Em abril de 2009, a Mocidade Para Cristo do Brasil comemorou a 25ª edição do Som do Céu, um acampamento voltado para a arte cristã – em especial a música. Para essa celebração, reuniu-se um time de artistas renomados, experientes e de qualidade indiscutível para um grande debate sobre a música na igreja brasileira. O livro traz as palestras desses artistas e a síntese dos debates realizados. Ao final traz o documento Carta do Som do Céu, resultado dos trabalhos. O livro contou com 16 escritores, entre eles, Aristeu Pires, Denise Bahiense, Erlon Lemos, Gladir Cabral, João Alexandre, Jorge Camargo, Jorge Redher, Nelson Bomilcar, Romero Fonseca, Paulo Cesar, Rubão, entre outros. Organizado por Carlinhos Veiga e Rick Szuecs. Editora Palavra, 2009.
Outras informações:

Ano de produção: 2009
Tipo da produção: Livro
Editado por Editora Palavra

Em 2000, quando o Brasil comemorava seus 500 anos, Carlinhos Veiga e Romero Fonseca lançaram um projeto pioneiro, que constava de uma exposição de fotos (Romero) e de poemas (Carlinhos) e fazia uma análise sobre a nação brasileira. De exposição o material virou um livro. Essa exposição percorreu algumas cidades brasileiras e participou também do IV Clade, em Quito, Equador. São 50 fotos em preto e branco, 10 poemas e um texto introdutório. O livro mostra um Brasil que não foi descoberto, mas um Brasil que se fez a partir do encontro das três raças. A ética branca, dominadora, europeia é desmontada e reconstruída a partir de uma visão crítica. Os poemas e os demais textos estão traduzidos para o português, o inglês e o espanhol. O livro contou com o design gráfico de David Izacc e de Romero Fonseca.
Outras informações:

Ano de produção: 2000
Tipo da produção: Livro
Editado por Identidade Comunicação

Flor do Cerrado é um CD voltado para a temática regional do Centro-Oeste. Já foi chamado por alguém de coletânea de músicas “varandeiras”, ou seja, para se ouvir da varanda de uma casa ou fazenda. Valoriza o som da viola, da sanfona e dos ritmos que marcam o cerrado e suas influências nordestinas. Compositores conhecidos no cenário goiano, como Gustavo Veiga, Carlos Brandão e Juraildes da Cruz, ofereceram suas canções ao lado de gente consagrada no cenário da música caipira de raiz, como Lourival dos Santos, Teddy Vieira, Serafim Colombo Gomes e Luís Bonan. Além destes, Carlinhos gravou composições próprias e do poeta Gladir Cabral, de Santa Catarina. Esse trabalho foi gravado com recursos cedidos pelo Fundo da Arte e da Cultura do Governo do Distrito Federal – FAC-DF. Participação dos músicos Léo Barbosa, Sandro Araújo, Enos Marcelino, Pedro Feitoza, Cláudia Barbosa e Eline Márcia, que formam a banda de Carlinhos. Participações especiais de Marcus Morais, Quico Fagundes, Ademir Júnior e Rosinha Cardoso. A produção executiva foi de Carlinhos Veiga e de Cláudia Barbosa. O projeto gráfico, da Identidade Comunicação, por Romero Fonseca, e a direção de arte, de David Izacc.
Outras informações
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Ano de produção: 2007
Tipo da produção: CD
Gravado, mixado e masterizado no Mastering Estúdio, em Brasília, DF

Esse CD é uma parceria de Carlinhos Veiga com Rogério Pinheiro, músico capixaba, companheiro de sons por anos no Expresso Luz. Depois que Carlinhos e Rogério deixaram o Expresso, começaram a compor juntos e optaram por trabalhar temas ligados à ecologia e à fé, interligando as suas regiões e culturas: Carlinhos é do Centro-Oeste, portanto, do cerrado; Rogério é do litoral do Espírito Santo, portanto, do mangue. Foi daí que surgiu a idéia de unir as duas realidades numa só palavra: Siripequientre mangues e cerrados. Uniu-se o siri do mangue com o pequi do cerrado. E não é que deu uma mistura boa, um sabor bem diferente? O CD contou com a participação mais que especial do músico Daniel Strecht, que, juntamente com Rogério, trabalhou os arranjos. Participaram ainda Nelsinho Rios, Cláudia Barbosa, Sandro Araújo, Léo Barbosa, Enos Marcelino, Pedro Feitoza, Cláudia Barbosa, Marcos Ferreira e Romero Fonseca. Olemir Cândido fez as programações eletrônicas de No Caminho. Esse CD marca definitivamente a entrada do baixista Pedro Feitoza na banda de Carlinhos. O projeto gráfico foi de Rogério Pinheiro e as fotos, de Tom Boechat. Produção musical de Carlinhos Veiga.
Outras informações
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Ano de produção: 2005
Tipo da produção: CD
Gravado no AK Stúdio, Brasília, DF

Santa Louvação é um CD com uma proposta diferente das demais gravações. Carlinhos e Nelsinho Rios produziram um CD totalmente voltado para as igrejas, com cânticos comunitários num estilo bem brasileiro. Veio para somar-se ao esforço de alguns poucos músicos e grupos que querem oferecer às igrejas a oportunidade de cantar canções de adoração em ritmos nacionais. É um CD gravado praticamente ao vivo em estúdio, por isso cognominado “quase ao vivo”. Veja o que Carlinhos diz no encarte do CD: “Por onde a gente passava o povo pedia os cânticos de louvor em ritmos brasileiros que cantávamos. As igrejas pareciam necessitadas de músicas de adoração com esse estilo “brazuca”. Foi quando o Nelsinho Rios, grande músico e companheiro de caminhada, me desafiou a esse projeto. A banda toda topou, e eis aí o resultado: Santa Louvação gravado “quase ao vivo”. Foram apenas 16 horas de estúdio sob a batuta do mestre Andreiev Kalupniek. Agradecemos aos companheiros de sons e sonhos, gente abençoada que o Senhor colocou ao meu lado. Um obrigado especial ao Enos Marcelino e ao Rubão, do Cia de Jesus, que foram cúmplices nisso tudo. Ao Romero Fonseca, não sei nem o que dizer: só sei que ele ama o Reino como nós, e por ele aceita essas loucuras. Ao maravilhoso Jesus, a nossa “santa louvação”.
Outras informações
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Ano de produção: 2004
Tipo da produção: CD
Gravado no AK Studio, Brasília, DF

Nesse trabalho Carlinhos mostrou-se mais amadurecido música e poeticamente. Realizou um trabalho sério de apuração de ritmos regionais, fruto de várias pesquisas. Com esse CD homenageou a missão Mocidade Para Cristo – MPC pelos seus 50 anos no Brasil. A grande inovação no Mata do Tumbá foi a busca de uma sonoridade acústica mais fiel. Para alcançar esse objetivo, foi imprescindível a participação do engenheiro de som Andreiev Kalupniek, um verdadeiro expert no assunto. A bateria foi substituída por percussões variadas. Até o som do baixolão, que figura em várias faixas, foi captado a partir de microfones. Ritmos como o bumba meu boi, o pagode de viola, a folia de reis marcaram presença. A faixa Uma vida melhor foi gravada tendo por acompanhamento uma viola de cocho e uma rabeca artesanal, instrumentos raros no meio musical contemporâneo. Para esse trabalho, Carlinhos, que tocou viola caipira, viola de cocho, violão, baixos e charango, contou com a participação de vários músicos, entre eles, Ricardo Amorim (violões), Cláudia Barbosa (flauta e vocal), Eline Márcia (vocal), Sandro Araújo (percussão), Léo Barbosa (percussão), Nelsinho Rios (baixos), Norma Lílian (violoncelo), Kalley Seraine (violino e rabeca), Romero Fonseca (gaita e voz), Reny Cruvinel (violão e voz), Cindy Folly (violino), entre outros. O consagrado músico Hélio Delmiro participou especialmente em 3 faixas, ora com seu violão ímpar, ora com a viola caipira. Nesse CD Carlinhos incluiu dois temas instrumentais: Mata do Tumbá, acompanhado por violões, violinos, violas e violoncelo, fazendo a base para o solo da flauta transversal de Cláudia Barbosa; e Cezinha, numa linguagem bem regionalista e melancólica. Esse trabalho teve produção executiva da Estação Um, produção musical de Carlinhos Veiga e projeto gráfico da Identidade Comunicação.
Outras informações
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Ano de produção: 2002
Tipo da produção: CD
Gravado, mixado e masterizado no AK Estúdio – Brasília, DF

Menino foi lançado em Brasília pela produtora Estação Um, dos amigos e incentivadores Neander Coelho e Carlos Adriano. Nessa fase, Carlinhos explorou bastante a sonoridade acústica. Participaram os músicos Jader Steter, Renato Vieira, Kalley Seraine, Cláudia Barbosa, Eline Márcia, Fernando Veiga, Paulo André, Lucimary do Valle, Jorge Macarrão, Marcos Benaia, Enos Marcelino e Manoel Carvalho. A produção gráfica mais uma vez foi feita pela Identidade Comunicação de Romero Fonseca e David Izacc. Nesse trabalho, Carlinhos Veiga procurou resgatar algumas das canções que marcaram a sua vida. Regravou a obra-prima Taças de Cristais, de Janires, gravada pelo grupo Rebanhão, nos anos 80, e a maravilhosa Salmo 40, de autoria de Guilherme Kerr e Nelson Bomilcar. Ainda fez uma releitura da sua música Enquanto se discute, gravada pelo Expresso Luz, numa linguagem mais brasileira. Nesse trabalho, Carlinhos interpretou duas músicas do grande compositor Vandilson Moraes, de Campina Grande. Além do mais manteve sua tônica social, que lhe é peculiar, buscando uma visão mais integral da missão da igreja.
Outras informações:

Ano de produção: 1999
Tipo da produção: CD
Gravado no Estúdio Artmanha – Brasília; mixado e masterizado no K Estúdio – Anápolis, GO