BlogUlt_15_09_14_Livro_Envelhecer

Jornal Novas recomenda livro É Preciso Saber Envelhecer: “é uma análise rigorosa e pertinente sobre as dificuldades que se tornam cada vez mais comuns à medida que gradativamente cresce o universo dos idoso”

 

Leia a resenha escrita pelo editor do jornal:

Com recomendações entusiasmadas de publicações como The Christian Century, que afirma: “Um livro tão importante como este deveria ser lido por aqueles que estão na casa dos vinte, e para aqueles que estão chegando aos quarenta deveria ser leitura obrigatória.” ou como a do professor emérito de psiquiatria da Universidade de Keele e ex-secretário-geral da Associação Mundial de Psiquiatria, John Cox, que declara: “Paul Tournier combina sua experiência como médico com conhecimento bíblico e psicológico para alcançar a imaginação do leitor de qualquer idade e de qualquer confissão de fé. Sua capacidade de expressar verdades existenciais complexas e de estimular a fé, bem como dúvidas honestas e a esperança, é um legado surpreendente.” É Preciso Saber Envelhecer representa uma valiosa colaboração para todos, especialmente dos mais jovens.

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A tese de Paul Tournier é que o processo de envelhecimento, que pode começar bem mais cedo do que pensamos, pode ser a oportunidade para um novo começo e, quem sabe, o início de uma nova carreira. Combinando conhecimento bíblico e psicologia, ele aborda assuntos essenciais para a boa qualidade de vida como tédio, solidão, saúde, aposentadoria, aceitação e a morte.

Médico suíço, conhecido internacionalmente como psiquiatra cristão, Paul Tournier foi também escritor traduzido e publicado em mais de trinta idiomas. Começou sua vida profissional como médico em Genebra e sua preocupação com a medicina integral o levou à prática da psicoterapia. Em 1947 fundou o Grupo Internacional de Medicina da Pessoa. É autor de, entre outros, A Missão da Mulher, Culpa e Graça e “Os Fortes e os Fracos”.

 

  1. “Médico suíço, conhecido internacionalmente como psiquiatra cristão, Paul Tournier foi também escritor traduzido e publicado em mais de trinta idiomas.” (ULTIMATO).

    Segundo a fonte http://www2.wheaton.edu/bgc/archives/GUIDES/183.htm , Tournier foi traduzido em treze idiomas, e não trinta:

    “He became a prolific writer of books dealing with these subjects. Among the best-known are The Healing of Persons, translated from the 1945 French edition in 1965, and English translations of The Meaning of Persons, 1957, A Doctor’s Casebook in the Light of the Bible, 1960, Guilt and Grace, 1962, and The Whole Person in the Broken World, 1965. His books were translated into thirteen languages including Chinese and Greek.”

    O livro em português, É PRECISO SABER ENVELHECER (“Learning to Grow Old”) recebeu em Amazon 10 comentários, todos positivos, a maioria deles nota a mais alta.

    “Fico feliz por terem me recomendado este livro. Envelhecer nos alcançará, (a menos que algo intervenha antes!), e é bom [o livro] para que se possa receber conselhos sábios sobre a atitude, expectativas, e quaisquer temores que se terá sobre o envelhecer. Sou grato pela existência deste livro”. (Susan Newhall, Washington, DC.).

  2. Para enriquecer a leitura do velho e bom Paul Tournier:
    – O livro “É Preciso Saber Envelhecer” foi traduzido do original em francês, “Apprendre à Vieillir”, e não do livro publicado em inglês.
    – Segundo a Associação Paul Tournier (http://www.paultournier.org/mdlp.html), o médico suíço foi traduzido em mais de 30 idiomas:
    “Il a ensuite écrit et publié de nombreux livres, dont le retentissement fut grand à travers le monde et qui ont été traduits en plus de 30 langues.”

  3. 1. A informação produzida do link em francês afirma que o material de Tournier foi vertido para 30 línguas ou mais. A informação de Wheaton fala em 15. Pick and choose!

    2. O livro em português É PRECISO SABER ENVELHECER (“Learning to Grow Old”) foi traduzido do original em francês, “Apprendre à Vieillir”, e não do livro publicado em inglês.

    3. Eu não disse nada sobre tradução do livro. Afirmei que em português, É PRECISO SABER ENVELHECER é o “Learning to Grow Old” no Inglês, versão que tenho em casa, e que apensei para dizer que na AMAZON o livro recebera, até Janeiro/2014, comentários altamente positivos. Vocês foram com muita sede ao pote!

    4. Falava eu do valor e da importância do livro, inclusive traduzi um comentário que recomenda o livro. Entendeu? Ou quer que eu desenhe?

    3. Embora um autor que escreva na área como a dele a pelo menos 50 anos atrás, certamente deve ter alguns, se não boa parte de seus conceitos, visitados, revisitados e revisados. A geriatria e a crescente ênfase na atividade física, por exemplo, não faziam parte do alcance de sua visão profissional.

    4. Sou inteiramente favorável a publicação de autores como Tournier e Viktor Frankl, muito embora suspeito que nem um e nem outro são bastante conhecidos e usados na área de Psicologia clínica no Brasil. O primeiro por conta de uma abordagem cristã que não tem muito mais vigor na Europa, e o segundo por conta de sua ‘logoterapia’ que não é muito fácil de ser entendida, apreciada e aplicada.

    5. Que bom que vocês vieram a público fazer as devidas correções. Aquelas justas, respeito e acato.

    6. Tem um monte delas, porém, que passam totalmente batidas em outras publicações de vocês. Como eu tenho profundo respeito editorial por ULTIMATO e não tenho por hábito passar a mão na cabeça naquilo que como leitor percebo, digo e escrevo. Publicam se quiserem.

    7. Aqueles que gostam de ser corrigidos, é um bálsamo ler o que publicaram sobre o que eu escrevi. Faça a parte de vocês. Será muito apreciado.

  4. Na mosca. Assim como Drummond, faço também minha confissão: Alguns anos vivi em Uberlândia. Principalmente, nasci em Uberlândia. Não por acaso, quando também nasceu a Segunda Igreja Presbiteriana, da qual meu pai foi pastor.

  5. E eu frequentei a 2ª Presbiteriana com meu pai, que obrigava a gente acompanha-lo! (rs).

    Depois veio o João, um chato de galocha (rs), não sei se substituiu seu pai. Mas ainda lembro do Rev. Adão, ‘baixinho’, com aquele jeito de colocar a bíblia em uma mesa coberta com uma toalha e sempre mexendo na toalha, e mais tarde em um púlpito, andava de um lado para outro.

    Não há deboche algum, mas agora eu consigo entender esse ‘andar’ de lá para cá. Se ficasse parado atrás do púlpito, pouco poderia ser visto.

    Não tenho a menor lembrança de sua mãe! Mas ainda cheguei a frequentar, mais tarde, a segunda.

    Acho que foi o meu pai, Nelson Velasco, com um presbítero amoroso, seu Cruvinel, que abriram o trabalho lá.

    Lá se vão mais de 50 anos!

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