, Ensaios sobre a Trindade e a Espiritualidade Cristã e Janelas para a Vida. Catito é terapeuta familiar, coordenador nacional da Associação Internacional de Assessoramento e Pastoral Familiar (EIRENE) e autor de Macho e Fêmea os Criou e de Como se Livrar de um Mau Casamento. Catito é membro da Igreja Batista do Prado, em Curitiba, PR. Ambos são conhecidos e respeitados em todo o Brasil.

Ultimato — Como o profeta define o psicólogo? Como o psicólogo define o profeta? Mais >

Fui enganado!

Essa é a queixa de muitos casais que vêm ao aconselhamento. Dizem que, após a cerimônia do casamento, o cônjuge mudou e que se sentem enganados pelo que o outro prometia e representava ser durante o namoro.
O que ocorre, na verdade, é que a primeira fase do relacionamento conjugal está acabando. Todo relacionamento é dinâmico e passa por um processo de desenvolvimento. Ao contrário da ideia que muitas vezes é passada nas cerimônias civis, o casamento não é algo estático em que se entra e nada mais é preciso fazer — “o santo estado do matrimônio”, como afirmam os juízes de paz. Mais >

A vergonha de estar nu

Após o relato da criação, nos dois primeiros capítulos de Gênesis, a Bíblia não descreve muito como era a vida e o relacionamento do primeiro casal no Paraíso. Apenas um versículo indica algo deste relacionamento — o verso 25 do capítulo 2. Ele afirma: “O homem e sua mulher viviam nus, e não sentiam vergonha”.
Todavia há uma verdade especial contida nas poucas palavras deste versículo. Em primeiro lugar, a ideia de estar nu, neste contexto, não indica somente o não estar usando roupas, mas sim que havia um total conhecimento um do outro — um desnudar-se de alma! Homem e mulher não tinham absolutamente nada a esconder um do outro. Conheciam e eram conhecidos por seus pares na mais profunda intimidade da alma. Mais >

Amigos: nossa nova família

— E o que vocês fazem nos finais de semana? — perguntei ao jovem casal.
— Vamos à casa de nossos pais almoçar e passamos a tarde lá! Um domingo na casa de cada pai.

Aparentemente isso é muito bom — apenas aparentemente. Uma das questões com as quais frequentemente nos deparamos em nosso consultório é que muitas pessoas, principalmente os jovens, têm pouca ou nenhuma amizade profunda. É comum os jovens falarem que têm muitos amigos, mas verifico que a maioria destes são virtuais, se encontram nas redes sociais.Onde estão os amigos que frequentam a casa um do outro? Aqueles com os quais se pode ter conversas significativas? Mais >

Você conhece o amor?

Ao longo de quase 30 anos de experiência profissional como terapeuta de casais e de famílias, não foram poucas as vezes em que me deparei com casais em processo de separação, com a seguinte alegação para o término do relacionamento: “Eu não (o/a) amo mais!”.

Nossa sociedade, sob o lema “você precisa ser feliz”, inculca nas mentes a máxima hedonista de que a felicidade é resultado de um bem-estar pessoal, individual e exclusivo. Na maioria das vezes, para o mundo assentado sobre o capital, isso se traduz em conforto material e acúmulo de bens; parece absurda a ideia de uma felicidade relacional, interpessoal e inclusiva. Assim, se vive o matrimônio como uma “república conjugal”, onde se dividem espaços, tarefas e deveres financeiros, e se desfruta do prazer no uso sexual do outro — mas não se constrói a ideia do “reino do nosso”. Mais >

Cuidado com os ladrões

Há algum tempo, dei uma palestra sobre relacionamento familiar em Rondonópolis, MT. Depois da palestra, fui convidado por um grupo para ir jantar um delicioso peixe na brasa. Em meio a conversas e risadas, um casal de noivos que estava sentado ao meu lado me fez a seguinte pergunta: “Professor, vamos nos casar no mês que vem. Sabemos que não existe mágica para um casamento funcionar. Porém, queríamos saber se o senhor teria alguma dica para nos dar. Gostaríamos de cultivar um bom relacionamento desde o começo”.

Pensei por alguns segundos antes de responder e depois olhei bem para eles e disse: “Tenho sim!”.

O casal ajeitou-se na cadeira como se fosse participar de um momento especial, arregalou os olhos e aproximou-se para ouvir-me melhor. Então eu disse: “Se vocês querem ter um casamento harmônico desde o início, “não tenham nem televisor nem computador em casa” nos primeiros dois anos de casado!”. Mais >