Para encerrar a Série Especial sobre a visita do papa Francisco ao Brasil, o blog da Ultimato relembra as “tendências na condução dos negócios da igreja cristã” e também um pouca da história do papado. Desde os primórdios, passando pelo renascimento, até João Paulo II.

As análises  são do historiador Alderi Souza de Matos e foram publicadas originalmente na revista Ultimato. Confira.

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De Niceia ao Vaticano II: breve panorama dos concílios ecumênicos

Ao longo dos séculos, duas tendências têm se manifestado na condução dos negócios da igreja cristã: uma centralizadora, autoritária e a outra participativa, democrática. O melhor exemplo desta última são os concílios ou assembleias de líderes reunidos como representantes dos fiéis para tratar de questões teológicas e administrativas. Para continuar a leitura acesse a edição 339, da revista Ultimato.

renascimentoO papado — dos primórdios ao Renascimento

Desde uma perspectiva protestante, o papado não é uma instituição de origem divina, mas resultou de um longo e complexo processo histórico. As Escrituras não dão apoio a essa instituição como uma ordenança de Cristo à sua igreja. É verdade que o Senhor proferiu a Pedro as bem conhecidas palavras: “Tu és Pedro e sobre esta pedra edificarei a minha igreja” (Mt 16.18). Para continuar acesse a edição 268, da revista Ultimato.

joaopauloO papado: do renascimento até João Paulo II

A Reforma Protestante do século 16 despertou a cúpula da Igreja Católica do estado de letargia espiritual e omissão pastoral em que se encontrava. A reação católica teve duas manifestações complementares. Por um lado, Roma empenhou-se em combater o novo movimento, detendo o seu crescimento e procurando suprimi-lo onde fosse possível, como aconteceu na Espanha e na Polônia. Esse esforço recebeu o nome de Contra-Reforma. Para continuar acesse a edição 269, da revista Ultimato.

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