A edição de setembro/outubro de Ultimato tem sido um ótimo incentivo para pensar como o evangelho e a fidelidade de Deus têm marcado as nossas vidas e para lembrar que Jesus Cristo – aquele que foi, é e sempre será o mesmo, de geração em geração – é o Senhor da história de nossas famílias.

Como em outras edições, incentivamos todos os integrantes da Equipe Ultimato a ler a revista e a contar como o evangelho chegou à sua família. Algumas histórias incluem bisavôs, avôs, parentes, amigos e até desconhecidos que contaram da beleza do evangelho.

E veja que maravilha, o pessoal esbanjou em criatividade: as histórias são contadas em textos e imagens!

E você, sabe como o evangelho chegou à sua família? Quer compartilhar essa história?

Fique à vontade para enviá-la para cartas@ultimato.com.br.

• Equipe Ultimato

 

 

 

 

Minha avó, Vicência Honorata, representa as muitas gerações católicas da família. Apesar de não ter sido alfabetizada ela aprendeu a ler a Bíblia e hoje passa os ensinamentos aos amigos e gerações seguintes.

 

• Laís Silva é auxiliar administrativo na Editora Ultimato.

 

 

 

Angela conheceu o evangelho com treze anos, em Campos dos Goytacazes, através de uma vizinha cristã e da missionária Júnia César, que frequentavam a mesma igreja. Todos os sábados, “tia” Júnia mandava uma Kombi da igreja buscar as crianças não cristãs para assistir filmes evangélicos na igreja. Angela, seus irmãos e vizinhos sempre iam. Foi assim que ela conheceu a Jesus e se entregou a ele. Mais tarde, mudou-se para Viçosa para fazer um curso no Centro Evangélico de Missões. Na cidade nova, se dispôs ao trabalho na igreja.

 

Leonardo iniciou sua caminhada quando jovem, com dezessete anos, em 1979, acompanhando seu irmão mais velho nos encontros da mocidade presbiteriana de Viçosa. O que mais chamava sua atenção eram as amizades, os jogos de pingue-pongue no final dos encontros, os lanches preparados pelos jovens… ou seja, o que ele queria mesmo era estar naquele ambiente. Aos poucos foi conhecendo mais do evangelho e entendendo o verdadeiro significado de tudo aquilo. Mais firme na fé, resolveu professá-la sete anos depois, sendo batizado pelo reverendo Elben. Desde o início, também serviu na igreja que congregava.

 

Os dois se conheceram em Viçosa, frequentando juntos a mocidade da Igreja Presbiteriana. Namoraram, casaram-se e tiveram duas filhas, Denise e Vanessa. Como pais, assumiram o compromisso de mostrá-las a maneira certa de viver. Com a graça de Deus, cumpriram, e ainda o cumpre, da melhor forma possível. Desde o início incentivaram a memorização de versículos de forma criativa, a leitura da Bíblia, o exercício da oração em família e a comunhão com a Igreja de Cristo. Entenderam que para ensinar o caminho é preciso estar nele. Ser exemplo é essencial e Deus é glorificado nas pequenas ações entre família. Se alegram em ver as filhas no caminho do Senhor, confiantes de que tudo o que ensinaram será passado de geração em geração.

 

• Vanessa Oliveira é auxiliar editorial na Editora Ultimato.

 

O evangelho entrou em minha família em 1987, através da minha mãe (Abigail de Freitas) depois de ter sido convidada várias vezes para um culto na casa do senhor Agemiro, muito conhecido no bairro “Cantinho do Céu” em Viçosa. Segundo ela, após muita insistência decidiu ir à tal reunião, que ele chamava de culto, para ver se ele parava de convidar. Ela conta que quando chegou na casa, estava lá uma mulher (tia Deja, esposa do pastor Elben César, ou uma das irmãs dele) cantando e tocando um instrumento de teclas, os hinos eram lindos, e traziam alívio interior.

Depois, o pastor Elben abriu a Bíblia e logo começou a falar mensagens que lhe deram esperança e vontade de saber mais de Deus. O primeiro versículo decorado por minha mãe foi João 8:32, enfatizado pelo pastor Elben naquela reunião. E, assim, todos de nossa casa seguiram indo à igreja com minha mãe.

Um dos meus tios de São Paulo, irmão mais novo de minha mãe, ficou muito chateado pela mudança de religião de nossa família, mas logo depois também foram alcançados ele e sua família. Minha avó, mãe de minha mãe, era muito beata, quando foi morar conosco, ela ficava ouvindo eu ler a Bíblia para minha mãe e, com o passar do tempo, reconheceu Jesus como único Salvador.

Minha mãe era analfabeta e o sonho dela era aprender a ler, para ler a Bíblia. Ela conseguiu participar de um programa de alfabetização de adultos da cidade, e realizou o seu sonho: leu a Bíblia e muitas edições da Ultimato.

Agradeço a Deus por ela ter conseguido realizar o sonho dela antes de falecer. Então posso dizer que, minha mãe foi ao poço matar sua sede, e saciou toda a família.

 

• Fábio Geraldo trabalha no controle de estoque e expedição dos produtos na Editora Ultimato.

 

 

 

 

• Gabriel Sant’Ana é estagiário na Editora Ultimato.

 

 

 

 

 

Em minha família, o registro mais antigo a que consegui chegar foi do meu avô materno.

Na pequena vila de Jerusalém, morava o meu avô Josué de Paula Cunha. Ele e seu irmãos eram cristãos e foram eles que fizeram a pedra fundamental da igrejinha que frequentavam na roça (Jerusalém é um município de Inhapim, MG). Meu avô fazia parte da liderança da igreja, era presbítero e também regente do coral (desde então todas as gerações têm se envolvido com música na igreja!). Tudo leva a crer que foi ele que levou minha avó Brasilina para a igreja.

 

Eles se casaram e tiveram 12 filhos. Um deles foi minha mãe Maria Helena. Os irmãos foram criados incentivados a ir à igreja, vários destes perseveraram na fé cristã.

 

Minha mãe se mudou para uma vila em um distrito de Ouro Preto, onde conheceu meu pai. Ele não era cristão protestante na época. Sua família vem de uma tradição cristã católica. Eles se casaram e durante o relacionamento meu pai Luiz Nunes veio a se converter. Deste casamento vieram três filhos, dos quais eu sou a caçula. Todos fomos criados com os ensinamentos bíblicos, sendo ativos na igreja desde pequenos. Com 11 anos eu professei minha fé e fui batizada.

 

• Ana Cláudia é publicitária na Editora Ultimato.

 

O evangelho entrou na minha família quando eu ainda não era nascida, através de uma vizinha. Ela era amiga da minha mãe e se fez presente em uma época difícil da nossa família. Ela era cristã e falava de Jesus para minha mãe e sempre a convidava para ir à igreja. Nessa época de dificuldades dos anos 90, minha mãe se converteu, graças a Deus, e tive o privilégio de nascer em um lar cristão, mesmo que meu pai ainda não fosse. Minha mãe me educou na igreja e posso dizer que cresci nela, o que me deixa agradecida por saber que a educação que tive desde criança foi de grande importância para o meu crescimento e minha vida.

 

• Leninha é estagiária na Editora Ultimato.

 

 

 

 

“Dos braços da mãe para os braços do Pai.”

 

• Anna Cristina é estagiária na Editora Ultimato.

 

 

 

 

 

O Senhor tem seu jeito de alcançar cada um. De modo simples e transformador.

 

Quando criança recebi o Novo Testamento na escola. E muitas vezes o lia antes de fazer as tarefas escolares. O tempo foi passando. Eu participava das missas na igreja católica, mas por dentro ansiava por algo mais.

 

Quando me tornei funcionária na Editora Ultimato, participava dos momentos de oração, fiz o curso de Práticas Devocionais com o Reve (pastor Elben César) junto com a turma do CEM e o processo foi acontecendo. Comecei a frequentar a Igreja Presbiteriana de Viçosa – IPV – com as filhas e, mais tarde, com o meu esposo. Ali aconteceu a conversão da minha família.

 

Hoje meu esposo tem irmãos, irmãs, cunhado, cunhada e sobrinhos nos caminhos do Senhor. Minha família já é mais aberta, antes era muito resistente. Creio que o Senhor está trabalhando.

 

• Vanilda Costa é promotora de vendas na Editora Ultimato.

 

As primeiras pessoas a serem evangelizadas em minha família foram meus avós maternos e seus filhos mais novos, pois os filhos mais velhos já haviam saído de casa (minha avó tinha 12 filhos!). Foi por meio de um pastor chamado Moacir, da cidade de Cajuri, MG, onde eles moravam. Na época, meu avô estava doente – imaginamos que hoje seria diagnosticado como Alzheimer – e o pastor Moacir foi orar por ele e ficou amigo da família, mas naquela época ninguém se converteu.

 

Anos depois, após o falecimento de meu avô, a família mudou-se para Viçosa, MG.

Meu tio caçula, Luiz, sofreu uma paralisia cerebral no parto, por isso, entre outros males sofria crises epiléticas. Certa vez uma de minhas tias (Lúcia) estava com ele no ponto de ônibus e ele teve uma crise epilética, uma senhora que lá estava os ajudou e os convidou para irem à Igreja onde ela frequentava para que orassem pelo meu tio. Minha tia aceitou o convite e um dia foram àquela igreja (Igreja Missionária), após isso, a pastora Lídia começou a fazer visitas à casa de minha avó, falava de Jesus e orava e vários começaram a frequentar a igreja, aos poucos todos foram se convertendo.

 

Minha mãe foi uma das primeiras a se converter e sempre me levava aos cultos e à escola dominical, na época eu tinha 4 anos, e desde então ela frequenta a Igreja Missionária, bem como alguns de seus irmãos. Outros frequentam outras denominações evangélicas, como eu já frequentei, mas a muitos anos retornei à Igreja Missionária e lá continuo.

 

Pela misericórdia de Deus toda minha família materna serve a Cristo, mas minha família paterna ainda precisa conhecer o evangelho. Minha oração é para que isso ocorra logo e nenhum deles se perca.

 

• Daniela Souza Maciel é assistente de atendimento na Editora Ultimato.

 

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