Começou o 7º Congresso Brasileiro de Missões

chriswright_fotoComeçou na noite de ontem a sétima edição do Congresso Brasileiro de Missões (CBM), em Águas de Lindoia, SP. Considerado o maior evento de missões do Brasil, o congresso reúne missionários, líderes de agências, pastores e preletores brasileiros e internacionais.

Na foto, Christopher Wright, autor de O Deus que eu não entendo e um dos preletores do CBM.

A abertura do evento foi feita pela Associação de Missões Transculturais Brasileiras (AMTB), que apresentou o seu novo presidente, Cassiano Luz, falando sobre a revisão do papel da AMTB.

Na sequência, o pastor Rocindes Corrêa, coordenador de um projeto de integração entre a universidade e a missão, incentivou os participantes a refletirem sobre as mudanças de paradigmas em missões e sobre a importância da formação da geração de jovens vocacionados. Ele citou o exemplo de um jovem Ticuna que, por meio de uma bolsa de estudos, se formou em enfermagem na Universidade Evangélica de Anápolis e agora é contratado pela FUNASA para trabalhar entre os seus.

Ronaldo Lidório foi o pregador da noite. Ele compartilhou uma mensagem baseada em Mateus 28.18-20, ressaltando a integralidade no texto: “Toda a autoridade” foi dada a Jesus, o que demonstra a singularidade e a centralidade de Cristo na missão; “todas as nações”; “todos os mandamentos”; e a presença de Jesus conosco “todos os dias”.

Alguns números aproximados do evento são: 15 preletores em plenárias;  46 preletores em oficinas, 65 estandes – representando editoras, agências, escolas e outras organizações missionárias.  Amanhã será confirmado o número total de participantes.

O evento está sendo transmitido ao vivo no canal www.portalaguaviva.com.br

No mês da Reforma, estudos bíblicos sobre a Reforma

imag_reformadoresComo parte da campanha editorial Reformadores, o site estudosbiblicos, do portal Ultimato, vai publicar 8 estudos sobre a Reforma durante o mês de outubro. Dois a cada semana: a Reforma e a… Bíblia, e a educação, e a arte, e a família e muito mais.

O primeiro estudo, à disposição dos leitores, foi Justificação: o ponto de partida da Reforma. O segundo, publicado ontem, é bastante atual para as discussões acaloradas sobre os rumos da educação brasileira: A Reforma e a educação: Calvino, Knox e Comênio.

Fique à vontade para montar o seu próprio “caderno” de estudos bíblicos sobre a Reforma e espalhe essa notícia.

Em tempo. Em outubro, Ultimato também lançou os livros Sou Eu, Calvino e Somente a Fé – Um Ano com Lutero.

Os evangélicos não têm força para decidir a eleição para presidente

paul_freston_mesa2Leia a entrevista do sociólogo e colunista da revista Ultimato, Paul Freston, à Exame.com, publicada um dia antes das eleições, que definiram a ida para o segundo turno dos candidatos Aécio Neves (PSDB) e Dilma Roussef (PT).

São Paulo - Dos mais de 26 mil políticos que concorrem a algum cargo público nestas eleições, exatos 328 terão seus nomes expostos nas urnas acompanhados das palavras pastor, missionário ou bispo. O Pastor Everaldo (PSC), candidato à presidência, é um deles. 

O dado é um reflexo claro da disseminação da fé evangélica no país. Em 2000, 15,6% da população se declarava seguidor da religião. Dez anos depois, em 2010, a proporção pulou para 22,2% do total de brasileiros.

Estima-se que o eleitorado evangélico corresponda a 22% do total de brasileiros aptos a votar nestas eleições. O que rende cerca de 27 milhões de votos.

Com Marina Silva (PSB) disputando voto a voto um lugar no segundo turno com Aécio Neves (PSDB), muitos têm afirmado que a votação dos evangélicos pode ser decisiva. A candidata, que é membro da Igreja Assembleia de Deus, é a favorita entre todos os grupos da religião, segundo pesquisa Datafolha divulgada na última quinta-feira.

Segundo Paul Freston, professor da Universidade Federal de São Carlos (UFSCar), na prática, os evangélicos não têm peso para decidir uma eleição majoritária, como para presidente ou governador.

Obviamente, o número de seguidores da religião não é suficiente para garantir mais da metade dos votos. Além disso, por definição, a postura das igrejas evangélicas tende a não ser uniforme – tanto que as denominações se dividem no apoio a Dilma Rousseff (PT), Aécio e Marina.

“Numa eleição apertada, o favoritismo evangélico pode ser fiel da balança. Mas, numa eleição apertada, muita gente pode ser fiel da balança”, afirmou em entrevista a EXAME.com há duas semanas – portanto, antes da virada de Aécio Neves nas pesquisas.

Nas eleições proporcionais, que é o caso dos deputados federais e estaduais, a história é outra. De acordo com o especialista, uma igreja grande pode sozinha eleger um representante para a Câmara dos Deputados, por exemplo. Mais >

Bono também ora e até acredita em milagres

Ao que parece, o líder do U2, Bono Vox também lê C. S. Lewis.  Para Lewis, “Um homem que dissesse o que Jesus disse não seria um grande mestre de moral. De duas uma: ou ele seria um lunático — do mesmo nível do homem que diz ser um ovo cozido — ou então seria o próprio Diabo. Você terá de fazer a sua escolha. Ou ele seria, como é, o Filho de Deus, ou então um louco ou algo pior. Você poderia prendê-lo num manicômio”.

Agora, confira o trecho da entrevista ao The Meaning of Life, programa da TV irlandesa comandado pelo entrevistador Gay Byrne, que foi ao ar em junho do ano passado.