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A diferença entre Cruz e Cunha (Para se entender as eleições americanas)

Poucos comentam com entendimento a eleição americana. A mídia brasileira debocha dos republicanos comprando sem uma segunda análise tudo o que é vendido pelo veículos esquerdistas, o New York Times, a MSBC, e a CNN.  Me parece que reina entre os brasileiros uma preguiça imensa que os impede de ouvir os dois lados ou então se fazem de surdos para o lado conservador pela mesma razão que a maioria da mídia americana: a lavagem cerebral esquerdista é tanta que lhes encolhe o cérebro como as vítimas da Zika.

Não levem em conta o que diz o Caio Blinder. Bernie Sanders não Mais >

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Por Um Mundo Com Mais Hombridade

Meu desejo para 2016 é um mundo com mais homens. Meu primeiro instinto foi escrever machos, precisamos um mundo com mais machos. Mas pensando melhor não. Por macho se entende a função biológica masculina ou pior ainda, no Brasil a macheza é entendida como a capacidade de ser promíscuo e violento. Não, não é a este conceito que me refiro. A macheza física a farmácia pode te dar. A macheza cultural canalha qualquer um pode ter, aliás infelizmente é a regra não a exceção. Esta macheza não está em falta, ela é celebrada em letras de rap e forró, é Mais >

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Para a Glória de Deus

Obrigada a fazer um “bico” como vendedora de uma loja de departamentos experimento nos últimos meses algo que fazia muito tempo não sabia o que era, o conflito entre a necessidade e significado do trabalho.

Trabalho vendendo camisas por necessidade, e mesmo querendo muito não conseguia encontrar no trabalho em si um significado profundo. Por muitos anos de trabalho missionário em muitas ocasiões trabalho duro e de muita demanda física e emocional, nunca precisei de “cavar” razões para o que fazia no fundo da alma. O significado de missões é óbvio, está entalhado nas páginas da Bíblia, foi escrito à sangue Mais >

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Formatação Narrativa a Raiz da Insanidade

Assim que ouviram à respeito do tiroteio que ocorria em San Bernardino, Califórnia, os repórteres de um jornal local correram para as instalações do Planned Parenthood há uma milha de distancia do lugar. Eles não estavam à procura da notícia em si mas da narrativa correta. Tudo por causa do tiroteio ocorrido há poucos dias em Colorado onde um louco isolado que não representa nada nem ninguém abriu fogo contra as pessoas do PP. Foi o tiroteio perfeito, do tipo que alimenta a narrativa politicamente correta da mídia. Os repórteres, viciados nesta narrativa como quem depende de heroína, logo concluíram Mais >

BERLIN, GERMANY - NOVEMBER 14:  People finish arranging candles into the word "Paris" next to flowers and messages left at the gate of the French Embassy following the recent terror attacks in Paris on November 14, 2015 in Berlin, Germany. Hundreds of people came throughout the day to lay flowers, candles and messages of condolence to mourn the victims of attacks last night in Paris that left at least 120 people dead across the French capital. The Islamic State (IS) has claimed responsibility for the attacks that were carried out by at least eight terrorists..  (Photo by Sean Gallup/Getty Images)

O que é o terror?

Que tal parar de justificar o terror? Paul Krugman, economista ganhador do premio Nobel e colunista do New York Times diz que o problema do islamismo radical é o desemprego. Ele vive por tanto tempo na bolha de isolamento de seu mundo intelectualóide que é capaz de dizer uma bobagem destas. Outro insano de respeito é Thomas Friedman que também escreve para o NYT. Friedman diz que a causa da violência islâmica no Oriente Médio é a mudança climática.

Estes prezados senhores imbecilizados por sua cosmovisão que se recusa a aceitar a existência do mal nunca vão entender o terror. O terror Mais >

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Sou Uma Vendida

Alguém disse no twitter outro dia que sou vendida ao imperialismo americano. Bom, meditei à respeito e não posso deixar de concordar. Mas deixem-me esclarecer dois pontos aqui. Primeiro não existe esta coisa de imperialismo americano. É um apelido mal empregado, que colou infelizmente como muita coisa que não presta cola. Mas os americanos realmente não merecem de serem chamados de imperialistas. Aliás tiveram tudo menos ambições imperiais. No período pós-guerra poderiam ter transformado a Oceania toda em colônia se quisessem mas não o fizeram. Poderiam ter transformado a Korea em colônia depois que a libertaram, o Japão depois que Mais >