Quando criança, ela era apaixonada pela palavra escrita, tanto que carregava um dicionário na mochila. Na juventude, veio para Viçosa cursar letras na Universidade Federal de Viçosa e começou a trabalhar na Ultimato datilografando boletos. Depois se apaixonou pelo trabalho no departamento editorial e acabou ficando.

Ela é publicitária e sempre se sentiu comissionada por Deus para trabalhar na área da comunicação, mas, ao mesmo tempo, queria ser uma publicitária rica e de sucesso. Na editora Ultimato, ela conseguiu conectar a paixão que tem pela profissão com o sentimento de serviço no reino, sem separar trabalho e ministério.

Por gostar muito de ler, ela veio procurar emprego na editora Ultimato. Atualmente, além de fazer um pão caseiro delicioso e outras guloseimas para o café dos colaboradores, servido todas às manhãs na editora, é ela a primeira pessoa a ler as cartas que os encarcerados enviam para Ultimato.

Ouça os detalhes dessas e outras histórias dos colaboradores de Ultimato no podcast a seguir. São 49 anos de muitas boas histórias para contar.