Na semana passada duas notícias falsas inundaram as redes sociais e balançaram alguns evangélicos. A primeira, no Brasil, foi ilustrada pela foto do juiz Sergio Moro, supostamente debruçado sobre a Bíblia, após a sentença de condenação do ex-presidente Lula. A segunda, nos Estados Unidos, afirmava que o conhecido tradutor da Bíblia “A Mensagem”, Eugene Peterson, havia mudado sua posição e apoiava o casamento entre pessoas do mesmo sexo. O barulho aconteceu depois de uma entrevista concedida ao Religion News Service.

Estrago feito, tanto lá (Christianity Today e Washington Post) como cá (Veja e Piauí), as “notícias” foram desmentidas.

Confira a seguir os números da pesquisa da Pew Research Center sobre o que acontece quando notícias falsas são compartilhadas na internet e também as novidades publicadas na seção Ultimatoonline, da edição 366, da revista Ultimato.

Para os mais velhos, “fake news” é a velha e conhecida “fofoca”, com os acompanhantes de praxe: intriga e invencionices. Enfim, notícia falsa. Assim, das delações premiadas à última do irmão da minha igreja, tudo precisa ser compartilhado imediatamente. Sem escrúpulos, sem verificação, sem discernimento. Aliás, discernimento e outras verdades bíblicas parecem não se aplicar às redes sociais.

E uma pesquisa realizada com estudantes e conduzida pela Universidade de Stanford aponta que a capacidade desses jovens – acostumados e adaptados às mídias sociais – de avaliar a credibilidade das informações é “lamentável” e eles “podem ser facilmente enganados”. E por falar nisso, o presidente Donald Trump já deixou claro que vai governar usando o Facebook e o Twitter.

Para dois em cada três americanos, as notícias fabricadas têm grande impacto e provocam confusão. Ainda assim, quase um quarto dos americanos diz que compartilhou notícias falsas.

Enfim, se espalhar notícias falsas é um problema, quem deve resolvê-lo? A resposta dada pela pesquisa é simples: todos – governo, políticos, sites e redes sociais, eu e você.

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Senta que lá vem história

Ultimatoonline começou a publicar uma série de artigos para quem quer e precisa conversar com crianças. Sobre tudo: o papel da mulher, Páscoa, a Bíblia e até sobre corrupção. Na linguagem delas e recheada de recursos para pais e professores. A série é coordenada pela editora assistente da Editora Cultura Cristã, a pedagoga Márcia Barbutti. Confira:

> Como falar de ética e política para crianças

> Como falar do papel da mãe para crianças

> Como contar a história da Páscoa para crianças

Criação e evolução: qual é o problema?

O conhecido pastor Timothy Keller e o cientista cristão Denis Alexander, autor de Criação ou Evolução – Precisamos escolher?, são os entrevistados mais recentes em destaque no portal Ultimato. Os dois respondem às mesmas perguntas: Se você acredita em Deus, você não pode acreditar na evolução? E se você acredita na evolução, você não pode acreditar em Deus?

As más notícias não dizem tudo

Em meio às más notícias, especialmente no que diz respeito à crise política e econômica do país, Ultimatoonline adotou o profeta Jeremias como leitura e guia nas últimas semanas: “Não fiquem com medo das notícias que ouvirem. Continuem andando” (Jr 51.46-50). Confira algumas boas notícias e ferramentas colocadas à disposição do leitor para esses tempos difíceis. Confira:

> Não fiquem com medo das notícias que ouvirem

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