ultimato-na-estrada_webUma edição histórica. A revista Ultimato acaba de colocar em circulação a sua edição de número 350. São trezentas e cinquenta edições publicadas ininterruptamente, desde 1968.

E é exatamente a edição 350 que começou a chegar na casa do assinante ontem, dia 1 de setembro.

Na capa, O Deus de Israel e o Israel de Deus, matéria com 12 páginas sobre o estado de Israel, a terra de Canaã e a relação do povo [de Deus] com o próprio Deus. Uma abordagem histórica e também espiritual da caminhada, tropeços e promessas que se juntam para responder à pergunta: “Qual o futuro de Israel?”.

Na seção “Especial”, a propósito das eleições, a revista Ultimato publica dois textos importantes para a comunidade evangélica. O primeiro, o “Decálogo do Voto Evangélico”, lançado na década de 90, pela Associação Evangélica Brasileira (AEVB); e, o segundo, “Pastoral à Igreja Cidadã”, é parte da Cartilha “Os Evangélicos e a Transformação Social”, que acaba de ser publicada pela Aliança Cristã Evangélica Brasileira, fundada em 2010.

Tem muito mais. E, o assinante lê primeiro.

  1. Depois dos artigos tendenciosos do pastor Amado, qual surpresa ULTIMATO tratará? Contraponto? Depois do Dispensacionalismo estampado em artigos aqui, como Israel será focado? O Estado membro das Nações Unidas ou a teologia? Se esta, qual?

    A concepção no tradicional evangelicalismo fundamentalista de roupagem e marketing novo ainda não se livrou daquela ideia antiquada teologicamente de que ISRAEL (o Estado de) não tem uma relação umbilical com ISRAEL (do Velho Testamento) teologicamente falando.

    Mas como, perguntarão? David? Profetas? lugares ‘sagrados’? A educação em Israel guarda certa relação com cada grupo étnico, muito embora o hebraico prevalece na maioria delas. Alunos judeus estudam em hebraica enquanto e árabes estudam em árabe.

    Matérias como história e literatura também varia em cada etnia. Em cidades como Haifa e Lod (judeus e árabes), por exemplo, há escolas multiétnicas.

    Imaginem se ULTIMATO fosse produzida em hebraico, árabe ou em inglês, e, passo seguinte, enviada a Israel para comunidades, por exemplo, judeus, cristãos e muçulmanos, onde os primeiros se dividem e subdividem por lá.

    Talvez a Diocese Episcopal de Jerusalém com as suas trinta comunidades pudessem oferecer a gentileza de guardar a revista.

    O que é que estou tentando dizer? Simples. Desconheço grupo ou movimento, instituição ou publicação evangélica que seja capaz de separar as coisas, história e teologia.

    Todas, sem exceção, jungem ambas (história e teologia) e são incapazes de dar valor às duas, cada um de per si.

    O erro, portanto, é a união entre as duas coisas, dando a cada uma o justo e devido valor. Mas aí o espaço seria curto para estrincar a origem dessa ideia cujo berço é a teologia americana (Billy Graham) e o Dispensacionalismo.

  2. “Na capa, O Deus de ISRAEL e o Israel de Deus, matéria com 12 páginas sobre o ESTADO de Israel, a terra de Canaã e a relação do POVO [de Deus] com o próprio Deus. Uma abordagem histórica e também espiritual da caminhada, tropeços e promessas que se juntam para responder à pergunta: “Qual o futuro de Israel?”.”

    Leem com cuidado esse parágrafo. Destaco as palavras. Pergunto a você, existe alguma diferença entre os diversos sentidos da palavra ISRAEL aí no texto?

    Em momento algum o parágrafo faz a necessária distinção entre ISRAEL e JUDEU. Entre POVO DE DEUS e ESTADO DE ISRAEL.

    A confusão das palavras é total e conduz ao absurdo. Qual?
    1. O Deus de Israel, isto é, um agrupamento de uma certa etnia é confundido com nacionalidade.
    2. O sujeito que escreveu esse parágrafo não tem a menor noção de história e passa de relatos bíblicos para a história moderna como se ele entrasse em uma caravela de portugueses a caminho do Brasil em 1500 com um passeio náutico nestes navios de cruzeiro!

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