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Por Ariane Gomes

O envio regular e gratuito de exemplares de Ultimato para os missionários é parte do ministério da Editora Ultimato há muitos anos. Esta ação visa a oferecer conteúdo para edificação das lideranças e dos grupos alcançados e apoiar os ministérios desenvolvidos.

No mês de janeiro de 2017, Ultimato recebeu relatos de missionários sobre como a revista tem sido usada. Veja alguns depoimentos:

A revista e o Portal Ultimato têm abençoado nosso ministério. Recebemos um exemplar de Ultimato por meio de nossa agência – Missão Priscila e Áquila (MISPA).Utilizamos a revista para edificação de nosso coração e, às vezes, compartilhamos o conteúdo dela com amigos, líderes e com o rebanho. Sua abordagem resplandece o evangelho do Reino de maneira integral. Parabenizamos a revista e seus colaboradores pelos artigos publicados e dizemos: “Não parem de fazer a revista impressa, pois ela auxilia muito o nosso ministério”.

Samuel e Rafaella, missionários no sertão de Pernambuco

Ultimato é importante para nós pois: 1) Enriquece nossas devocionais individuais e em grupo; 2) Desafia-nos a crescer no relacionamento com Deus; 3) Oferece informações, fatos relevantes e dados estatísticos sobre diferentes temas no Brasil e no mundo e fazemos uso desses dados no evangelismo e discipulado; 4) Informa sobre congressos, cursos e conferências pelo Brasil; 5) Usamos a revista como prêmio em dinâmicas para jovens do ministério que coordenamos, desafiando-os à prática da leitura de conteúdo de qualidade.

Ultimato tem nos encorajado e ampliado nossa visão bíblica sobre o serviço no Reino de Deus e ajudado no trabalho como missionários.

Rafael, Helen e Sofia, coordenadores do ministério OM ArteSpaço Brasil – Operação Mobilização

A revista Ultimato é uma ferramenta usada por Deus para trazer crescimento à nossa jornada. Um dos grandes benefícios da leitura da revista é encontrar textos sobre assuntos pouco falados em nossas igrejas e outros contextos como meio ambiente, arte e cultura. Somos abençoados ao ler as seções “Pastorais” ou “Reflexão”. Testemunhos e histórias inspiram-nos e fazem-nos lembrar da importância deles na Igreja em que servimos. Usamos Ultimato no treinamento missionário. Ela informa a realidade da igreja no Brasil e atualiza temas importantes para o país e para o mundo, além de oferecer perspectivas de ação, missão e vocação. Sempre compartilhamos a relevância da revista na vida daqueles que possuem vocação para servir na missão.

Nossa família é abençoada com os estudos e palavras encorajadoras e sempre que lemos a revista nosso coração se enche de esperança por ver gente tão séria e empenhada em fazer o reino de Deus estabelecido em todas as áreas da vida e do mundo.

Lucas Sterssio, coordenador do CT MAIS – Centro de Treinamento Missionário na Missão MAIS.

• Ariane Gomes é responsável pelos projetos ligados às ações ministeriais da Ultimato.

É possível apoiar o envio de Ultimato para os missionários sendo um patrocinador. Clique aqui e saiba como.

Por Yohan Ignas

Fui pra uma escola de missões no Havaí pra surfar, e não ser missionário

Sempre gostei de surfar e meu sonho era conhecer o Havaí. Um sonho muito distante para mim, até que surgiu uma chance quando um amigo conseguiu ir para Surfing The Nations – uma escola de missões no Havaí.

Lembro que enviei a papelada de inscrição para a escola, concordando cumprir todo cronograma, mas deixando claro que não queria ser um missionário, queria apenas surfar. Para minha surpresa fui aceito. Confesso que pensava: “Se Deus sabe que meu intuito não é ser missionário, por que está tudo dando certo?”. Sem resposta naquele momento, parti.

No Havaí, vi o potencial que a Igreja de Jesus pode ter. Foi impactante ver a influencia e respeito que eles tinham nas praias, eventos de surf e marcas mundiais. O impacto do evangelho era bem mais poderoso e extenso do que um momento de culto. Após meses aprendendo, era hora de voltar, restavam duas semanas quando o Senhor falou comigo de forma clara.

O início do movimento Sal

Ao retornar ao Brasil, juntei alguns amigos e começamos a evangelizar surfistas e pessoas que não freqüentariam uma igreja tradicional. Escolhemos a segunda feira como dia do encontro, onde assistíamos filmes de surf, oferecíamos um lanche e depois uma reflexão bíblica. No início tivemos o apoio da Missão Surfistas de Cristo (MSC), que foi crucial para o desenvolvimento do projeto.

A gente reunia em uma escola de inglês, mas em poucos meses tivemos que buscar outro lugar, pois o número de pessoas umentou. Foi aí que surgiu a idéia de ocuparmos o anfiteatro na Beira Mar de Fortaleza. O local era meio abandonado e sujo, sem nenhuma estrutura, mas tínhamos alegria no coração de poder receber novas pessoas a cada semana.

Tendo a convicção do meu chamado e desenvolvendo ministério na prática, após alguns anos, a liderança pastoral da minha igreja me direcionou para um seminário e desafiaram um casal mais velho para me acompanhar como mentores no ministério. Continue lendo →

Não há passatempo que o diabo aprecie mais do que fazer cristãos perderem o equilíbrio

 

Parece que John Stott escreveu a frase que abre esse texto na semana passada. Não, não foi. A frase está em Cristianismo Equilibrado, lançamento da Editora Ultimato.

Alguns poderiam imaginar que nunca antes na história fomos tão divididos e briguentos. Ledo engano. Estamos apenas mais expostos e, talvez, menos discretos nas nossas preferências. Enfim, se fomos ou estamos “rachados” ou “divididos”, Cristianismo Equilibrado é um clássico na busca por discernimento.

Publicado pela primeira vez no Brasil em 1982 pela CPAD, Cristianismo Equilibrado ganhou uma nova edição original em inglês, em 2014, da qual traduzimos para a publicação em português. A nova edição – ampliada – conta ainda com uma longa entrevista com o autor, que responde a várias questões contemporâneas que desafiam a unidade da igreja.

Algumas frases para degustação:

Nosso temperamento tem mais influência em nossa teologia do que costumamos perceber ou reconhecer.

Não me importo com a pluralidade, desde que vá de mãos dadas com a unidade.

Quando sentimos medo, abrigamo-nos em relacionamentos e guetos nos quais nos sentimos seguros com pessoas que pensam como nós.

Às vezes, esquecemo-nos de que Deus ama a diversidade e criou uma rica profusão de tipos, temperamentos e personalidades humanos.

Ainda que nossa apreensão da verdade bíblica dependa da iluminação do Espírito Santo, ela é inevitavelmente influenciada pelo tipo de pessoa que somos, pela época em que vivemos e pela cultura a que pertencemos.

Nas coisas essenciais, unidade; Nas coisas não essenciais, liberdade; Em todas as coisas, caridade.

Muitos imaginam que a fé é completamente irracional, mas as Escrituras não colocam fé e razão em pontos opostos ou incompatíveis. Ao contrário, a fé só pode despertar e crescer dentro de nós com o uso da mente.

O asceticismo é a rejeição das boas dádivas do bom Criador. O oposto é o materialismo – não apenas possuir coisas materiais, mas passar a preocupar-se com elas. Entre o asceticismo e o materialismo estão a simplicidade, o contentamento e a generosidade, que deveriam marcar todos nós.

Por Amanda Almeida

Momento de louvor durante visitação [Foto: Missões Nacionais]

Equipes de visitação aos presídios, de visitação aos familiares, equipes de logística, de arrecadação de doações, de apoio jurídico, de músicos para o louvor nos pavilhões. São vários os voluntários que ajudam o ministério de capelania prisional Missão Alma Livre, que atua em presídios da região metropolitana de Belo Horizonte, MG.

Iniciadas em 2005, as ações do ministério já foram reconhecidas pela Pastoral Carcerária. Por meio de doações e de uma parceria com a Junta de Missões Nacionais e da Convenção Batista Mineira, hoje é mantida a Casa Alma Livre, que oferece auxílio e amparo a mulheres egressas do sistema prisional ou em situação de risco social, e também a seus filhos.

O projeto conta com diversas fases. Antes de receberem o alvará de soltura, as mulheres já começam a ser atendidas. No dia da saída do presídio, alguém já está lá para recebê-las na portaria. Se estiverem em abrigos ou em situação de risco, os filhos também são reunidos com as mães. Continue lendo →

Para alguns, um evento. Para outros, um processo. Algumas vezes com intensa emoção, outras com profunda reflexão. Há quem tenha experimentando ambos os casos, já que não são excludentes. A verdade é que, independente do tipo de experiência, o papel do Espírito Santo no que chamamos de “conversão” é inegável. Ele é quem convence o homem do pecado (Jo 16.8), o conduz aos pés da cruz de Cristo – operando de diversas formas e maneiras –, e torna esta uma experiência única, um divisor de águas.

É sobre este evento (ou processo) tão marcante, e às vezes misterioso, a campanha editorial do Portal Ultimato Online durante o mês de março, com direito a topo e selo especial. O nome da campanha, que é uma extensão da nova seção inaugurada na revista Ultimato (edição 364), já diz tudo: “Aconteceu comigo – Meu Encontro com Jesus”.

Você, leitor, já pode acessar uma variedade de conteúdo especial da campanha que já está no Portal Ultimato. As histórias e testemunhos dos encontros com Jesus você acessa na nova seção Por Escrito, de Ultimato Online. Além disso, artigos de opinião dos nossos colunistas também já podem ser lidos. Confira o que já foi publicado:

Jesus transformou a minha vida e tornou fecundo o meu caminho [Ebenézer Soares Ferreira]

Como, ainda menina, entendi a verdade do evangelho [Durvalina Bezerra]

Ser novo [Israel de Azevedo]

Religioso era, mas perdido estava [Ary Velloso]

Como operou na história o poder transformador do Evangelho? [Alderi de Matos]

Selo da campanha editorial “Aconteceu Comigo – Meu Encontro com Jesus”

Comigo aconteceu assim – e com você? [Klenia Fassoni]

Não pude lutar contra as evidências [Ultimato Jovem]

Crise de refugiados: a oportunidade missionária [Ultimato Jovem]

Vilões, super-heróis, Jesus [Ultimato Jovem]

 

Leia também

Surpreendido pela Alegria [C. S. Lewis]
C. S. Lewis, um dos pensadores e escritores mais influentes do século 20, foi ateu por muitos anos. Nesta obra ele descreve de maneira fascinante sua jornada espiritual e como foi “surpreendido pela alegria”.

Por Que Sou Cristão [John Stott]
Para John Stott, não foi ele que encontrou Cristo, mas Cristo o encontrou. Ele tornou-se cristão não porque merecesse ser salvo, mas porque Cristo tomou os seus pecados — e os de cada um de nós — sobre si mesmo.

[500 Anos da Reforma]

Ninguém pode servir a dois senhores; pois odiará um e amará o outro, ou se dedicará a um e desprezará o outro. Vocês não podem servir a Deus e ao Dinheiro.
— Mateus 6.24
A pequena palavra servir é chave para este versículo. Não é pecado ter dinheiro e propriedades, uma esposa e filhos, e uma casa ou lar. Contudo, não permita que essas posses controlem você. Pelo contrário, torne-as suas servas e seja o mestre delas.
Lembre-se do que se diz sobre indivíduos amáveis e generosos: “Eles são senhores do seu dinheiro”. O dinheiro não os controla como faz com um avarento egoísta que ignora a Palavra e a vontade de Deus. Alguém assim prefere deter uma mão que serve a permitir que o dinheiro se vá. Esse tipo de avareza é a marca de indivíduos muquiranas, infantis e insensíveis, que não colocam os recursos em bom uso e nem mesmo usufruem deles. São pessoas que ignoram os tesouros eternos por amor ao dinheiro. Eles procuram os seus próprios alvos egoístas e negligenciam a Palavra de Deus, pensando que podem voltar a ela em momento mais conveniente. Enquanto isso, lutam para conseguir tudo que puderem, sem destinar um centavo para a obra de Deus. Se não são corrigidos, eles afundam cada vez mais na avareza e na inveja, distanciando-se da Palavra de Deus. No final seus corações estarão cheios de ceticismo e eles se tornarão inimigos de Deus.
Portanto, Cristo falou severamente quando disse: “Odiará um e amará o outro, ou se dedicará a um e desprezará o outro”. Isso é o mesmo que dizer: “O amor ao dinheiro torna as pessoas inimigas de Deus”. Este é o resultado de servirmos às riquezas. Cristo também disse: “Pois onde estiver o seu tesouro, aí também estará o seu coração” (Mt 6.21). Nós corremos atrás do que amamos. Falamos sobre isso porque é onde estão nossos corações e pensamentos. Agostinho foi direto ao ponto quando disse: “O meu deus é aquilo que eu amo”.

Em 2017, Ultimato vai relembrar e celebrar os 500 anos da Reforma Protestante. O Blog publica, sempre às segundas-feiras, uma devocional do reformador Martinho Lutero, retirado do seu Somente a Fé - Um Ano com Lutero.

[Livro da Semana]

Deixem Que Elas Mesmas Falem

Uma socialite de Telavive conta como se afastou da vida mundana

Nasci e fui criada em Jope. Foi aqui que Perseu, segundo a lenda, montado no cavalo alado Pégaso, matou o monstro marinho e salvou a princesa Andrômeda, acorrentada na orla do mar, e com ela se casou. Conheço toda a história da cidade, que tem mais de 1500 anos. A tribo de Dã chegava perto daqui. Nós somos o único porto natural desde a baía de Haifa até a fronteira do Egito. Estamos a quarenta e cinco quilômetros ao sul de Cesareia e cinquenta e seis a noroeste de Jerusalém. Por aqui passou, vindo do Líbano, toda a madeira de cedro e cipreste que o rei Salomão usou para construir o templo de Jerusalém. O rei de Tiro despachava essa madeira pelo mar, em jangadas, e daqui ela seguia para Jerusalém. Salomão tinha uma leva de trinta mil homens cortando madeira no Líbano e mais setenta mil que cuidavam do transporte dela e de outros materiais de construção. Muitos anos depois, na época de Esdras e Neemias, outra vez a madeira usada na reconstrução do templo passou por Jope, com permissão de Ciro, rei da Pérsia, sob cujo domínio estávamos na época.

Ateliê de costura

Há muitos anos tenho um ateliê de alta costura. Já vesti as mulheres mais elegantes da cidade. De vez em quando vinha uma encomenda de fora. Eu mesma era uma socialite – gostava de trajes nem sempre decentes, mas sempre dispendiosos, com muito ouro e pérolas distribuídos pelas mãos e orelhas. Eu pintava meu rosto em volta dos olhos e fazia penteados complicados e demorados. Participei durante anos da alta sociedade de Jope. Era na verdade uma vida vazia, tola e ridícula. Nossas emoções dependiam de festas black-tie, de conversas fúteis, de roupa e de badalação mútua.

Certa ocasião, li a história de Jezabel, esposa do rei Acabe. Fiquei simplesmente assustada e perturbada com a morte daquela mulher voluntariosa e inescrupulosa. O que mais me impressionou foi o seu fim trágico. Quando foram enterrá-la, não acharam dela senão a caveira, os pés e as palmas das mãos. Os cães a haviam comido, depois de ter sido atropelada pelos cavalos de Jeú. Foi a partir daí que comecei a pensar seriamente na futilidade da vida que estava levando.

Pouco depois chegaram a Jope alguns helenitas que haviam abraçado o cristianismo em Jerusalém e de lá foram obrigados a fugir por motivos religiosos. Eles me anunciaram as boas novas relacionadas com a morte e a ressurreição de Jesus Cristo, que eu conhecia de nome, por causa das curas que Ele operara. Só posso atribuir a Deus a capacidade que tive de entender a mensagem deles e rever toda a minha vida, dando-lhe outra direção. Fiquei sabendo que o nome técnico dessa transformação radical de mente, de alvo e de conduta é conversão – uma volta a Deus.

Boas obras

Não me desfiz do meu ateliê de costura. Mas ele também se “converteu”, se assim posso me expressar. Passei a costurar para as viúvas e mulheres pobres. Ainda sirvo ao Senhor fazendo túnicas e vestidos bonitos, bem feitos, mas, lógico, não extravagantes. Eu mesma mudei por completo todo o meu guarda-roupa. Agora sinto-me realizada. É gostoso repartir. O próprio Jesus explicou: “Mais bem-aventurado é dar que receber”. Sinto que Deus me deu o dom da assistência, da dedicação às obras do amor fraterno. Não me sinto diminuída porque não me tornei uma missionária, ou por não falar em línguas estranhas nem realizar curas. Dom é sempre dom. Eu sou um membro do corpo, e não o corpo todo.

Por falar em missões, estou convencida de que “onde abundou o pecado superabundou a graça”. A mais grave desobediência ao clamor missionário aconteceu aqui em Jope há cerca de oito séculos. Foi quando o profeta Jonas deixou de ir a Nínive, capital da Assíria, prestes a ser destruída, e tomou o navio para Társis, do outro lado do Mediterrâneo. Em compensação, porém, foi aqui – não longe da minha casa – que o apóstolo Pedro teve a visão do lençol que o deixou convencido de que deveria ir a Cesareia, entrar em casa de incircuncisos e também a eles anunciar o evangelho. Isso redundou na conversão do centurião Cornélio e de vários parentes e amigos íntimos, bem como na quebra de muitos preconceitos. Tanto ao profeta como ao apóstolo, Deus disse: “Vai”. Mas Jonas não foi, senão depois da amarga experiência no ventre do grande peixe.

“Ele me apresentou viva”

Meu nome em grego é Dorcas e em aramaico é Tabita. Dorcas quer dizer gazela – aquele animal famoso pelo brilho e doçura de expressão dos grandes olhos. Papai me deu esse nome por causa de meus olhos. Mas, há cerca de dez anos, os grandes olhos dessa gazela se fecharam. Vítima de uma enfermidade muito grave, passei a não ver mais nada, nem o mar, nem o porto, nem os irmãos. Eu estava morta, com o coração parado, o pulmão parado, o sangue parado, o cérebro parado. Lavaram-me e puseram o meu corpo no cenáculo. Dois homens foram buscar o apóstolo Pedro em Lida, cidade vizinha. Quando ele chegou, todas as viúvas o cercaram, chorando e mostrando-lhe túnicas e vestidos que eu lhes havia feito. Pedro se lembrou da ressurreição da filha de Jairo e ordenou que todos se retirassem. Então ele se ajoelhou e orou. Depois, voltando-se para o meu corpo, disse-me: “Tabita, levanta-te”. Aí eu abri os grandes olhos, como meu pai dizia, e, cravando-os em Pedro, assentei-me. Nesse momento o apóstolo me estendeu a mão e me levantou. Em seguida, chamou os crentes que ali estavam, especialmente as viúvas, e me apresentou viva!

A notícia do que aconteceu comigo se espalhou por toda a Jope e muitos creram no Senhor.

Depois que tudo passou, lembrei-me da caveira, dos pés e das palmas das mãos de Jezabel e estremeci toda.

#LivrodaSemana
• Trecho retirado de Deixem Que Elas Mesmas Falem, de Elben César