Enviado por Marta Carriker

Especial Lausanne III – Em Lausanne 2010, uma das maiores surpresas para mim foi conhecer uma mulher africana que nos contou que teve a oportunidade de levar mais de 50 mulçumanos a Cristo, isso num período de dois meses que passou num projeto de missões em seu próprio país. Perguntei como foi que isso havia acontecido, e ela disse “pela pregação e pelo ensino da Palavra”. Curiosa, insisti: “Mas isso foi uma pregação para um grupo?” e ela respondeu que não é possível pregar a grupos em regiões muçulmanas, que havia sido “de um em um”. Impressionada, perguntei se havia algum problema para os convertidos e suas famílias, depois da conversão, e ela disse que somente o sheik teve que ser removido, para não sofrer perseguição, e que hoje ele é um pastor.

Como aconteceu com a igreja na China no século passado, a impressão que temos do que está sendo realizado nos países muçulmanos hoje pode estar muito longe da realidade, porque o Espírito de Deus sopra aonde quer, e nosso Pai ama e quer buscar pessoas em todo lugar! Ele mesmo chama e prepara seus filhos para realizar esta obra, e esta mulher é uma dessas filhas preciosas! Foi uma surpresa das mais agradáveis conhecê-la!

Marta Carriker é brasileira, missionária da Igreja Presbiteriana (Estados Unidos) há 31 anos, e atualmente trabalha com mulheres na Igreja Presbiteriana Independente do Estreito, em Florianópolis. Também é moderadora do Fórum para o Cuidado Integral de Missionários (www.cuidadointegral.info).

  1. Então tá! Eu vou acreditar e creditar ao testemunha da ilustre africana e o relatório da missionária como crível. Bom mesmo foi o segundo parágrafo. Desconfiada do relato, o jeito foi atribuir ao Espírito Santo a ‘obra’ que nem 50 anos de presbiterianismo com montanhas de dinheiro e gente bem preparada tenha conseguido alcançar o que essa africana alcançou: 50 … e em dois meses! Daria algo como um por dia!

  2. Martha está certa! Conhecemos em Lausanne III pessoas e histórias de vida surpreendentes. Histórias que nos lembram os Atos dos Apóstolos ou como sugeriu John Stott (Os Atos do Espírito). O ardor evangelístico a partir de um grande amor ao Senhor, a coragem e persistência em contextos difíceis, a força retirada da fraqueza, atos de justiça e amor entrelaçados com proclamação – conhecidos a partir dos contatos pessoais ou dos testemunhos em plenário – nos impactaram tremendamente. E nos fez ansiar por coisas assim em nossa vida.

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