É assustador pensar que a frase "não há limites para a produção de livros" tenha 3 mil anos. Aliás, tenho minhas dúvidas se Salomão trabalhava com "tendências", mas o fato é que ele ignorava solenemente o livro digital e cravou: "Os livros sempre continuarão a ser escritos". Não era preciso, mas depois de visitar a Bienal do Livro de São Paulo, realizada entre os dias 14 e 24 de agosto, no Anhembi, não duvido nem um pouco da pena certeira do autor do Eclesiastes.

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