Ultimato é enviada periodicamente a diversos presidiários em todo o Brasil. Muitos deles se correspondem conosco e compartilham sobre o quanto tem sido edificados com a leitura dos textos. Confira alguns deles:

 

Acabo de escrever um livro: Dados Importantes da Vida de Paulo. Foram nove meses de pesquisa bíblica. Quero continuar esse trabalho, mas preciso do apoio de alguma editora.

Pr. Rovilson Alves (Raio 3, cela 301, Estrada Municipal Iperó/Tatuí, km 5,5, Iperó, SP)

 

A matéria de capa sobre sofrimento (novembro/dezembro de 2010) foi muito marcante para mim, pois o meu sofrimento não representa quase nada se comparado ao daqueles que estiveram em campos de concentração. Graças a Deus, minha mãe, que era da Iugoslávia, conseguiu extradição durante a Segunda Guerra. Quanto a mim, estou preso desde 1995. Tenho 54 anos e estou nos caminhos do Senhor desde 1998, quando ele me tirou dos braços da morte, curou minhas feridas (levei vários tiros) e fez de mim um novo homem. Hoje faço a obra de Deus na prisão.

Mário Garcia, Riolândia, SP

 

Quando fui preso, em junho de 2008, achei que o mundo tinha acabado para mim. Três dias depois tomei a decisão de me enforcar. Tentei por três ou quatro vezes e não consegui. Depois de tudo isso, entendi que a vida não acaba quando achamos que ela acabou. Comecei a viver um dia após o outro. Hoje sou feliz. Conheci a Palavra de Deus.

José da Silva, Sorocaba, SP

 

Quem sou eu? Um miserável pecador, ex-viciado e ex-assaltante. Sou apenas um presidiário arrependido, pagando por seus erros, esquecido pela família, abandonado pela sociedade e rejeitado por todos. E ainda condenado à morte, pois há 18 anos sou soropositivo. Por algum tempo pensei em desistir de tudo. Entrei em uma depressão profunda. Porém, Jesus me mostrou que ele é o médico e eu sou o doente. Estou condenado a 18 anos de reclusão, dos quais já cumpri 10. Na prisão concluí o ensino fundamental e o médio. Tenho orado e lido muito. Não vejo a hora de sair de cabeça erguida para pregar o evangelho. Ultimato tem abençoado muito a vida dos presos.

Paulo Henrique de Almeida, Casa Branca, SP

 

Oro todos os dias por vocês. Gostaria que Ultimato publicasse a seguinte reflexão: Certa vez, um homem pediu a Deus uma flor e uma borboleta. Porém, Deus lhe deu um cacto e uma lagarta. O homem ficou triste, pois não entendeu o porquê de seu pedido vir errado. Então pensou: “Também, com tantas pessoas para atender…”. E resolveu não questionar. Passado algum tempo, foi verificar o pedido que deixara esquecido. Para sua surpresa, do espinhoso e frio cacto havia nascido uma bela flor, e a horrível lagarta transformara-se em uma linda borboleta. Ele reconheceu que Deus age certo. Assim é a nossa vida. Hoje pode ser triste, mas amanhã iremos sorrir. Porque Deus é o nosso ajudador.

Pr. Samuel de Moura, Itirapina, SP

 

Sou pastor evangélico. Não vigiei o suficiente e estou preso em um presídio no Rio de Janeiro, onde faço a obra de Deus (leia Mateus 25.36). Gostaria de receber sempre a revista Ultimato.

Pr. César Mesquita, Rio de Janeiro, RJ

 

— Para o leitor compreender melhor o drama dos irmãos encarcerados, que sempre escrevem a Ultimato, sugerimos o filme Um sonho de liberdade. Ele conta a história de um banqueiro que foi condenado à prisão perpétua e que tinha a habilidade de resolver problemas do dia-a-dia dele e dos outros. A Bíblia diz: “Não se esqueçam daqueles que estão na prisão. Sofram com eles, como se vocês próprios estivessem aprisionados com eles” (Hb 13.3).

 

Estes são depoimentos de alguns dos presidiários que recebem Ultimato por meio do nosso projeto de Assinaturas Patrocinadas. Se quiser conhecer mais sobre ele, escreva para Ivny: ivny@ultimato.com.br